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Encontros do Sesc Conviver acontece, também, no Sesc Arsenal, Dr. Meirelles e Rondonópolis

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O ‘Sesc Conviver’, desenvolvido pelo Sistema Fecomércio-MT, por meio do Serviço Social do Comércio (Sesc-MT), promove a ‘Oficina de Caixa Multiuso’, em Alta Floresta, para idosos com idade a partir de 60 anos na próxima quarta e quinta-feira (30 e 31 de agosto). Semanalmente, são realizados encontros promovendo um espaço de lazer, aprendizado e confraternização ao público do projeto.

A oficina no Sesc Alta Floresta reutilizará materiais recicláveis para a produção e decoração da caixa com o objetivo de reforçar os conceitos de sustentabilidade e preservação ambiental de maneira leve e descontraída.

Os encontros do ‘Sesc Conviver’ proporcionam, além de oficinas de artes manuais, exercícios para a promoção da cidadania, qualidade de vida e socialização dos idosos. O projeto é realizado nas unidades Sesc de Cuiabá, Alta Floresta e Rondonópolis.

Cuiabá

No Sesc Arsenal, os participantes do projeto são divididos em grupos que se reúnem uma vez por semana. Interessados em participar dos encontros devem se inscrever gratuitamente na administração da unidade. Para mais informações, o Sesc-MT disponibiliza o telefone (65) 3616-6907.

Já no Sesc Dr. Meirelles, localizado na região leste da capital, toda sexta-feira, às 8h, são desenvolvidas atividades relacionadas ao processo de envelhecimento saudável abrangendo saúde, lazer, educação, cultura e assistência. Dentre as ações recorrentes estão rodas de conversa, oficinas, palestras, dinâmicas e bingo.

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Alta Floresta

Às quintas-feiras, o público idoso de Alta Floresta recebe atividades como, exercícios de fortalecimento muscular, dança, rodas de conversa, palestras e bingo. Os encontros acontecem na unidade descentralizada do Sesc Alta Floresta, localizada no bairro Vila Nova, às 13h.

 

Rondonópolis

No Sesc Rondonópolis, às quartas e sextas-feiras, o ‘Sesc Conviver’ realiza atividades como laborterapia, artesanato, fortalecimento muscular e hidroginástica recreativa.

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

 

SERVIÇO

‘Sesc Conviver – Oficina de Caixa Multiuso’

Quando: 30 (quarta-feira) e 31 (quinta-feira) de agosto, às 13h

Onde: Unidade descentralizada do Sesc Alta Floresta (Fundação Servir – Rua França s/n – Bairro Vila Nova – MT)

Entrada gratuita

 

Encontros do Sesc Conviver no Sesc Alta Floresta

Quando: Às quintas-feiras, às 13h

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Onde: Unidade descentralizada do Sesc Alta Floresta (Fundação Servir – Rua França s/n – Bairro Vila Nova – MT)

Entrada gratuita

 

Encontros do Sesc Conviver no Sesc Arsenal

Quando: Às segundas e quartas-feiras, às 14h

Onde: Sesc Arsenal (Rua 13 de Junho, 1435, Centro-Sul, Cuiabá – MT)

Entrada gratuita

 

Encontros do Sesc Conviver no Sesc Dr. Meirelles

Quando: Às sextas-feiras, às 8h

Onde: Sesc Dr. Meirelles (Av. Dr. Meirelles, nº 3.476, São João Del Rei, Cuiabá – MT)

Entrada: Gratuita para comerciários, pessoa com deficiência, doadores de sangue e idosos com mais de 60 anos. Público-geral: R$8,50 (meia) e R$17,00(inteira)

 

Encontros do Sesc Conviver no Sesc Rondonópolis

Quando: Às quartas e sextas-feiras, às 13h

Onde: Sesc Rondonópolis (Alameda dos Cravos, S/N – Quadra 197 – Residencial Colina Verde – Sagrada Família, Rondonópolis – MT)

Entrada gratuita

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ARTIGO & OPINIÃO

TDAH nas Escolas: Estratégias Eficazes para a Alfabetização e a Aprendizagem

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Luciana Brites, Doutoranda em Ciências do Desenvolvimento Humano e Mestra em Distúrbios do Desenvolvimento

O Dia Mundial de Conscientização do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), em 13 de julho, destaca a importância da informação, do enfrentamento aos estigmas e da garantia de diagnóstico e tratamento adequados, com atenção especial aos desafios vividos por crianças e adolescentes na escola.

O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta 5% das crianças em idade escolar. Caracteriza-se por desatenção, hiperatividade e impulsividade, fatores que impactam a aprendizagem e a alfabetização. Porém, o transtorno não impede que a criança tenha uma trajetória escolar e social plena ao receber acompanhamento adequado.

É importante explicar que o TDAH não se manifesta de forma única. O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) descreve três apresentações. A com predominância desatenta, a predominantemente hiperativa-impulsiva e a combinada, que reúne as duas. Essa distinção tem efeito direto na alfabetização.

Na apresentação desatenta, a criança se perde no meio da tarefa, esquece o que estava lendo e tem dificuldade em sustentar o foco em atividades que exigem esforço contínuo. Já na hiperativa-impulsiva, o obstáculo aparece na impulsividade, pois a criança tende a adivinhar palavras em vez de decodificá-las, escreve de forma apressada e abandona a atividade antes de concluí-la. Na combinada, os dois conjuntos se somam. Reconhecer qual apresentação predomina ajuda o professor a ajustar as estratégias, em vez de tratar todas as crianças com TDAH da mesma maneira.

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É mito afirmar que crianças com TDAH são menos inteligentes. Com diagnóstico precoce, apoio multidisciplinar e estratégias pedagógicas eficazes, elas podem apresentar inteligência dentro ou acima da média. O acompanhamento pode envolver psicopedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos e outros profissionais, de acordo com as necessidades individuais.

Em sala de aula, é importante que os professores observem sinais como dificuldade em manter a atenção por longos períodos, impaciência, esquecimento de materiais, distração frequente e excesso de movimentos.

Na alfabetização, as principais dificuldades estão relacionadas à atenção, à memória, à autorregulação emocional e comportamental, à baixa motivação em tarefas repetitivas e, em alguns casos, à presença de comorbidades, como dislexia ou Transtorno Opositivo Desafiador (TOD). Diferentemente dos transtornos de linguagem, no TDAH o principal obstáculo está na manutenção do foco.

Para favorecer a aprendizagem, recomenda-se propor uma tarefa por vez, oferecer tempo extra para a execução, reduzir estímulos distratores e utilizar recursos visuais claros e objetivos. Estratégias práticas do cotidiano e instruções diretas também contribuem.

As dificuldades na escrita são comuns e podem estar associadas à impulsividade, à atenção reduzida e à coordenação motora fina. Medidas eficazes em sala são priorizar a qualidade em vez da quantidade, dividir atividades em etapas menores, respeitar o ritmo da criança e permitir pausas frequentes. O uso de recursos visuais, jogos, tecnologia e reforço positivo fortalece a motivação.

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Lidar com o TDAH na alfabetização exige paciência, planejamento e empatia. Com adaptações simples e apoio adequado, é possível transformar desafios em oportunidades, promovendo aprendizado significativo e inclusão escolar.


(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber, psicopedagoga, psicomotricista, Doutoranda em Ciências do Desenvolvimento Humano e Mestra em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie, palestrante e autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem. Instituto NeuroSaber https://institutoneurosaber.com.br

 

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