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Furacão ganha do Bahia e está classificado.

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Com muita emoção! Mais uma vez, o Athletico buscou a reviravolta para garantir a classificação. Nesta terça-feira (12), o Furacão superou um início ruim e buscou a virada sobre o Bahia, para avançar às quartas de final da Copa do Brasil.

Com duas assistências de David Terans, Erick e Rômulo marcaram, já no terço final do segundo tempo, os gols do triunfo por 2 a 1. Mesmo placar do jogo da ida, em Salvador, fechando o confronto com 4 a 2 para o Rubro-Negro no placar agregado.

Segue o Athletico na luta pelos troféus, nas três principais competições da temporada!

Veja os melhores momentos do jogo

O Jogo

O Furacão teve uma chance logo no início do jogo. Khellven bateu de fora da área, Canobbio tentou desviar de calcanhar e a bola saiu por cima do gol.

Mas o Bahia deu a resposta e conseguiu marcar logo em sua primeira investida. Aos 4′, após cobrança de escanteio, Davó aproveitou a sobra, mandou uma meia bicicleta, e acertou no ângulo, fora do alcance de Bento.

Na frente no placar, com um resultado que levaria a disputa para os pênaltis, o Bahia se fechou. Com uma linha de cinco jogadores próximos à área, o time visitante barrava as investidas do Furacão, que encontrava muita dificuldade para criar oportunidades.

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As melhores chances aconteceram em finalizações de Canobbio, Erick, Terans e Pablo, mas levar muito perigo ao arco defendido por Danilo Fernandes.

O Athletico voltou do intervalo com mudanças na defesa e no ataque. Matheus Felipe substituiu Pedro Henrique e Tomás Cuello entrou no lugar de Pedro Rocha. E a entrada do atacante argentino deu mais movimentação à linha de frente.

O Rubro-Negro chegou com duas vezes com Erick, uma vez com Terans. E dos pés dessa dupla, saiu o gol de empate. Aos 32′, em um escanteio pelo lado esquerdo, Terans bateu aberto, à meia altura. Erick desviou de primeira e a bola entrou no cantinho!

O empate dava a classificação ao Furacão. O Bahia não tinha alternativa a não ser se lançar ao ataque. E ao ir para cima, deu espaço para o contra-ataque. Aos 48′, Cuello deixou Terans livre de marcação. O camisa 20 avançou, entrou na área e não foi fominha. Cara a cara com o goleiro, rolou para Rômulo, que mandou na gaveta!

Explosão no Caldeirão! Mais uma classificação garantida!

Ficha técnica: Athletico Paranaense 2×1 Bahia
Copa do Brasil 2022: Oitavas de final – Jogo de volta
Data: 12/07/2022
Horário: 20h30
Local: Estádio Joaquim Américo

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Público pagante: 25.486
Público total: 26.324
Renda: R$ 581.140,00

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (CE)
Assistentes: Eduardo Goncalves da Cruz (MS) e Nailton Junior de Sousa Oliveira (CE)
Quarto árbitro: Leonardo Ferreira Lima (PR)
Árbitro de vídeo: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)

Athletico Paranaense: Bento; Khellven, Pedro Henrique (Matheus Felipe, no intervalo), Nico Hernández e Abner (Pedrinho, aos 34′ do 2º tempo); Erick, Hugo Moura e David Terans; Canobbio (Rômulo, aos 15′ do 2º tempo), Pablo (Matheus Fernandes, aos 42′ do 2º tempo) e Pedro Rocha (Tomás Cuello, no intervalo)
Técnico: Luiz Felipe Scolari
Gols: Erick, aos 32′, e Rômulo, aos 48′ do 2º tempo
Cartão amarelo: Pablo

Bahia: Danilo Fernandes; André (Douglas Borel, aos 15′ do 2º tempo), Ignácio, Luiz Otávio e Matheus Bahia; Gabriel Xavier (Zé Vitor, aos 27′ do 2º tempo), Patrick, Mugni e Daniel (Rodallega, aos 36′ do 2º tempo); Raí (Jacaré, aos 15′ do 2º tempo) e Davó (Marcelo Ryan, aos 27′ do 2º tempo)
Técnico: Enderson Moreira
Gol: Davó, aos 4′ do primeiro tempo
Cartões amarelos: Gabriel Xavier e Jacaré

Fotos: José Tramontin/athletico.com.br

fonte: https://www.athletico.com.br/resumo_do_jogo/reacao-virada-e-classificacao/

Fonte: Agência Esporte

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CIDADES

Copa do Mundo: controlar ansiedade e evitar excessos ajuda a proteger o coração

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Reunir a família, vestir a camisa, preparar a comida, acompanhar cada lance e comemorar os gols fazem parte da tradição dos brasileiros durante a Copa do Mundo. Mas, em meio ao clima de festa, alguns cuidados não podem ficar em segundo plano. A mudança de rotina, somada a noites mal dormidas, bebida alcoólica, alimentação pesada, cigarro e interrupção de medicamentos, pode sobrecarregar o organismo, especialmente em pessoas que já convivem com fatores de risco cardiovascular.

A orientação dos especialistas é para que a torcida seja vivida com equilíbrio, principalmente por quem tem hipertensão, diabetes, arritmias, colesterol alto, histórico de infarto, obesidade ou sedentarismo.

Segundo o cardiologista do Hospital Santa Rosa, Dr. Leandro Mandaloufas, a expressão “haja coração” tem fundamento do ponto de vista médico, porque momentos de grande emoção provocam respostas reais no corpo.

“Em momentos de grande emoção, o coração realmente trabalha mais. O corpo libera hormônios do estresse, como a adrenalina, que fazem o coração bater mais rápido e com mais força. Em pessoas saudáveis, isso costuma ser bem tolerado. Mas, em quem já tem alguma doença cardíaca, esse ‘esforço extra’ pode representar risco”, explica o médico.

Quando a pessoa fica ansiosa, nervosa ou muito tensa, o corpo entra em um estado de alerta. Nessa reação, há liberação de adrenalina e cortisol, aumento da frequência cardíaca, da pressão arterial e da respiração, além da contração dos vasos sanguíneos. De acordo com o cardiologista, esse mecanismo prepara o organismo para reagir rapidamente, mas também aumenta a carga sobre o sistema cardiovascular.

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Em Mato Grosso, o cuidado com a saúde do coração ganha ainda mais relevância diante do peso das doenças cardiovasculares na mortalidade. O estado registrou 5.277 mortes por doenças do aparelho circulatório em 2023, o que correspondeu a 24,22% do total de óbitos, conforme o Relatório Anual de Gestão da Secretaria de Estado de Saúde.

Para o Dr. Mandaloufas, pessoas com fatores de risco devem redobrar a atenção. Entram nesse grupo pessoas com hipertensão arterial, histórico de infarto ou doença coronariana, arritmias cardíacas, diabetes, colesterol alto, sedentarismo e obesidade.

“Esses grupos já têm maior risco cardiovascular, e situações de estresse intenso podem atuar como gatilho para eventos agudos”, destaca.

Hábitos adotados em períodos de confraternização também podem interferir diretamente na saúde. O consumo de bebida alcoólica, cigarro, alimentos gordurosos, poucas horas de sono e a suspensão de remédios de uso contínuo estão entre os principais pontos de atenção.

“O álcool pode alterar o ritmo cardíaco e aumentar a pressão. O cigarro prejudica a circulação e favorece eventos cardíacos. Alimentos gordurosos podem sobrecarregar o organismo. Dormir mal aumenta o estresse e a pressão arterial. Interromper medicamentos é especialmente perigoso e pode descompensar doenças já existentes”, pontua o médico.

*Quando o sintoma não é só nervosismo*

Em situações de ansiedade ou estresse, é comum que a pessoa sinta o coração acelerar ou perceba algum grau de nervosismo. No entanto, alguns sinais não devem ser atribuídos automaticamente à emoção do momento.

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Dor ou pressão no peito, falta de ar, tontura, desmaio, palpitações intensas ou irregulares, suor frio e náuseas associadas ao mal-estar exigem atenção. Segundo o cardiologista, esses sintomas podem indicar problemas cardíacos e precisam de avaliação médica imediata.

A recomendação é procurar atendimento quando o desconforto é persistente, intenso, aparece de forma repentina ou ocorre em pessoas que já possuem fatores de risco. A avaliação profissional é importante porque sintomas de ansiedade e alterações cardiovasculares podem se confundir.

*Prevenção deve vir antes da emergência*

A principal orientação é manter os cuidados de rotina em dia. Pessoas com fatores de risco, histórico familiar de doença cardíaca ou sintomas, mesmo leves, devem procurar avaliação cardiológica. O check-up também é recomendado de forma periódica a partir dos 40 anos, ou antes, conforme o risco individual.

“A prevenção é sempre o melhor caminho”, reforça o Dr. Mandaloufas.

No Hospital Santa Rosa, o atendimento cardiológico inclui consultas especializadas, exames diagnósticos como eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico e monitorização por Holter, além de urgência e emergência cardiológica, acompanhamento de pacientes com doenças crônicas e orientação para controle de fatores de risco.

“Essa estrutura permite identificar precocemente problemas cardíacos, tratar adequadamente e acompanhar o paciente de forma contínua, promovendo mais segurança e qualidade de vida”, finaliza o médico.

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