CUIABÁ

ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL

Oficina acontece a partir desta quarta-feira (28) em Alta Floresta

Publicado em

O Sesc Alta Floresta oferece, nesta quarta e quinta-feira (28 e 29), uma oficina de produção caseira de aromatizante para o público idoso. A atividade é parte do projeto Sesc Conviver, uma iniciativa do Sistema Fecomércio-MT, realizada por meio do Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) com diversas atividades para pessoas acima de 60 anos.

A oficina de produção artesanal de aromatizantes proposta pelo Sesc-MT ensina a preparação do produto utilizando diferentes essências e, além disso, orienta os participantes a conquistarem uma renda financeira com a produção.

“Executamos um extenso trabalho de inclusão social dos idosos e incentivo ao envelhecimento saudável, ativo e autônomo. Buscamos manter a qualidade das ações em todas as unidades do estado”, comenta a diretora de Produtos e Serviços do Sesc-MT, Ellen Camargo.

Por meio do projeto ‘Sesc Conviver’, a entidade promove atividades de lazer e confraternização voltadas a pessoas idosas. Bingo, exercícios de fortalecimento muscular, dança, rodas de conversa e palestras com profissionais ocorrem às quintas-feiras em Alta Floresta, com entrada gratuita.

Leia Também:  Sefaz suspende expediente na tarde desta sexta-feira para dedetização

Uma vez ao mês é proposta uma oficina para os participantes, incentivando novos aprendizados.

 

Outras unidades

Na capital, os encontros para os grupos ocorrem de segunda a sexta-feira. No Sesc Arsenal, novos integrantes estão convidados a frequentar os encontros nas segundas e quartas-feiras. Nas sextas-feiras, há vagas nas reuniões na unidade Dr. Meirelles. Já em Rondonópolis, as reuniões ocorrem às quartas e sextas-feiras.

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

 

SERVIÇO

 

‘Sesc Conviver – Oficina de Produção Caseira de Aromatizante’

Quando: 28 (quarta-feira) e 29 (quinta-feira), às 13h

Onde: Unidade descentralizada do Sesc Alta Floresta (Fundação Servir – Rua França s/n – Bairro Vila Nova – MT)

Entrada gratuita

 

ENCONTROS DO ‘SESC CONVIVER’

 

Sesc Alta Floresta

Leia Também:  Verde Novo promove última ação do ano no centro de Cuiabá

Quando: Às quintas-feiras, às 13h

Onde: Unidade descentralizada do Sesc Alta Floresta (Fundação Servir – Rua França s/n – Bairro Vila Nova – MT)

Entrada gratuita

 

Sesc Arsenal

Quando: Às segundas e quartas-feiras, às 14h

Onde: Sesc Arsenal (Rua 13 de Junho, 1435, Centro-Sul, Cuiabá – MT)

Entrada gratuita

 

Sesc Dr. Meirelles

Quando: Às sextas-feiras, às 14h

Onde: Sesc Dr. Meirelles (Av. Dr. Meirelles, nº 3.476, São João Del Rei, Cuiabá – MT)

Entrada gratuita

Sesc Rondonópolis

Quando: Às quartas e sextas-feiras, às 13h

Onde: Sesc Rondonópolis (Alameda dos Cravos, S/N – Quadra 197 – Residencial Colina Verde – Sagrada Família, Rondonópolis – MT)

Entrada gratuita

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

ARTIGO & OPINIÃO

TDAH nas Escolas: Estratégias Eficazes para a Alfabetização e a Aprendizagem

Published

on

Luciana Brites, Doutoranda em Ciências do Desenvolvimento Humano e Mestra em Distúrbios do Desenvolvimento

O Dia Mundial de Conscientização do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), em 13 de julho, destaca a importância da informação, do enfrentamento aos estigmas e da garantia de diagnóstico e tratamento adequados, com atenção especial aos desafios vividos por crianças e adolescentes na escola.

O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta 5% das crianças em idade escolar. Caracteriza-se por desatenção, hiperatividade e impulsividade, fatores que impactam a aprendizagem e a alfabetização. Porém, o transtorno não impede que a criança tenha uma trajetória escolar e social plena ao receber acompanhamento adequado.

É importante explicar que o TDAH não se manifesta de forma única. O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) descreve três apresentações. A com predominância desatenta, a predominantemente hiperativa-impulsiva e a combinada, que reúne as duas. Essa distinção tem efeito direto na alfabetização.

Na apresentação desatenta, a criança se perde no meio da tarefa, esquece o que estava lendo e tem dificuldade em sustentar o foco em atividades que exigem esforço contínuo. Já na hiperativa-impulsiva, o obstáculo aparece na impulsividade, pois a criança tende a adivinhar palavras em vez de decodificá-las, escreve de forma apressada e abandona a atividade antes de concluí-la. Na combinada, os dois conjuntos se somam. Reconhecer qual apresentação predomina ajuda o professor a ajustar as estratégias, em vez de tratar todas as crianças com TDAH da mesma maneira.

Leia Também:  Há mais de 30 anos, ALMT atua no combate e prevenção à dengue

É mito afirmar que crianças com TDAH são menos inteligentes. Com diagnóstico precoce, apoio multidisciplinar e estratégias pedagógicas eficazes, elas podem apresentar inteligência dentro ou acima da média. O acompanhamento pode envolver psicopedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos e outros profissionais, de acordo com as necessidades individuais.

Em sala de aula, é importante que os professores observem sinais como dificuldade em manter a atenção por longos períodos, impaciência, esquecimento de materiais, distração frequente e excesso de movimentos.

Na alfabetização, as principais dificuldades estão relacionadas à atenção, à memória, à autorregulação emocional e comportamental, à baixa motivação em tarefas repetitivas e, em alguns casos, à presença de comorbidades, como dislexia ou Transtorno Opositivo Desafiador (TOD). Diferentemente dos transtornos de linguagem, no TDAH o principal obstáculo está na manutenção do foco.

Para favorecer a aprendizagem, recomenda-se propor uma tarefa por vez, oferecer tempo extra para a execução, reduzir estímulos distratores e utilizar recursos visuais claros e objetivos. Estratégias práticas do cotidiano e instruções diretas também contribuem.

As dificuldades na escrita são comuns e podem estar associadas à impulsividade, à atenção reduzida e à coordenação motora fina. Medidas eficazes em sala são priorizar a qualidade em vez da quantidade, dividir atividades em etapas menores, respeitar o ritmo da criança e permitir pausas frequentes. O uso de recursos visuais, jogos, tecnologia e reforço positivo fortalece a motivação.

Leia Também:  Sesc Conviver recebe novos participantes da terceira idade

Lidar com o TDAH na alfabetização exige paciência, planejamento e empatia. Com adaptações simples e apoio adequado, é possível transformar desafios em oportunidades, promovendo aprendizado significativo e inclusão escolar.


(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber, psicopedagoga, psicomotricista, Doutoranda em Ciências do Desenvolvimento Humano e Mestra em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie, palestrante e autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem. Instituto NeuroSaber https://institutoneurosaber.com.br

 

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

CIDADES

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA