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*Projeto de Cattani que obriga Energísa a prestar atendimento em zona rural em 24 é aprovado na ALMT*

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O projeto de lei que obriga a concessionária de energia elétrica Energísa a prestar atendimento em no máximo 24 horas em propriedades em zonas rurais de Mato Grosso, de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), foi aprovado em segunda votação em sessão da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (11).

A proposta apresentada por Cattani determina que funcionários da Energísa estejam presentes para realizar reparos e manutenção em até 24 horas, em propriedades rurais de todo o Estado, onde existem pelo menos 300 unidades consumidoras ativas.

A medida, segundo Cattani, serve para proteger o cidadão que vive no campo e principalmente os pequenos produtores rurais que dependem da energia elétrica para manter a sua produção.

“Muitas reclamações chegaram ao meu gabinete, sobretudo nas áreas rurais, no que diz respeito à falta de energia elétrica, que duram dois dias, chegando à sete dias, a depender do que aconteceu. Imaginem só um leiteiro, que precisa acondicionar em ambiente refrigerado, seu produto, sob pena de perdimento total. São diversos os casos”, explicou o deputado.

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Lido em plenário em fevereiro deste ano, o projeto recebeu o parecer favorável da Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte em março e foi aprovado por unanimidade em primeira votação em plenário durante sessão no mês de abril.

Com o parecer favorável da Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte e da Comissão de Constituição, Justiça e Redação, o projeto agora vai à sanção do governador Mauro Mendes (União).

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AGRO & NEGÓCIOS

Circuito Aprosoja reúne produtores em Alta Floresta e debate endividamento, FETAB e desafios do agro em MT

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A manhã desta segunda-feira (18) foi marcada pela realização do 20º Circuito Aprosoja, em Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso. O encontro reuniu produtores rurais, empresários e lideranças do setor na sede do SIMENORTE, Sindicato dos Madeireiros do Extremo Norte de Mato Grosso.


Representando a Aprosoja-MT, o vice-presidente Luiz Pedro Bier fez um balanço dos últimos anos de atuação da entidade e destacou os principais desafios enfrentados pela agricultura mato-grossense. Entre os temas abordados estiveram o endividamento dos produtores, insegurança jurídica no campo, ameaças de invasão de terras, instabilidades climáticas, restrições ao crédito rural, regularização ambiental, logística e a cobrança do FETAB.


Durante a apresentação, Bier afirmou que o setor produtivo tem enfrentado uma combinação de fatores que pressionam diretamente a atividade no campo. Segundo ele, a queda no preço da soja, o aumento dos custos de produção, os juros elevados, a seca em algumas regiões e o excesso de chuvas em outras criaram um cenário de forte preocupação para os produtores.

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O vice-presidente também destacou a atuação da Aprosoja em pautas como a regularização do CAR, a defesa da propriedade privada, o enfrentamento à moratória da soja e o diálogo com instituições financeiras em busca de alternativas para o endividamento rural.


Outro ponto de destaque foi o FETAB. Bier afirmou que a entidade, junto com outras organizações do setor produtivo, tem trabalhado para evitar novos aumentos e buscar alívio ao produtor rural. Segundo ele, os congelamentos recentes e a possível não reedição do chamado FETAB 2 podem representar uma economia expressiva para o setor.

O ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan, também participou do encontro e falou sobre o impacto do FETAB no bolso do produtor, reforçando a cobrança por medidas que aliviem a carga sobre quem produz em Mato Grosso.

O evento também contou com palestra do professor HOC, que abordou temas ligados à geopolítica e seus reflexos no agronegócio brasileiro, especialmente em um momento de instabilidade econômica, disputas comerciais e mudanças no cenário internacional.


O Circuito Aprosoja em Alta Floresta reforçou a importância do debate regionalizado, ouvindo produtores e levando informações sobre as ações da entidade em defesa do setor produtivo mato-grossense.

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