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4º Boi no Rolete reúne multidão e encerra comemorações dos 40 anos de Terra Nova do Norte

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O município de Terra Nova do Norte viveu neste domingo (17) mais um grande momento das comemorações pelos 40 anos de emancipação da cidade. O tradicional 4º Boi no Rolete reuniu moradores, visitantes e lideranças políticas em um evento marcado pela confraternização, solidariedade e valorização das entidades sociais do município.

Realizado pelo Rotary Club de Terra Nova do Norte em parceria com a APAE, Prefeitura Municipal, Câmara de Vereadores e empresários locais, o evento encerrou oficialmente a programação festiva iniciada no último dia 13 de maio, aniversário da cidade.

A festa contou com a presença do pré-candidato ao Senado pelo Avante, Antônio Galvan, e da pré-candidata a deputada federal Dra. Paula Boaventura, ambos rotarianos e participantes das festividades no município.

Durante o evento, lideranças destacaram a importância da união entre sociedade civil, entidades beneficentes e poder público para fortalecer ações sociais e promover o desenvolvimento da região norte de Mato Grosso.

O presidente do Rotary Club de Terra Nova do Norte, Joelson de Lima, destacou que o evento já se tornou tradição no município e reforçou o caráter beneficente da iniciativa.


Segundo ele, a expectativa era atender entre mil e 1.200 pessoas ao longo do almoço, cuja renda auxilia os trabalhos desenvolvidos pela APAE local.

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“É um evento que fazemos em parceria com a APAE, com apoio da Câmara Municipal e da Prefeitura. Graças a Deus estamos realizando uma festa linda”, afirmou Joelson.

Já o secretário do Rotary, Nodir Rodrigues, lembrou que a programação dos 40 anos de Terra Nova contou com diversos eventos culturais e esportivos ao longo da semana, incluindo o Femuster, que distribuiu mais de R$ 150 mil em premiações.

“O Boi no Rolete já virou tradição em Terra Nova do Norte. É um evento que movimenta a cidade e une toda a sociedade em prol de uma causa social”, destacou.

O prefeito Pascoal Alberton celebrou o sucesso das festividades e agradeceu o envolvimento da população e das entidades parceiras.

“Começamos essa festa há mais de uma semana e encerramos hoje com grande sucesso. Isso só acontece graças às parcerias e ao empenho da sociedade de Terra Nova do Norte”, afirmou.

Durante o almoço, também houve momento de oração e agradecimento, com bênçãos direcionadas às famílias presentes, aos voluntários, cozinheiras, integrantes do Rotary e às crianças atendidas pela APAE.

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O pré-candidato ao Senado Antônio Galvan ressaltou a grandiosidade da festa e a força da tradição mato-grossense.

“Isso aqui representa a fartura de Mato Grosso. Um evento que reúne sociedade, comércio, entidades e muitas pessoas trabalhando juntas. É bonito ver uma festa desse tamanho celebrando os 40 anos de Terra Nova”, disse Galvan.

A preparação dos bois começou ainda na noite de sábado. Segundo os assadores responsáveis, cada animal servido no evento alimenta cerca de 400 pessoas, após aproximadamente 15 horas de fogo contínuo.

Além do almoço beneficente, o encerramento das comemorações contou com apresentações musicais de Eudes Guimarães, Cesinha Nascimento e do grupo Tchê Gaitasso, de Primavera do Leste.

O 4º Boi no Rolete consolidou mais uma vez a tradição de união comunitária em Terra Nova do Norte, encerrando as festividades dos 40 anos com grande participação popular e clima de celebração entre famílias, visitantes e lideranças da região.

por Luiz Henrique Menezes

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Dubai combate a fome com tecnologia e dignidade: conheça as máquinas que distribuem pão fresco gratuitamente 24 horas por dia

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Enquanto boa parte do mundo ainda enfrenta filas em bancos de alimentos e milhões de pessoas escondem a própria fome por vergonha, Dubai decidiu unir tecnologia e solidariedade para enfrentar um dos maiores problemas da humanidade.

Desde setembro de 2022, o emirado colocou em funcionamento o programa Bread for All (Pão para Todos), uma iniciativa que utiliza máquinas inteligentes capazes de assar e entregar pão fresco gratuitamente, funcionando durante 24 horas por dia.

Mais do que distribuir alimento, o projeto procura preservar aquilo que muitas vezes a pobreza também tira das pessoas: a dignidade.

Uma máquina que entrega mais do que pão

Foto divulgação

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, as máquinas não ficam espalhadas aleatoriamente pelas ruas.

Elas foram instaladas em unidades da rede de supermercados Aswaaq, em bairros estratégicos de Dubai, como Al Mizhar, Mirdif, Al Warqaa, Nad Al Sheba, Al Quoz e Al Badaa.

A escolha desses locais garante segurança, energia elétrica, monitoramento por câmeras e facilidade para o abastecimento.

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Quem precisa apenas faz o pedido e, poucos minutos depois, recebe um pão recém-assado.

Sem filas.

Sem cadastros.

Sem precisar explicar sua condição financeira.

Não existe ninguém entregando o alimento

Foto divulgação

Embora o atendimento seja totalmente automatizado para quem utiliza o equipamento, existe uma equipe trabalhando nos bastidores. Funcionários fazem a reposição dos ingredientes, realizam a limpeza, a manutenção preventiva e monitoram o funcionamento das máquinas.

Toda a operação é acompanhada remotamente, permitindo saber quando uma unidade precisa ser reabastecida ou apresentar algum problema técnico.

Quem paga essa conta?

As máquinas não dependem exclusivamente do governo. Elas recebem recursos de empresas, empresários e cidadãos que fazem doações diretamente no equipamento ou por meios digitais.


Um dos maiores exemplos foi o empresário Khalaf Al Habtoor, que patrocinou a instalação de dez novas máquinas para ampliar o alcance do programa. É uma corrente de solidariedade sustentada pela própria sociedade.

O mundo ainda convive com a fome

Mas existe uma dor que raramente aparece nas estatísticas.

A vergonha.

Muitas famílias deixam de procurar ajuda porque sentem constrangimento em enfrentar filas ou expor sua situação.

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Foi justamente esse aspecto que Dubai decidiu combater.

Ali, ninguém pergunta quem você é. Ninguém exige documentos. A máquina simplesmente entrega o pão. Poderia funcionar no Brasil? Essa talvez seja a pergunta mais importante.

É evidente que máquinas não acabam com a pobreza. Não resolvem desemprego.

Não substituem políticas públicas. Mas mostram que tecnologia pode ser usada para reduzir burocracia, diminuir custos operacionais e preservar a dignidade das pessoas.

Imagine equipamentos semelhantes instalados em hospitais públicos, rodoviárias, centros comunitários ou mercados municipais, oferecendo alimentos básicos durante todo o dia para quem realmente precisa.

Seria uma forma moderna de combater a fome sem expor quem vive esse drama diariamente.

Minha reflexão

Vivemos uma época em que a tecnologia costuma ser lembrada por inteligência artificial, carros autônomos e robôs.

Dubai decidiu utilizá-la para algo muito mais simples, e talvez muito mais importante.

Alimentar pessoas.

Porque combater a fome não significa apenas colocar comida na mesa.

Significa permitir que alguém receba ajuda sem perder a própria dignidade.

Talvez seja justamente essa a maior inovação do projeto Bread for All.

Saran News.

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