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Feirantes ressaltam trabalho de Wellington para reforma do Mercado do Porto

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Os feirantes do Mercado do Porto receberam o senador Wellington Fagundes na manhã deste sábado (20) e reconheceram que a maior parte dos recursos para a obra da reforma e ampliação do local vieram de emendas parlamentares destinadas pelo senador no valor de R$ 1,9 milhão.

“A gente tem um carinho muito grande pelo senador Wellington, parte dos recursos que está aqui nessa obra nova, veio através dele. Os feirantes têm esse reconhecimento. Sabemos que se ele tiver mais 8 anos aí, vai só somar para o Mercado do Porto para mais reformas que temos que fazer. Tenho certeza que o Wellington olha com carinho para esse local”, disse o presidente da Associação do Mercado do Porto, Jorge Antonio Lemos Junior.

Junior disse que mais do que ter destinado os recursos, o senador é cliente e frequenta o local. Muitos permissionários já conhecem Wellington.

“Wellington trabalha em prol dos feirantes e a gente fica confortável com a visita dele, recebe de braços abertos e apoiamos ele para mais 8 anos de mandato, pois sabemos que ele vai nos ajudar na continuidade da obra”, comentou o presidente da associação que disse que será feita uma reforma na parte antiga do Mercado do Porto, após a inauguração do novo espaço e estacionamento.

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O senador esteve no local na companhia do governador Mauro Mendes, ambos candidatos à reeleição, além do candidato a primeiro suplente na chapa de Wellington, Mauro Carvalho.

“A feira é um espaço de que quem produz e quem consome produtos de qualidade. Tive a oportunidade de ajudar muitas feiras no Estado e esta de Cuiabá é tradicionalíssima. Sempre busquei ajudar os municípios independente da cor partidária. A população cuiabana terá um espaço de uma das melhores feiras do país, com ar condicionado e melhor espaço. Hoje discutimos com o Junior sobre a possibilidade de construirmos um espaço para inspeção sanitária aqui dentro da própria feira, para obter selo de garantia e trabalhar com mais segurança sanitária”.

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AGRO & NEGÓCIOS

Circuito Aprosoja reúne produtores em Alta Floresta e debate endividamento, FETAB e desafios do agro em MT

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A manhã desta segunda-feira (18) foi marcada pela realização do 20º Circuito Aprosoja, em Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso. O encontro reuniu produtores rurais, empresários e lideranças do setor na sede do SIMENORTE, Sindicato dos Madeireiros do Extremo Norte de Mato Grosso.


Representando a Aprosoja-MT, o vice-presidente Luiz Pedro Bier fez um balanço dos últimos anos de atuação da entidade e destacou os principais desafios enfrentados pela agricultura mato-grossense. Entre os temas abordados estiveram o endividamento dos produtores, insegurança jurídica no campo, ameaças de invasão de terras, instabilidades climáticas, restrições ao crédito rural, regularização ambiental, logística e a cobrança do FETAB.


Durante a apresentação, Bier afirmou que o setor produtivo tem enfrentado uma combinação de fatores que pressionam diretamente a atividade no campo. Segundo ele, a queda no preço da soja, o aumento dos custos de produção, os juros elevados, a seca em algumas regiões e o excesso de chuvas em outras criaram um cenário de forte preocupação para os produtores.

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O vice-presidente também destacou a atuação da Aprosoja em pautas como a regularização do CAR, a defesa da propriedade privada, o enfrentamento à moratória da soja e o diálogo com instituições financeiras em busca de alternativas para o endividamento rural.


Outro ponto de destaque foi o FETAB. Bier afirmou que a entidade, junto com outras organizações do setor produtivo, tem trabalhado para evitar novos aumentos e buscar alívio ao produtor rural. Segundo ele, os congelamentos recentes e a possível não reedição do chamado FETAB 2 podem representar uma economia expressiva para o setor.

O ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan, também participou do encontro e falou sobre o impacto do FETAB no bolso do produtor, reforçando a cobrança por medidas que aliviem a carga sobre quem produz em Mato Grosso.

O evento também contou com palestra do professor HOC, que abordou temas ligados à geopolítica e seus reflexos no agronegócio brasileiro, especialmente em um momento de instabilidade econômica, disputas comerciais e mudanças no cenário internacional.


O Circuito Aprosoja em Alta Floresta reforçou a importância do debate regionalizado, ouvindo produtores e levando informações sobre as ações da entidade em defesa do setor produtivo mato-grossense.

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