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Homem é preso por porte ilegal de arma de fogo e polícia apreende 40 munições

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Policiais militares da 25º Companhia Independente prenderam, na noite desta segunda-feira (27.06), um homem por porte ilegal de arma de fogo e apreenderam um veículo, uma pistola e diversas munições, no bairro São Mateus, em Várzea Grande. 

Segundo informações do boletim de ocorrência, a Polícia Militar fazia patrulhamento de rotina pela Rodovia dos Imigrantes com objetivo de acompanhar um suspeito, em um veículo Fiat Pálio branco, que comercializava entorpecentes e ameaçava comerciantes da região.

Os militares intensificaram a fiscalização e identificaram o veículo trafegando em algumas ruas do bairro, momento em que foi abordado. O homem, que faz uso de tornozeleira eletrônica e possuí diversas passagens por tráfico de drogas, roubo e furto, estava na companhia da esposa, gestante. 

Ao vistoriar o veículo, os policiais encontraram, no porta-luvas, uma pistola calibre .40, marca taurus, e um carregador com 15 munições intactas. O suspeito relatou que, em uma residência próximo do local em que foi abordado, possuía uma maleta, um carregador de pistola e mais 25 munições também intactas. Com apoio do 4º Batalhão da Polícia Militar, os policiais apreenderam os materiais.

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A esposa do suspeito ficou aos cuidados da mãe no bairro Pirineu, enquanto o suspeito foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer. 

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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PL 3574/2024 endurece punições para motoristas alcoolizados, mas enfrenta desafios jurídicos para sair do papel

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O Projeto de Lei 3574/2024, de autoria do deputado Gilvan Maximo, reacende um debate sensível no país: o endurecimento das punições para motoristas que dirigem sob efeito de álcool e provocam acidentes com vítimas. A proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, amplia significativamente as sanções administrativas e financeiras nesses casos, prevendo multas elevadas, suspensão prolongada da CNH e responsabilização direta pelos custos das vítimas.

Pelo texto, condutores que causarem morte ao volante sob efeito de álcool poderão sofrer multa multiplicada em até 100 vezes e perder o direito de dirigir por até 10 anos. Em situações de invalidez permanente, a penalidade também é rigorosa, com multa elevada e suspensão da habilitação por cinco anos. Além disso, o projeto estabelece que o infrator deverá arcar com despesas médicas e indenizações durante o período de recuperação da vítima. A proposta encontra respaldo em um forte apelo social. Em um país onde acidentes de trânsito ainda figuram entre as principais causas de morte, o endurecimento das regras é visto por muitos como resposta à sensação de impunidade. Especialistas apontam que medidas mais severas podem ter efeito pedagógico e contribuir para a redução de condutas de risco, sobretudo quando associadas à fiscalização eficiente. No entanto, o projeto também apresenta fragilidades jurídicas que podem comprometer sua efetividade. Um dos principais pontos de atenção está na forma como a responsabilização financeira é descrita. Trechos que tratam de indenizações vinculadas à renda ou à previdência do infrator levantam dúvidas quanto à constitucionalidade e à viabilidade prática de execução. Há ainda o risco de sobreposição com normas já existentes no Código de Trânsito Brasileiro e na legislação penal, o que pode gerar conflitos de interpretação e judicialização.

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Outro desafio é garantir que o endurecimento das penalidades não se limite ao papel. Sem fiscalização consistente e estrutura adequada para aplicação das sanções, há o risco de a proposta se tornar mais um dispositivo de difícil implementação, sem impacto real na redução dos acidentes. Em análise geral, o PL 3574/2024 surge como uma resposta política alinhada ao clamor popular por mais rigor no trânsito. No entanto, seu avanço dependerá de ajustes técnicos que assegurem segurança jurídica e aplicabilidade. O equilíbrio entre punição efetiva e viabilidade legal será determinante para que a proposta deixe de ser apenas simbólica e se transforme em instrumento concreto de prevenção.

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