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Ação integrada apreende madeira nativa de área de desmatamento

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Mais uma ação integrada envolvendo o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) e a Sema/MT, apreendeu madeira nativa, em forma de lenha, que havia sido extraída de área de desmatamento. Além da caracterização do crime ambiental, suspeitos foram detidos e materiais e equipamentos também apreendidos.

Conforme a guarnição, as multas – R$ 8,49 mil – e autuações consideram a armazenagem/transporte de madeira nativa lenha, sem autorização do órgão ambiental competente.

Na última terça-feira (28) a equipe técnica de fiscalização do Núcleo de Polícia Militar de Proteção Ambiental, de Barra do Bugres, em conjunto com a diretoria descentralizada da Sema/MT de Tangará da Serra, em atendimento a demanda de pontos de desmatamentos cedidos pela plataforma Planet, constatou que em um lote do Assentamento Bojui, zona rural do município de Diamantino, havia dois suspeitos realizando o armazenamento e transporte de madeira nativa lenha, sem a documentação exigida pela legislação ambiental em um local de desmatamento. Ao constatar as irregularidades as atividades foram paralisadas, realizada a cubagem da madeira lenha e a apreensão de  dois tratores e em um caminhão.

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Diante dos fatos foi realizada a condução de dois suspeitos a Delegacia de Policia Civil de Diamantino para que sejam tomadas as medidas cabíveis.

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Cuiabá antecipou entendimento da Justiça e fortaleceu a PGM

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A Procuradoria Geral do Município (PGM) de Cuiabá consolidou, em 2024, um avanço institucional decisivo ao estabelecer que o cargo de procurador-geral seja ocupado unicamente por membro estável da carreira. Incorporada à Lei Orgânica do Município pela Emenda nº 47, a medida colocou a capital mato-grossense à frente na valorização da advocacia pública, prevendo uma tendência de fortalecimento dos quadros concursados que ganha repercussão em decisões recentes de Tribunais de Justiça pelo país, como o de São Paulo (TJSP), cuja recente decisão reforça o modelo atualmente adotado na capital mato-grossense.

A proposta, encaminhada pelo Executivo Municipal e aprovada pela Câmara Municipal de Cuiabá em julho de 2024, inseriu na Lei Orgânica dispositivos que reconhecem a PGM como instituição essencial à administração pública . A norma determina expressamente que o chefe do órgão seja nomeado pelo prefeito entre os procuradores efetivos do município.

A alteração da Lei Orgânica representou um marco para a Procuradoria Geral do Município de Cuiabá, instituição que completa 75 anos de história em 31 de julho de 2026.

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A regra foi respeitada pela nova gestão na transição do cenário político na capital, permanecendo decisiva para resguardar a estabilidade da instituição.

“A decisão paulista reforça a posição já adotada por Cuiabá, desde 2024 e que permanece hoje, demonstrando também o reconhecimento e credibilidade da instituição junto ao Executivo da capital, reafirmando que a representação judicial e a consultoria são funções técnicas típicas de Estado”, declarou o Procurador geral do Município, Luiz Antônio Araújo Junior.

“A criação e posterior manutenção da norma garantiram a posição institucional indispensável à condução da PGM, para que garantias conquistadas pela advocacia pública sejam cada vez mais fortalecidas”, afirmou a procuradora e presidente da União dos Procuradores do Município de Cuiabá (Uniproc), Georgia Fajuri Gebara.

Ainda, a escolha adotada em Cuiabá tem respaldo em entendimentos consolidados no Poder Judiciário e vai ao encontro de posição recentemente proferida pelo Órgão Especial do TJSP, respaldada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou inconstitucional nomeação de comissionados à chefia da advocacia pública em municípios com Procuradoria estruturada, determinando que o cargo seja restrito a servidores efetivos.

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