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Termo de cooperação com MPE ofertará cursos e capacitações a policiais militares

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) passará a disponibilizar cursos e capacitações aos policiais militares. O Termo de Cooperação Técnica, que prevê a oferta, foi assinado nesta terça-feira (01.11) pelo procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges, pelo secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, e pelo comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Mendes.

O acesso aos cursos será virtual, por meio da plataforma Moodle, que já é utilizada por servidores do MPE através do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional – Escola Institucional do órgão. A cooperação entre as duas instituições tem validade de 60 meses.

Para o comandante-geral da Polícia Militar, a assinatura do termo é de fundamental importância para a base de conhecimento da instituição, e para que o policial militar possa renovar seu conhecimento com os cursos de excelência oferecidos pelo MP.

Já o procurador-geral de Justiça se mostrou satisfeito com a colaboração, já que em outras vezes o MPE contribuiu com o trabalho da Polícia Militar, como no caso da disponibilização do Sistema Integrado do Ministério Público (SIMP), para tramitar os inquéritos policiais militares.

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“Com esta cooperação técnica, que é uma satisfação muito grande para nós, podemos passar toda nossa plataforma de cursos, disponíveis por meio da nossa Escola de Governo”, pontuou José Antônio Borges.

Fonte: GOV MT

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Cuiabá antecipou entendimento da Justiça e fortaleceu a PGM

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A Procuradoria Geral do Município (PGM) de Cuiabá consolidou, em 2024, um avanço institucional decisivo ao estabelecer que o cargo de procurador-geral seja ocupado unicamente por membro estável da carreira. Incorporada à Lei Orgânica do Município pela Emenda nº 47, a medida colocou a capital mato-grossense à frente na valorização da advocacia pública, prevendo uma tendência de fortalecimento dos quadros concursados que ganha repercussão em decisões recentes de Tribunais de Justiça pelo país, como o de São Paulo (TJSP), cuja recente decisão reforça o modelo atualmente adotado na capital mato-grossense.

A proposta, encaminhada pelo Executivo Municipal e aprovada pela Câmara Municipal de Cuiabá em julho de 2024, inseriu na Lei Orgânica dispositivos que reconhecem a PGM como instituição essencial à administração pública . A norma determina expressamente que o chefe do órgão seja nomeado pelo prefeito entre os procuradores efetivos do município.

A alteração da Lei Orgânica representou um marco para a Procuradoria Geral do Município de Cuiabá, instituição que completa 75 anos de história em 31 de julho de 2026.

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A regra foi respeitada pela nova gestão na transição do cenário político na capital, permanecendo decisiva para resguardar a estabilidade da instituição.

“A decisão paulista reforça a posição já adotada por Cuiabá, desde 2024 e que permanece hoje, demonstrando também o reconhecimento e credibilidade da instituição junto ao Executivo da capital, reafirmando que a representação judicial e a consultoria são funções técnicas típicas de Estado”, declarou o Procurador geral do Município, Luiz Antônio Araújo Junior.

“A criação e posterior manutenção da norma garantiram a posição institucional indispensável à condução da PGM, para que garantias conquistadas pela advocacia pública sejam cada vez mais fortalecidas”, afirmou a procuradora e presidente da União dos Procuradores do Município de Cuiabá (Uniproc), Georgia Fajuri Gebara.

Ainda, a escolha adotada em Cuiabá tem respaldo em entendimentos consolidados no Poder Judiciário e vai ao encontro de posição recentemente proferida pelo Órgão Especial do TJSP, respaldada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou inconstitucional nomeação de comissionados à chefia da advocacia pública em municípios com Procuradoria estruturada, determinando que o cargo seja restrito a servidores efetivos.

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