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Ao lado da presidente do PL Mulher de Mato Grosso, Gislaine Yamashita, candidata a deputada estadual percorre municípios e transforma encontros com lideranças femininas em espaços de diálogo sobre participação política, família, educação e enfrentamento à violência contra a mulher

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A candidata a deputada estadual Professora Mazé (PL) está percorrendo Mato Grosso ao lado da presidente do PL Mulher no Estado, Gislaine Yamashita, em uma agenda voltada ao encontro com mulheres, lideranças locais e representantes da sociedade. O roteiro já passou por Nova Olímpia, Tangará da Serra, Sapezal e Guarantã do Norte, chegando a Aripuanã, onde mais uma rodada de conversas reuniu mulheres interessadas em ampliar sua participação na sociedade e na vida pública.

Ao lado de Gislaine Yamashita, Mazé tem defendido que essa participação não precisa começar necessariamente por uma candidatura. A orientação apresentada durante os encontros é para que as mulheres conheçam e participem dos conselhos municipais, conselhos de Educação, conselhos dos Direitos da Mulher e demais espaços onde decisões importantes para as comunidades são discutidas.

“Estamos aqui para encorajar e convidar mulheres para participar da vida pública efetivamente”, afirma.

DA SALA DE AULA PARA AS ESTRADAS DE MATO GROSSO


Mazé leva para essa caminhada uma experiência construída principalmente dentro da escola. Durante sua trajetória como professora, desenvolveu conversas e palestras com adolescentes sobre prevenção da gravidez precoce, infecções sexualmente transmissíveis, cuidados com o corpo, relacionamentos e situações de vulnerabilidade. Um dos episódios lembrados pela candidata ocorreu durante a Copa do Mundo de 2014, quando Cuiabá recebeu turistas de diversas partes do mundo. Na ocasião, Mazé relata que foi escolhida em sua escola para orientar estudantes sobre prevenção à exploração e ao turismo sexual e sobre os cuidados necessários diante daquele período de grande circulação de visitantes na capital. Essa experiência educacional passou a se misturar também à própria história pessoal. Mazé relata ter enfrentado situações de assédio durante a infância e a adolescência e afirma que, anos depois, viu a própria filha sofrer assédio sexual. São episódios que, segundo ela, deixaram marcas na família e reforçaram sua preocupação com meninas e mulheres que enfrentam situações semelhantes. Por isso, durante a viagem, um dos temas que mais aparecem em suas conversas é a identificação dos primeiros sinais de relacionamentos abusivos e controladores. Mazé chama atenção para comportamentos que muitas vezes começam com tentativas de controlar amizades, roupas, rotina e decisões da mulher e que podem evoluir para situações mais graves de violência.

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AGOSTO LILÁS E O ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA

A passagem pelos municípios ocorre também durante o Agosto Lilás, período nacional de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. Mazé tem aproveitado os encontros para abordar o assunto e incentivar mulheres em situação de vulnerabilidade a reconhecer sinais de violência e procurar ajuda. Para a professora, a violência doméstica ultrapassa a relação entre agressor e vítima. Seus efeitos alcançam filhos, familiares e toda a estrutura social ao redor daquela mulher, produzindo consequências emocionais, sociais e econômicas. Ela também defende maior efetividade das políticas e dos mecanismos já existentes de proteção às mulheres, tema que pretende levar para sua atuação política caso seja eleita para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Na avaliação apresentada por Mazé durante os encontros, fortalecer a mulher significa também fortalecer a família. A candidata ressalta a importância de homens e mulheres construírem relações baseadas no respeito, sem uma disputa entre os gêneros.

“Precisamos fazer com que mulheres e homens caminhem respeitosamente um ao lado do outro”, afirma.

MULHERES ENCONTRANDO MULHERES


A agenda organizada pelas representantes municipais do PL Mulher tem permitido que Gislaine Yamashita e Professora Mazé encontrem diferentes realidades ao longo das estradas de Mato Grosso. Em cada município, a proposta é semelhante: abrir espaço para que mulheres falem, apresentem suas experiências, revelem dificuldades e descubram possibilidades de participação.

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Em Aripuanã, no encerramento desta etapa do percurso, Mazé definiu o encontro como uma conversa “de mulher para mulher”, especialmente com lideranças que começam a enxergar na política e nos espaços públicos uma possibilidade de participação mais efetiva.


Depois de uma vida dentro da escola, Mazé agora percorre Mato Grosso colocando essa experiência no centro das conversas. Para ela, a estrada também se tornou uma extensão da sala de aula: um lugar para ouvir, ensinar e aprender. E é justamente nessa troca que a candidata diz encontrar um dos principais resultados da viagem: mulheres que chegam para ouvir outras mulheres e terminam os encontros percebendo que também podem se transformar em lideranças dentro de suas comunidades.

“Nós trazemos e levamos experiências. É uma troca efetiva e uma valorização da mulher. Estamos rodando Mato Grosso em comunicação e valorização umas das outras.”, resume Professora Mazé.

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Vivo e Starlink avançam em testes para levar sinal de satélite diretamente ao celular no Brasil

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Nome “Vivo Starlink” começa a aparecer em smartphones enquanto operadora testa tecnologia capaz de conectar celulares diretamente a satélites, sem necessidade da tradicional antena da Starlink

Uma mudança discreta percebida por usuários de telefonia móvel nos últimos dias pode ser o sinal de uma transformação importante na forma como os brasileiros se conectam. O nome “Vivo Starlink” começou a aparecer na identificação de rede de alguns aparelhos, justamente no momento em que a Telefônica Brasil, dona da Vivo, avança nos testes de comunicação direta entre smartphones e satélites.
A tecnologia é conhecida como Direct-to-Device, ou D2D, e permite que determinados celulares se comuniquem diretamente com satélites em órbita, sem depender exclusivamente de uma torre convencional de telefonia próxima e sem a necessidade de instalar a conhecida antena externa utilizada atualmente pelos clientes da internet residencial da Starlink. (Tecnoblog)
O SaranNews verificou a informação e confirmou que existe, de fato, uma autorização da Agência Nacional de Telecomunicações, Anatel para que a Telefônica Brasil realize testes da tecnologia em território nacional.
Segundo informações publicadas pelo setor especializado em telecomunicações, o Ato nº 9.095, publicado no Diário Oficial da União em 15 de julho, autorizou experimentos entre 19 de julho e 22 de outubro de 2026, envolvendo até 50 terminais móveis. (TeleSíntese)
Embora o documento da Anatel não identifique formalmente a companhia responsável pelo segmento espacial do experimento, informações de mercado apontam para negociações entre a Vivo e a SpaceX, empresa de Elon Musk responsável pela constelação Starlink. (TeleSíntese)
Nos últimos dias, o avanço ficou ainda mais evidente. Clientes começaram a registrar em seus aparelhos a identificação “Vivo Starlink”, e fontes ouvidas pelo Tecnoblog indicam que as empresas estão caminhando para uma parceria estratégica que poderá resultar na oferta comercial do serviço nos próximos meses. Vivo e Starlink, entretanto, ainda não divulgaram oficialmente os detalhes de um eventual contrato. (Tecnoblog)
O celular vira uma espécie de “antena de satélite”
Na prática, a proposta é fazer com que os próprios satélites funcionem como torres de telefonia no espaço.
Em uma região com cobertura convencional de 4G ou 5G, nada muda: o aparelho continua conectado às antenas terrestres da operadora. Mas, ao chegar a uma fazenda, estrada, região de mata ou qualquer outro ponto sem cobertura convencional, um aparelho compatível poderá procurar o sinal do satélite.
É justamente aí que está o potencial da tecnologia.
Em um país continental como o Brasil, onde há enormes áreas rurais e extensos trechos de rodovias sem cobertura de telefonia, o D2D poderá reduzir significativamente os chamados “buracos de sinal”.
A própria Anatel vem estudando a comunicação direta entre dispositivos móveis e satélites há alguns anos. Em 2024, a agência já havia autorizado os primeiros experimentos de D2D no país, apontando a tecnologia como uma alternativa capaz de ampliar futuramente a cobertura dos sistemas móveis brasileiros. (Serviços e Informações do Brasil)
Não significa internet Starlink liberada para todos
É justamente neste ponto que algumas publicações nas redes sociais precisam ser interpretadas com cautela.
Ver a identificação “Vivo Starlink” no telefone não significa que todos os clientes da Vivo já tenham acesso à internet da Starlink.
O serviço continua em fase experimental e detalhes importantes ainda são desconhecidos, entre eles os modelos de celulares definitivamente compatíveis, planos que terão acesso, preço, velocidade e quais serviços serão disponibilizados inicialmente.
A tendência internacional é que a conexão por satélite comece com funções mais simples, sobretudo mensagens e comunicações emergenciais, antes da expansão para serviços mais pesados de dados.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a T-Mobile já opera comercialmente um serviço baseado na Starlink para comunicação direta com celulares. A tecnologia é considerada principalmente um complemento à rede terrestre, e não uma substituição do 4G, 5G, das fibras ópticas ou das atuais torres de telefonia. (Tecnoblog)
Uma mudança especialmente importante para o interior

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Para Mato Grosso e outros estados com extensas áreas rurais, a tecnologia pode ter um impacto ainda maior.
Rodovias, propriedades rurais, áreas de produção agrícola, comunidades isoladas, regiões de fronteira e locais distantes dos grandes centros ainda convivem com ausência ou instabilidade de sinal.
Uma comunicação direta entre celular e satélite poderia representar não apenas comodidade, mas também segurança.
Um motorista com o veículo quebrado em uma estrada sem cobertura, uma ocorrência policial em área remota, equipes de saúde, produtores rurais ou pessoas envolvidas em situações de emergência poderiam, no futuro, ter uma alternativa de comunicação justamente onde hoje aparece no celular a temida mensagem: “sem serviço”.
Por enquanto, ainda estamos diante de testes.
Mas o surgimento da identificação “Vivo Starlink” nos aparelhos mostra que aquela ideia que poucos anos atrás parecia distante, apontar um celular comum para o céu e conseguir comunicação por meio de um satélite, está cada vez mais próxima de fazer parte do cotidiano brasileiro.

Vivo e Starlink avançam em testes para levar sinal de satélite diretamente ao celular no Brasil
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A tecnologia é conhecida como Direct-to-Device, ou D2D, e permite que determinados celulares se comuniquem diretamente com satélites em órbita, sem depender exclusivamente de uma torre convencional de telefonia próxima e sem a necessidade de instalar a conhecida antena externa utilizada atualmente pelos clientes da internet residencial da Starlink. (Tecnoblog)
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Segundo informações publicadas pelo setor especializado em telecomunicações, o Ato nº 9.095, publicado no Diário Oficial da União em 15 de julho, autorizou experimentos entre 19 de julho e 22 de outubro de 2026, envolvendo até 50 terminais móveis. (TeleSíntese)
Embora o documento da Anatel não identifique formalmente a companhia responsável pelo segmento espacial do experimento, informações de mercado apontam para negociações entre a Vivo e a SpaceX, empresa de Elon Musk responsável pela constelação Starlink. (TeleSíntese)
Nos últimos dias, o avanço ficou ainda mais evidente. Clientes começaram a registrar em seus aparelhos a identificação “Vivo Starlink”, e fontes ouvidas pelo Tecnoblog indicam que as empresas estão caminhando para uma parceria estratégica que poderá resultar na oferta comercial do serviço nos próximos meses. Vivo e Starlink, entretanto, ainda não divulgaram oficialmente os detalhes de um eventual contrato. (Tecnoblog)
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Na prática, a proposta é fazer com que os próprios satélites funcionem como torres de telefonia no espaço.
Em uma região com cobertura convencional de 4G ou 5G, nada muda: o aparelho continua conectado às antenas terrestres da operadora. Mas, ao chegar a uma fazenda, estrada, região de mata ou qualquer outro ponto sem cobertura convencional, um aparelho compatível poderá procurar o sinal do satélite.
É justamente aí que está o potencial da tecnologia.
Em um país continental como o Brasil, onde há enormes áreas rurais e extensos trechos de rodovias sem cobertura de telefonia, o D2D poderá reduzir significativamente os chamados “buracos de sinal”.
A própria Anatel vem estudando a comunicação direta entre dispositivos móveis e satélites há alguns anos. Em 2024, a agência já havia autorizado os primeiros experimentos de D2D no país, apontando a tecnologia como uma alternativa capaz de ampliar futuramente a cobertura dos sistemas móveis brasileiros. (Serviços e Informações do Brasil)

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O serviço continua em fase experimental e detalhes importantes ainda são desconhecidos, entre eles os modelos de celulares definitivamente compatíveis, planos que terão acesso, preço, velocidade e quais serviços serão disponibilizados inicialmente.
A tendência internacional é que a conexão por satélite comece com funções mais simples, sobretudo mensagens e comunicações emergenciais, antes da expansão para serviços mais pesados de dados.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a T-Mobile já opera comercialmente um serviço baseado na Starlink para comunicação direta com celulares. A tecnologia é considerada principalmente um complemento à rede terrestre, e não uma substituição do 4G, 5G, das fibras ópticas ou das atuais torres de telefonia. (Tecnoblog)
Uma mudança especialmente importante para o interior
Para Mato Grosso e outros estados com extensas áreas rurais, a tecnologia pode ter um impacto ainda maior.
Rodovias, propriedades rurais, áreas de produção agrícola, comunidades isoladas, regiões de fronteira e locais distantes dos grandes centros ainda convivem com ausência ou instabilidade de sinal.
Uma comunicação direta entre celular e satélite poderia representar não apenas comodidade, mas também segurança.
Um motorista com o veículo quebrado em uma estrada sem cobertura, uma ocorrência policial em área remota, equipes de saúde, produtores rurais ou pessoas envolvidas em situações de emergência poderiam, no futuro, ter uma alternativa de comunicação justamente onde hoje aparece no celular a temida mensagem: “sem serviço”.

Por enquanto, ainda estamos diante de testes.

Mas o surgimento da identificação “Vivo Starlink” nos aparelhos mostra que aquela ideia que poucos anos atrás parecia distante, apontar um celular comum para o céu e conseguir comunicação por meio de um satélite, está cada vez mais próxima de fazer parte do cotidiano brasileiro.

SaranNews — Informação com responsabilidade. Informação com responsabilidade.

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