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Hospital Santa Rosa conquista o Selo Segurança do Paciente 2026 da Epimed e IBSP

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O Hospital Santa Rosa, integrante do Grupo Santa em Cuiabá (MT), conquistou, por mais um ano consecutivo, o Selo Segurança do Paciente 2026. Concedido anualmente pela Epimed Solutions em parceria com o Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente (IBSP), o reconhecimento atesta o elevado padrão de maturidade assistencial e a eficiência da instituição mato-grossense no monitoramento, notificação, investigação e tratamento de incidentes e eventos adversos.

O selo é concedido exclusivamente a instituições de saúde que utilizam a plataforma Epimed Monitor Segurança do Paciente e mantêm desempenho consistente e transparente na gestão de riscos assistenciais, em conformidade com as recomendações da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 36/2013 da Anvisa.

A conquista do Hospital Santa Rosa soma-se ao desempenho do Grupo Santa na região Centro-Oeste, que também teve reconhecidos o Hospital Santa Lúcia Sul (HSLS) e o Hospital Santa Lúcia Taguatinga (HSLT), no Distrito Federal; o Ânima Centro Hospitalar, em Anápolis (GO); e o Hospital do Coração, em Campo Grande (MS).

Para o diretor-geral do Hospital Santa Rosa, Dr. Cervantes Caporossi, a renovação do selo representa a consolidação de um trabalho construído diariamente pelas equipes da instituição.

“Esse reconhecimento demonstra que não apenas notificamos os incidentes, mas utilizamos essas informações de forma estruturada para aprender, revisar processos e tornar a assistência cada vez mais segura. Para os nossos pacientes, significa que existe um compromisso permanente com a prevenção de riscos, com a transparência e com a melhoria contínua”, afirma.

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Métricas e gestão de riscos em Cuiabá

A manutenção do selo pelo Hospital Santa Rosa exige o cumprimento contínuo de metas operacionais e clínicas, mensuradas de maneira automatizada por indicadores da plataforma. Para assegurar a renovação em 2026, a unidade sustentou padrões de maturidade assistencial baseados em três critérios fundamentais:

● Classificação assertiva de eventos: percentual de notificações classificadas na categoria “Outra natureza” menor ou igual a 25%, demonstrando precisão no diagnóstico da causa raiz dos incidentes;
● Detecção precoce de inconformidades: tempo médio para identificação e registro do evento adverso menor ou igual a 7 dias;
● Agilidade na investigação: tempo médio para conclusão do processo de apuração e proposição de planos de ação corretivos menor ou igual a 45 dias.

A manutenção dessas métricas reflete uma cultura organizacional baseada na vigilância ativa e no aprendizado contínuo. A identificação de inconformidades permite revisar fluxos internos, estabelecer ações preventivas e implementar barreiras de proteção para reduzir a possibilidade de recorrência dos eventos.

Segundo Dr. Cervantes, um dos principais avanços está justamente na compreensão de que a notificação deve ser utilizada como ferramenta de aperfeiçoamento da assistência, e não como instrumento de responsabilização individual.

O uso da plataforma Epimed permite produzir informações confiáveis, identificar tendências e definir ações preventivas. Além disso, investimos continuamente na capacitação das equipes, na análise dos eventos, no acompanhamento de indicadores e no envolvimento das lideranças, para que a segurança esteja integrada à rotina assistencial e não seja apenas uma exigência de certificação”, explica.

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Na prática, essa cultura está presente desde a comunicação entre os profissionais até procedimentos rotineiros, como a dupla checagem de informações, a identificação correta dos pacientes e o estímulo para que colaboradores comuniquem situações de risco. Os incidentes identificados também são discutidos pelas equipes com foco no aprendizado e no aprimoramento dos processos.

Padronização assistencial e integração de rede

A certificação simultânea de várias unidades do Grupo Santa no Centro-Oeste evidencia a padronização das práticas de qualidade e segurança do paciente mantidas em diferentes níveis de complexidade. A integração dos sistemas de qualidade e a capacitação contínua das equipes multidisciplinares garantem que o mesmo rigor técnico seja aplicado em centros hospitalares de diferentes estados.

Para a diretora de Práticas Assistenciais do Grupo Santa, Rosana Schneider, o selo valida o empenho corporativo em transformar dados de qualidade em segurança real no leito. “Promovemos uma cultura que estimula a notificação transparente de incidentes para que cada ocorrência seja transformada em oportunidade de aprendizado e aprimoramento dos processos”, destaca. “Essa gestão orientada por indicadores consolida um ambiente hospitalar cada vez mais seguro e resolutivo para cada vida sob nossa responsabilidade.”

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Log Lab amplia formação em tecnologia e capacita profissionais da Semfaz de São Luís

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Capacitação reuniu cerca de 15 profissionais e combinou conhecimentos técnicos, habilidades comportamentais, metodologias ativas e aplicações de inteligência artificial_

A escassez de mão de obra qualificada é um dos gargalos mais sentidos hoje pelo setor de tecnologia, e também um dos mais difíceis de resolver em tempo hábil, já que formar um bom analista de requisitos não é questão de meses. Diante desse cenário, a Log Lab optou por um caminho pouco convencional: em vez de disputar no mercado profissionais já prontos, passou a formar os próprios analistas internamente. Foi esse movimento que levou a empresa à Secretaria Municipal da Fazenda (Semfaz) de São Luís, no Maranhão, onde realizou uma capacitação em análise de requisitos.

A formação atendeu a uma solicitação do próprio órgão e reuniu cerca de 15 participantes, entre analistas de requisitos, profissionais de outras áreas da T.I. e gestores da administração municipal. A iniciativa integra uma frente de capacitações da Log Lab que teve início em Cuiabá, onde a empresa é sediada, e que agora se estende a outras localidades do país.

Por trás dessa frente está o DCT, o Departamento de Conhecimento e Transformação, área da Log Lab dedicada a estruturar e conduzir a capacitação técnica dos profissionais da empresa e de seus clientes. É essa estrutura que dá consistência metodológica às formações e permite replicá-las, com os devidos ajustes, em diferentes contextos e públicos.

Responsável pela capacitação em São Luís, o gestor Luiz Eduardo Nunes, de People Intelligence da Log Lab, explica que o treinamento foi desenhado para cobrir as competências que o mercado hoje exige de um analista de requisitos. “A gente fez toda uma trilha, uma trajetória, com as principais skills que o mercado atual espera de um profissional que lida com uma parte tão sensível, que é o requisito”, afirma.

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O rigor técnico aparece na amplitude do conteúdo. Os participantes trabalharam pensamento crítico e resolução de problemas, identificação de problemas e abstração de soluções, técnicas de elicitação e modelagem de requisitos, além de BPMN, notação usada para mapear processos de negócio. A programação também incluiu identificação de bugs, estimativas para analistas de requisitos, critérios de aceitação e a categorização de requisitos (de negócio, de stakeholder, funcionais e não funcionais), com foco em como cada categoria influencia a qualidade da solução entregue no fim da cadeia.

Para Luiz Eduardo, esse cuidado responde a um dos desafios centrais da engenharia de software: compreender o problema antes de partir para a solução. “Dentro da engenharia de requisitos, trabalha-se muito essa parte de entender qual é a dor do cliente, qual é o problema que estamos resolvendo quando vamos construir um software”, destaca.

A inteligência artificial também entrou na grade, com atividades práticas voltadas ao uso de ferramentas de IA como apoio ao trabalho do analista, sempre com atenção ao uso responsável dessas tecnologias. O professor Cleiton Fernandes ressaltou:

_“Foi uma experiência muito gratificante. Adaptamos o treinamento à realidade regional de São Luís e às necessidades do time e do cliente, com foco em conhecimentos técnicos, exercícios práticos e aplicação de inteligência artificial. Percebemos uma evolução significativa dos analistas ao longo da semana e acreditamos que foi uma troca muito proveitosa para todos.”_

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Dentro da Log Lab, a formação também cumpre outro papel: abrir espaço para que profissionais juniores se aprofundem tecnicamente e amadureçam dentro da própria carreira, num modelo de desenvolvimento que acontece de dentro para fora, formando pessoas para os desafios reais do dia a dia, não apenas para uma vaga específica.

A experiência em São Luís, segundo Luiz Eduardo, também alimenta o próprio processo de aperfeiçoamento da Log Lab. “A gente vem aperfeiçoando e delineando melhor tudo que estamos fazendo, tanto em termos de conteúdo quanto na forma de ministrar esse conteúdo, respeitando o contexto de cada local, órgão ou projeto”, afirma.

Para ele, cada capacitação deixa lições que se somam às próximas. _”Cada experiência tem sido agregadora. Temos coletado mais aprendizados e procurado aperfeiçoar algo que considero potencialmente entregável para várias outras frentes, outros projetos e outras localidades”_, avalia.

A proposta, resume Luiz, é levar conhecimento para além da capacitação individual, considerando os efeitos que o trabalho desses profissionais produz nos projetos, nos clientes e, em última instância, na sociedade. “Educação transforma vidas. A essência de tudo, no final das contas, é a educação”, conclui.

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