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RETOMADA

Peixoto de Azevedo receberá piloto do Programa Semeia

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No 06 de novembro o município de Peixoto de Azevedo receberá o piloto da retomada do “Programa Semeia” do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar –MT).   Na programação que irá  até o dia 17/11, serão realizados o  1° e 2° ciclo   com atividades teóricas e práticas   para  alunos do   1° ao 6° ano de escolas  municipais, contemplando cerca de 300 alunos das instituições de ensino ; Jardim das Flores e Dom Hélder Câmara.

O objetivo do “ Semeia” é atrair crianças e adolescentes sobre a importância do Agronegócio, evidenciando o real valor do trabalho no campo e como são produzidos os alimentos, dessa forma construir o conhecimento, orientando os jovens sobre relevância do Agro do campo a mesa.    

 Na teórica serão trabalhadas estratégicas educacionais voltadas ao domínio cognitivo e efetivo, com exposição dinamizada; vídeos lúdicos das temáticas, atividades pedagógicas de acordo com a fase escolar, por meio do tema: “Agronegócio”.

Para a  coordenadora de Projetos e Programas Especiais do Senar-MT,  Nadja  Brito da Paixão , a ação  propõe  diagnosticar conhecimento dos alunos em relação ao universo das atividades do meio rural, através da característica e importância do campo, dessa forma  despertar o interesse em crianças e jovens em aprender sobre a vida no Agro, demonstrando como os produtos do campo     estão inseridos na  vida cotidiana, dessa forma  promover a interação e   sensibilização dos alunos no  processamento do aprendizado e conexão dos assuntos tratados nas etapas teórica e prática.

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 “Já na prática serão desenvolvidas atividades educacionais no campo voltadas ao domínio psicomotor, através  de visita técnica   e oficina temática   de horticultura,  expondo   o  preparo  do solo, plantio, colheita , manutenção,   armazenamento,  transporte e   degustação e avaliação   de hortaliças”, disse Nadja.

 Na programação também serão oferecidas oficinas de produção de hambúrguer colorido.   Os alunos receberão orientação desde a criação, manejo dos animais até a produção do hambúrguer, dosagem de condimentos, temperos, técnicas de massagear, embutir, colorir e como acondicionar o produto que será o avaliado  pelos estudantes no final dos dois ciclos.

Meta- A ideia é fixar as informações relacionadas a importância do Agronegócio consolidado, juntamente com o conhecimento aprendido na etapa teórica do programa. Vivenciar experiência na prática desenvolvendo um produto do Agro em propriedade rural, visando despertar o interesse em jovens e crianças o aprendizado sobre a vida no campo, promovendo a interação e sensibilização dos alunos no processamento do aprendizado e conexão dos assuntos tratados entre as etapas teóricas e prática.

 Encerramento – No dia 31 de novembro será realizada   Feira de Exposição dos Trabalhos na escola, que passarão por  avaliação com relação ao conhecimento e impacto do Programa na vida do aluno,  a bem como a consolidação do resultado do Semeia e o resgate sobre a vivência dos estudantes durante a realização os dois ciclos do  Programa na teórica e prática, conduzida pelo professor   responsável , além do desenvolvimento de uma atividade sobre o tema, seguindo sugestões do Senar ou de livre criatividade do professor. Os alunos receberão certificado   de participação.

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AGRO & NEGÓCIOS

Dubai combate a fome com tecnologia e dignidade: conheça as máquinas que distribuem pão fresco gratuitamente 24 horas por dia

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Enquanto boa parte do mundo ainda enfrenta filas em bancos de alimentos e milhões de pessoas escondem a própria fome por vergonha, Dubai decidiu unir tecnologia e solidariedade para enfrentar um dos maiores problemas da humanidade.

Desde setembro de 2022, o emirado colocou em funcionamento o programa Bread for All (Pão para Todos), uma iniciativa que utiliza máquinas inteligentes capazes de assar e entregar pão fresco gratuitamente, funcionando durante 24 horas por dia.

Mais do que distribuir alimento, o projeto procura preservar aquilo que muitas vezes a pobreza também tira das pessoas: a dignidade.

Uma máquina que entrega mais do que pão

Foto divulgação

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, as máquinas não ficam espalhadas aleatoriamente pelas ruas.

Elas foram instaladas em unidades da rede de supermercados Aswaaq, em bairros estratégicos de Dubai, como Al Mizhar, Mirdif, Al Warqaa, Nad Al Sheba, Al Quoz e Al Badaa.

A escolha desses locais garante segurança, energia elétrica, monitoramento por câmeras e facilidade para o abastecimento.

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Quem precisa apenas faz o pedido e, poucos minutos depois, recebe um pão recém-assado.

Sem filas.

Sem cadastros.

Sem precisar explicar sua condição financeira.

Não existe ninguém entregando o alimento

Foto divulgação

Embora o atendimento seja totalmente automatizado para quem utiliza o equipamento, existe uma equipe trabalhando nos bastidores. Funcionários fazem a reposição dos ingredientes, realizam a limpeza, a manutenção preventiva e monitoram o funcionamento das máquinas.

Toda a operação é acompanhada remotamente, permitindo saber quando uma unidade precisa ser reabastecida ou apresentar algum problema técnico.

Quem paga essa conta?

As máquinas não dependem exclusivamente do governo. Elas recebem recursos de empresas, empresários e cidadãos que fazem doações diretamente no equipamento ou por meios digitais.


Um dos maiores exemplos foi o empresário Khalaf Al Habtoor, que patrocinou a instalação de dez novas máquinas para ampliar o alcance do programa. É uma corrente de solidariedade sustentada pela própria sociedade.

O mundo ainda convive com a fome

Mas existe uma dor que raramente aparece nas estatísticas.

A vergonha.

Muitas famílias deixam de procurar ajuda porque sentem constrangimento em enfrentar filas ou expor sua situação.

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Foi justamente esse aspecto que Dubai decidiu combater.

Ali, ninguém pergunta quem você é. Ninguém exige documentos. A máquina simplesmente entrega o pão. Poderia funcionar no Brasil? Essa talvez seja a pergunta mais importante.

É evidente que máquinas não acabam com a pobreza. Não resolvem desemprego.

Não substituem políticas públicas. Mas mostram que tecnologia pode ser usada para reduzir burocracia, diminuir custos operacionais e preservar a dignidade das pessoas.

Imagine equipamentos semelhantes instalados em hospitais públicos, rodoviárias, centros comunitários ou mercados municipais, oferecendo alimentos básicos durante todo o dia para quem realmente precisa.

Seria uma forma moderna de combater a fome sem expor quem vive esse drama diariamente.

Minha reflexão

Vivemos uma época em que a tecnologia costuma ser lembrada por inteligência artificial, carros autônomos e robôs.

Dubai decidiu utilizá-la para algo muito mais simples, e talvez muito mais importante.

Alimentar pessoas.

Porque combater a fome não significa apenas colocar comida na mesa.

Significa permitir que alguém receba ajuda sem perder a própria dignidade.

Talvez seja justamente essa a maior inovação do projeto Bread for All.

Saran News.

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