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Confira as principais datas da semana entre 24 e 30 de novembro.

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A proteção às mulheres ganha destaque na semana de 24 a 30 de novembro. Falamos de um problema global: a violência de gênero. Para combatê-lo, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou, em 2008, o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, celebrado em 25 de novembro. O Brasil ocupa a posição de quinto lugar no mundo na quantidade de casos. O enfrentamento a esse tipo crime é destaque todos os anos nos veículos de comunicação da EBC, como nesta edição de 2019 do Tarde Nacional e esta do Viva Maria, de 2021, ambos programas da Rádio Nacional. A Radioagência Nacional também abordou o tema, com esta reportagem veiculada em 2022.

Doação de sangue

Você já doou sangue? Esse ato não custa nada a quem o faz e ajuda a salvar muitas vidas. Mesmo assim, menos de 2% dos brasileiros são doadores. Para incentivar a prática, 25 de novembro é o Dia Nacional do Doador de Sangue. Esta reportagem de 2022, publicada na Radiogência Nacional, aborda as dificuldades que praticamente todos os hemocentros do país enfrentam com os baixos estoques. E esta outra, da Agência Brasil, publicada este ano, fornece todas as orientações para quem deseja começar a doar. Como não podia deixar de ser, o assunto foi abordado também na TV Brasil, nesta matéria de 2021.

Solidariedade ao povo palestino

Em 1977, dias após condenar a ocupação militar de Israel nos territórios palestinos, a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) aprovou uma resolução criando o Dia Internacional de Solidariedade ao Povo Palestino, celebrado todo 29 de novembro. A data ganha relevância especial neste momento, em que persiste a guerra entre Israel e o grupo Hamas, conflito que já matou mais de 43 mil palestinos e deixou a região da Faixa de Gaza em ruínas. Saiba mais sobre a criação da data pela ONU nesta reportagem da Agência Brasil.

Grandes personalidades que nasceram nesta semana

Se o Brasil é considerado o país do futebol e o único pentacampeão do mundo, devemos agradecer ao paulista Charles Miller. O filho de imigrantes, nascido no dia 24 de novembro, conheceu o esporte na Inglaterra e o trouxe para cá. A primeira partida em território brasileiro aconteceu há 129 anos, em São Paulo. O evento histórico foi abordado nesta reportagem da TV Brasil, de 2015.

Tina Turner, a eterna rainha do rock n’ roll, nasceu no dia 26 de novembro. A cantora e atriz norte americana infelizmente nos deixou em 2023, mas será para sempre lembrada por embalar gerações com sucessos como “What’s Love Got to do With it”, “The Best” e “Let’s Stay Together”. A Rádio Nacional prestou seu tributo à estrela quando Tina completou 78 anos, em 2017, com esta edição do programa Momento Três.

Há 100 anos, no dia 28 de novembro, nascia na antiga Tchecoslováquia a engenheira agrônoma Johanna Döbereiner, que mais tarde se naturalizou brasileira e se tornou pioneira em biologia do solo. Johanna descobriu bactérias que ajudam a fixar o nitrogênio na raiz de plantas como a soja e a cana-de açúcar. Graças às suas pesquisas, o Brasil economizou bilhões de reais em custos de cultivo e se tornou um líder mundial na produção de cana. Por suas descobertas, a engenheira foi indicada ao prêmio Nobel de Química em 1997. Em 2016 a TV Brasil veiculou esta reportagem, sobre a homenagem que o Museu de Astronomia e Ciências Afins do Rio de Janeiro prestou a Johanna Döbereiner.

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Personalidades ilustres que faleceram

Difícil encontrar algum brasileiro ou latino-americano que não conheça Chaves e Chapolin Colorado, personagens imortais do ator e comediante mexicano Roberto Gómez Bolaños. Exibidos há décadas, os programas alegram a infância de milhares de crianças até hoje. Bolaños nos deixou há dez anos, em 28 de novembro de 2014. Sua despedida foi tema desta reportagem da Agência Brasil e desta outra, veiculada na TV Brasil.

No dia 29 de novembro de 1984 faleceu o compositor, pianista, arranjador e maestro Lyrio Panicalli. Ele foi um dos responsáveis pela modernização da música brasileira ao longo do século XX. Nascido no interior de São Paulo, ainda jovem Panicalli se mudou para o Rio de Janeiro estudar música, e aos 20 anos já era maestro e pianista. Em 1938 foi contratado pela Rádio Nacional, onde trabalhou em vários programas e compôs trilhas para novelas. Na década de 1960 atuou também na Rádio MEC, como diretor musical e maestro contratado. Seu talento e contribuição à cultura brasileira foram celebrados em 2021, neste programa da Rádio MEC.

Também no dia 29 de novembro, há exatos 100 anos, falecia outro gênio da música: o compositor italiano Giacomo Puccini, autor de óperas como “La bohème”, “Tosca”, “Madama Butterfly” e “Turandot”. A vida e a obra de Puccini foram exploradas nesta edição de 2018 do programa Caderno de Música, da Rádio Nacional.

Cultura e gastronomia

Vai um acarajé aí? As mulheres responsáveis por este e outros quitutes, como o abará, vatapá, caruru e mungunzá, são símbolo da cultura, culinária e ancestralidade brasileira. Por isso é celebrado em 25 de novembro o Dia Nacional da Baiana do Acarajé. Todo ano a data ganha destaque nos veículos da EBC, como nessas reportagens veiculadas em 2023 na Radioagência Nacional e na TV Brasil.

Patrimônio natural

Criado em 30 de novembro de 1939, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos preserva um dos últimos refúgios da flora e da fauna da Mata Atlântica, no trecho da Serra do Mar, na Região Serrana do Rio de Janeiro. São mais de 20 mil hectares protegidos, nos municípios de Teresópolis, Petrópolis, Magé e Guapimirim. Em 2022 foi criada uma lei que redefiniu os limites para o Parque, incorporando novas áreas com cobertura florestal íntegra e excluindo outras ocupadas há décadas. Esta reportagem da Agência Brasil explica as alterações. Já a TV Brasil exibiu, em 2021, dois capítulos do programa Parques do Brasil, que mostram todas as belezas e a importância da área para a biodiversidade.

Confira a relação completa de datas do Hoje é Dia de 24 a 30 de novembro de 2024:

24 a 30 de novembro de 2024
24

Morte do compositor e pianista paulista José Aimberê de Almeida (75 anos)

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Nascimento do esportista paulista Charles Miller (150 anos) – considerado o “pai” do futebol e do rugby no Brasil

São descobertos, na Etiópia, fósseis de um indivíduo da espécie Australopithecus afarensis, que recebeu o apelido de Lucy (50 anos) – com cerca de 3 milhões e 200 mil anos de idade, a espécie é conhecida como a mais antiga ancestral dos humanos

25

Nascimento do engenheiro alemão Karl Benz (180 anos) – inventor (com Gottlieb Daimler) do automóvel movido a gasolina como o conhecemos atualmente

Dia Nacional do Doador de Sangue

Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres – comemoração internacional que está ratificada pela ONU na sua Resolução A/RES 54/134 de 17 de dezembro de 1999

Dia Nacional da Baiana de Acarajé – comemoração criada pela Lei Nº 12.206 de 19 de janeiro de 2010, pela qual se tornou nacional uma celebração inicialmente apenas da capital do Estado brasileiro da Bahia

26

Nascimento de Tina Turner, cantora e atriz norte americana (85 anos) – conhecida como a Rainha do Rock n’ Roll

27

Morte da escritora de romance de mistérios inglesa P. D. James (10 anos)

Dia Nacional de Luta contra o Câncer de Mama

28

Nascimento da engenheira agrônoma checa naturalizada brasileira Johanna Döbereiner (100 anos) – pioneira em biologia do solo. É a sétima cientista brasileira mais citada pela comunidade científica mundial e a primeira entre as mulheres

Morte do ator e comediante mexicano Roberto Gómez Bolaños (10 anos) – conhecido no Brasil pelos seriados Chaves e Chapolin

Morte do escritor e poítico maranhense Coelho Netto (90 anos) – ativo na campanha pela extinção da escravatura e membro da Academia Brasileira de Letras

Lady Nancy Astor tornou-se a primeira mulher eleita para a Câmara dos Comuns britânica (105 anos)

29

Morte do maestro e pianista paulista Lyrio Panicali (40 anos) – atuou como maestro contratado da Rádio MEC

Morte do compositor italiano Giacomo Puccini (100 anos) – autor de óperas como “La bohème”, “Tosca”, “Madama Butterfly” e “Turandot”

Dia Internacional de Solidariedade para com o Povo Palestino – comemoração internacional instituída pela ONU; tem por fim marcar a data da aprovação da resolução Nº 181 de 29 de novembro de 1947 na 2ª sessão da Assembleia Geral da própria ONU, que então versava sobre a partilha da Palestina, e que possibilitou a criação do Estado de Israel

30

Criação do Parque Nacional da Serra dos Órgãos (PARNASO) (85 anos) – terceiro parque mais antigo do país (Itatiaia em 1937 e Iguaçú, também em 1939, o antecederam). Esta primeira geração de parques brasileiros reflete a chegada ao Brasil de uma preocupação mundial com a degradação dos ambientes naturais

Fonte: Agência Brasil

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Wagner Moura pode virar o novo pesadelo de 007 e o Brasil já está em alerta

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Ator brasileiro surge entre os cotados para viver o próximo grande vilão de James Bond, reacendendo a curiosidade do público e a torcida nacional nas telonas.

Tem notícia que simplesmente passa.
E tem notícia que mexe com o orgulho nacional, provoca a imaginação do público e reacende até aquela vontade esquecida de ir ao cinema.

A da vez é dessas.

Wagner Moura, um dos atores brasileiros mais respeitados e admirados internacionalmente, aparece entre os nomes cotados para viver o próximo grande vilão da franquia 007 e só essa possibilidade já foi suficiente para fazer muita gente parar, olhar e pensar:
“agora o negócio ficou sério.”

Porque, sejamos francos:
Wagner Moura sempre teve talento de sobra, presença de tela e respeito internacional.

Mas nem sempre isso se transformou, no Brasil, em multidões correndo para as salas de cinema.

Agora a história pode ser bem diferente.

Porque não estamos falando de qualquer papel.

Estamos falando de James Bond.

Estamos falando de 007.

Estamos falando de um dos vilões mais cobiçados e emblemáticos do cinema mundial.

E, sinceramente?

Wagner Moura tem exatamente o tipo de presença que esse papel exige.

Quando o assunto é 007, não existe papel pequeno

Entrar no universo de Bond não é apenas conseguir mais um trabalho internacional.

É entrar numa máquina global de entretenimento que atravessa gerações, décadas e continentes.

James Bond não é só uma franquia.

É um evento cultural.

É aquele tipo de filme que movimenta público, crítica, redes sociais, debates, apostas e expectativas muito antes da estreia.

É o tipo de produção que transforma ator em ícone, figurino em tendência e vilão em personagem histórico.


E é justamente aí que o nome de Wagner Moura chama tanta atenção.

Porque o vilão de Bond não pode ser só “mau”.

Ele precisa ser marcante, elegante, perigoso, inteligente e imprevisível.

Ele precisa ser aquele personagem que entra em cena e faz o público pensar:

“esse cara pode destruir tudo.”

E Wagner Moura, convenhamos, sabe fazer isso com uma facilidade impressionante.

O Brasil pode finalmente enxergar Wagner Moura como “evento de cinema”

Essa talvez seja a parte mais curiosa — e mais verdadeira de toda essa história.

O Brasil tem um hábito antigo e quase folclórico:
muitas vezes demora a tratar seus grandes talentos como gigantes… até que o mundo inteiro faça isso primeiro.

Foi assim em diversas áreas.
No esporte, na música, na televisão e também no cinema.

Quando o artista brasileiro “explode lá fora”, o público nacional muda a forma de olhar.
O que antes era apenas “mais um ator bom” passa a ser visto como um nome que representa o país numa vitrine internacional.

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E isso muda tudo.

Se Wagner Moura realmente entrar em 007, ele deixa de ser apenas um ator brasileiro em projeto estrangeiro.

 

Ele passa a ocupar um espaço de enorme simbolismo:

o de brasileiro central numa das maiores franquias do planeta.

E isso, goste-se ou não, tem força para levar gente ao cinema.

Wagner Moura como vilão?

Isso parece mais interessante do que muito protagonista por aí

Aqui está uma verdade que muita gente pensa, mas nem sempre diz em voz alta:

há atores que nasceram para ser “mocinhos”.

E há atores que nasceram para ser inesquecíveis.

Wagner Moura está claramente no segundo grupo.

Ele tem aquele tipo de atuação que não depende de exagero.

Não precisa gritar, fazer cara feia o tempo inteiro ou posar de “malvado de novela”.

Ele consegue transmitir ameaça com o olhar, tensão com a pausa e domínio com a simples presença em cena.

Esse tipo de força é raro.

E dentro do universo de Bond, isso vale ouro.

Porque os melhores vilões da franquia não são apenas maus.

Eles são sedutores, calculistas, perigosos e hipnotizantes.

Ou seja:
não basta parecer forte. É preciso parecer inesquecível.

E Wagner Moura tem exatamente esse potencial.

O detalhe que pode mudar tudo: o brasileiro adora torcer quando “é um dos nossos”

Tem um ingrediente emocional nessa história que não pode ser ignorado.

O público brasileiro adora reclamar, duvidar, ironizar e até subestimar os seus.

Mas quando percebe que um brasileiro pode ocupar um espaço de prestígio internacional, algo muda.

Nasce a torcida.
Nasce o orgulho.
Nasce aquela vontade de acompanhar, comentar, compartilhar e principalmente ver com os próprios olhos.

E é aí que entra a pergunta que realmente importa:

Será que o brasileiro iria ao cinema para ver Wagner Moura como o novo terror de 007?

A resposta mais honesta é:
há uma grande chance de que sim.

Porque aí não seria apenas “mais um filme”.
Seria:

um evento internacional
uma franquia gigantesca
um brasileiro em posição de destaque
e uma atuação com potencial para roubar a cena

Traduzindo:
uma combinação quase perfeita para chamar atenção até de quem já tinha desistido das telonas.

“Se Wagner Moura entrar em 007, ele não vai entrar para participar. Vai entrar para dominar.”

Essa talvez seja a frase que melhor resume o impacto dessa possibilidade.

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Porque se ele realmente for escolhido, dificilmente será para fazer número.

A franquia 007 vive um momento de reformulação e reposicionamento.

Com uma nova fase em construção, a expectativa é de que o próximo filme entregue algo mais forte, mais moderno e mais marcante.

E isso vale especialmente para o antagonista.

Bond pode até ser o centro da história.

Mas quem conhece a franquia sabe:
sem um grande vilão, não existe grande filme de 007.

É o antagonista que cria tensão.
É ele quem dá peso ao conflito.
É ele quem pode transformar um filme apenas bom em algo memorável.

E nesse aspecto, o nome de Wagner Moura faz cada vez mais sentido.

A nova era de 007 pode ser a mais ousada em muitos anos

O próximo filme da franquia deve marcar uma nova fase após a saída de Daniel Craig do papel principal.

A direção ficará nas mãos de Denis Villeneuve, cineasta conhecido por produções grandiosas e visualmente impactantes, enquanto o roteiro tem ligação com Steven Knight, criador de Peaky Blinders.

Ou seja:
não estão montando qualquer filme.

Estão preparando uma reconstrução de marca.

Uma nova identidade para um personagem histórico.

Uma nova tentativa de fazer 007 voltar a dominar a cultura pop mundial.

E para isso, o vilão precisa estar à altura.

Não basta ser só uma ameaça física.

É preciso ser uma presença.

Um nome que carregue tensão, charme, frieza e perigo.

E, sinceramente, Wagner Moura entrega exatamente essa combinação.

No fim das contas, a pergunta é simples

Se Wagner Moura realmente virar vilão de 007, você vai continuar dizendo que não vale a pena sair de casa… ou vai querer ver de perto um brasileiro aterrorizando James Bond nas telonas?

Porque uma coisa parece cada vez mais clara:

Se ele entrar,
não vai entrar para passar despercebido.

Vai entrar para marcar.
Para intimidar.
Para roubar a cena.

E, talvez, para finalmente fazer o Brasil olhar para Wagner Moura como aquilo que ele já é há muito tempo: um ator de nível mundial.

E se isso acontecer, o público brasileiro pode acabar descobrindo, da forma mais divertida possível, que às vezes só faltava um 007 no caminho para enxergar um gigante que sempre esteve aqui.

 

Por Gildo Ribeiro
Redação 7Minutos — Brasília

Wagner Moura pode virar o novo pesadelo de 007 e o Brasil já está em alerta

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