TECNOLOGIA
Especialistas alertam para a conscientização e gestão de segurança da informação nas empresas
Publicado em
2 de maio de 2023por
Da Redação
No dia 4 de maio é comemorado o Dia Mundial da Senha, uma data criada para reforçar a importância da segurança de usuários e empresas. Pensando em conscientizar sobre a importância da segurança da informação, a Daryus Consultoria, empresa focada em Continuidade de Negócios, Gestão de Riscos, Segurança e Privacidade da Informação e Cibersegurança, lista alguns pontos e dicas para a gestão de senhas.
“Com as técnicas de espionagem, o crime organizado e o hacktivismo cada vez mais aprimorados, qualquer invasão ou vazamento de dados pode comprometer a reputação da empresa ou prejudicar colaboradores e clientes. É importante desenvolver um trabalho contínuo de conscientização e condicionamento dentro das organizações”, ressalta Jeferson D’Addario, CEO do Grupo Daryus, consultor e especialista no tema com mais de 20 anos de experiência.
A falta de gestão de senhas pode acarretar problemas de curto, médio e longo prazo, no ambiente corporativo. A fragilidade de senhas pode resultar em golpes de phishing, uma técnica de engenharia social usada para enganar usuários e obter informações confidenciais, roubo de dados sensíveis, roubo de identidade ou obter credenciais para acesso as redes da empresa.
De acordo com um relatório da empresa norte-americana, NordPass, divulgado no ano passado, algumas combinações seguem sendo utilizadas pelos internautas brasileiros e de outros países. A senha que lidera o ranking é a sequência numérica 123456, com mais de 13 mil usos e a segunda senha mais utilizada é o nome do país. Confira as 10 senhas mais utilizadas pelos brasileiros, segundo a pesquisa:
- 123456: 13.099 usos
- Brasil: 8.119 usos
- 123456789: 4.237 usos
- 102030: 2.325 usos
- smart2020: 1.756 usos
- master: 1.603 usos
- 1234: 1.580 usos
- 123: 1.383 usos
A divisão de cibersegurança da Daryus Consultoria também cita que em vários trabalhos de teste de invasão (penetration test) e identificação de vulnerabilidades para empresas, muitas vezes identifica o uso de senhas fracas como 123456, 123nomedapessoa, 123nomedaempresa entre outras, o que preocupa muito os consultores e as diretorias responsáveis.
Para D’Addario, senhas frágeis são sempre uma porta de entrada para cibercriminosos. “Cabe às empresas garantir uma política de senhas e monitoramento de acessos, para minimizar esses ataques e proteger a organização. O uso combinado de números, letras e símbolos são alternativas para garantir uma melhor gestão de senhas”.
O especialista ainda afirma que para facilitar a memorização, muitos usuários acabam utilizando as mesmas senhas para contas e serviços diversos. “Isso pode ser prejudicial caso ocorra uma invasão, pois o cibercriminoso pode ter acesso às demais contas utilizando a mesma senha. Apesar da agilidade, é muito importante diferenciar esses acessos e investir em senhas fortes para cada tipo de serviço”, pontua D’Addario.
Confira algumas dicas para uma gestão de senhas eficaz:
- Conscientização e educação contínua das equipes e líderes, dentro e fora da empresa
É importante capacitar e orientar os colaboradores por meio de treinamentos, workshops, jogos, peças teatrais, filmes e outros materiais de apoio, para que eles identifiquem se estão colocando senhas fortes e cuidando adequadamente de suas contas de acesso. É importante que as pessoas entendam para praticar na empresa e em casa, inclusive orientando a família. Na empresa temos políticas de segurança e tecnologias, mas em casa com a família o importante é que compreendam os riscos e benefícios. Muitos executivos e gerentes podem ser alvos de cibercriminosos em suas contas pessoais.
- Nunca compartilhe senhas, nem com as pessoas mais próximas
Se uma senha for muito compartilhada ela perderá o seu propósito que é proteger as informações e os dados da empresa. Portanto, as senhas nunca devem ser compartilhadas com outras pessoas, sejam da equipe ou familiares. Senhas são pessoais e intransferíveis. Recomenda-se que cuide das suas contas de acesso e senhas da empresa ou pessoais com muito zelo.
- Troque as senhas periodicamente
Trocar senhas é chato! Sabemos disso, mas é preciso. Nas empresas, provavelmente o administrador configura para trocar a cada 3 meses em média, o que é considerado ainda uma prática clássica.
- Utilize gerenciadores de senhas
No ambiente corporativo é muito comum administrar diversas contas e senhas. Para auxiliar nesse trabalho, é possível contar com ferramentas para gerenciar esses acessos. O gerenciador de senhas armazena essas informações de forma segura, o usuário só precisa guardar uma senha mestra para acessar o aplicativo. Para uso pessoal, pode-se usar gerenciadores de senhas também, eles são conhecidos como cofres de senhas e alguns tem a opção de assinatura para toda a família.
- Usar segundo fator de autenticação
Utilizar fatores adicionais, como tokens físicos ou digitais é uma boa prática. Podem ser definidos pelas empresas, pois, existem várias opções e tecnologias, e pode ser utilizado para uso pessoal.
Outro ponto são os perfis abertos em redes sociais, “que são um grande fator de risco, pois facilita a construção de ‘wordlists’ por parte de hackers que utilizam informações como nomes de cônjuges e familiares, datas de nascimento (que são postadas durante as comemorações), nomes de pets, etc. Por meio de softwares de fácil acesso (como o Kali Linux), eles poderiam utilizar técnicas de força bruta (conhecimento facilmente acessível em tutoriais no YouTube e agora potencializado pelo Chat GPT e outras inteligências artificiais)”, salienta José Medeiros, consultor em segurança da informação e privacidade da Daryus Consultoria.
De uma maneira tradicional e clássica, estas são as dicas e recomendações básicas. Porém, atualmente grandes empresas de tecnologia, como a Microsoft, já orientam conceitos mais avançados que parecem um contraponto pois as características humanas e de comportamento demonstram que as pessoas vão cometer os mesmos erros.
“Do ponto de vista da pessoa, se ela tiver que trocar a senha periodicamente e de forma obrigatória, ela rapidamente vai pensar em algo óbvio, sequencial, normatizado, o que facilitaria a vida de quem quisesse adivinhar ou decifrar suas senhas. As pessoas costumam facilitar as coisas e tendem a buscar números, datas, palavras fáceis de lembrar, e os cofres de senhas ainda não são tão usados ou difundidos”, explica Pedrita Miranda, consultora e líder da equipe de TI na Daryus Consultoria.
Pedrita complementa que “do ponto de vista da organização, se forçamos a ter uma senha forte seguindo as melhores práticas, por que ela precisa ser obrigatoriamente trocada a cada 30 ou 60 dias? Quanto mais regras de complexidade, maior a tendência dos usuários de normatizar a senha e por consequência, deixá-la mais fraca”.
Outra prática clássica foi posta em xeque, a do cadastro de dica de senha, que era comum e já não é mais recomendada, pois, as pessoas tendem a colocar parte da senha na dica ou uma palavra que é exatamente a senha, o que facilita para os cibercriminosos. “As pessoas tendem a usar dicas do tipo: Qual nome do seu animal de estimação? Informação que é facilmente obtida com uma busca simples nas redes sociais”, salienta Pedrita.
“Existem novas tecnologias como MFA, lista de senhas proibidas, cofre de senhas, leitores biométricos e outras tecnologias que podem fortalecer o login dos usuários e acesso as redes corporativas”, destaca Cristian Souza, consultor em cibersegurança Daryus Consultoria e professor do IDESP.
“As pessoas no dia a dia normal de trabalho sejam remotas ou presenciais, dentro de suas atribuições, projetos e processos de trabalho são a primeira linha de defesa de uma organização. É importante que os líderes entendam que a segurança da informação não é um papel ou uma política publicada na intranet, trata-se de mudança de mentalidade, comportamento e entendimento dos riscos e benefícios”, finaliza D’Addario.
CIDADES
Maior feira de moda do Centro-Oeste começa nesta quarta-feira (22) e promete movimentar mais de R$ 70 milhões em negócios em Cuiabá
Published
2 semanas atráson
20 de julho de 2026By
Da Redação
A contagem regressiva terminou. A partir desta quarta-feira, 22 de julho, Cuiabá será o
centro das atenções do setor da moda em Mato Grosso com o início da 19ª FEMODA-
MT, considerada a maior feira de negócios dos segmentos de calçados, confecções e
acessórios do Centro-Oeste.
O evento será realizado de 22 a 24 de julho, no Centro de Eventos do Pantanal,
reunindo as principais indústrias do país em um ambiente preparado para gerar
negócios, fortalecer o comércio e aproximar lojistas diretamente das grandes fábricas.
Nesta edição, serão mais de 450 marcas expositoras, trazendo os principais
lançamentos das coleções, tendências do mercado e condições comerciais exclusivas
para quem deseja abastecer sua loja com produtos de qualidade e maior rentabilidade.
Evento é exclusivo para lojistas
Diferente das feiras abertas ao público, a FEMODA é um evento totalmente voltado
aos empresários do varejo.
Durante os três dias, cerca de 1.700 lojistas de Mato Grosso e de outros estados
deverão passar pela feira em busca das melhores oportunidades para renovar seus
estoques e programar suas compras para os próximos meses.
Ao negociar diretamente com as fábricas, o lojista consegue acessar condições
diferenciadas de preço, prazos de pagamento, lançamentos exclusivos e uma
variedade muito maior de produtos.
As maiores fábricas estarão presentes
A FEMODA reúne algumas das maiores indústrias brasileiras dos segmentos de:
Calçados;
Confecções;
Acessórios;
Bolsas;
Artigos de moda.
Além dos produtos, as empresas estarão representadas por diretores comerciais,
gerentes nacionais, representantes de vendas e equipes de marketing, preparados
para apresentar novidades, orientar os lojistas e construir parcerias comerciais de
longo prazo.
O objetivo é oferecer todo o suporte necessário para que o empresário compre
melhor, aumente sua competitividade e impulsione as vendas de sua loja.
Muito mais do que uma feira
Ao longo de suas 19 edições, a FEMODA consolidou-se como um dos principais
encontros de negócios do setor de moda no Brasil e já é reconhecida como a maior
feira de moda do Centro-Oeste.
Mais do que comercializar produtos, o evento promove networking, troca de
experiências, apresentação de tendências e aproxima fabricantes e varejistas,
fortalecendo toda a cadeia produtiva.
A expectativa da organização é superar R$ 70 milhões em negócios durante esta
edição.
Entrada, estacionamento e almoço gratuitos
Pensando em proporcionar conforto e praticidade aos visitantes, a organização
oferecerá uma estrutura completa.
Os lojistas participantes terão direito a:
✅ Entrada gratuita;
✅ Estacionamento gratuito;
✅ Almoço gratuito durante os três dias de evento, servido por um buffet
especialmente preparado para receber os visitantes;
✅ Ambiente climatizado;
✅ Atendimento direto com fabricantes e representantes comerciais.
Um convite aos lojistas
Para a ASSOREP-MT, realizadora da feira, a FEMODA é uma oportunidade única para
que os empresários ampliem seus negócios, conheçam tendências e fortaleçam suas
empresas.
Em um único local, o lojista encontra centenas de marcas, compara produtos, negocia
diretamente com as fábricas, garante melhores condições comerciais, amplia sua rede
de contatos e conhece as principais tendências que irão movimentar o mercado nos
próximos meses.
Serviço
19ª FEMODA-MT
22 a 24 de julho de 2026
Centro de Eventos do Pantanal – Cuiabá (MT)
Mais de 450 marcas dos segmentos de calçados, confecções e acessórios.
Evento exclusivo para lojistas.
Estacionamento gratuito.
Almoço gratuito para os participantes.
Entrada gratuita.
Mais informações: ASSOREP-MT
(65) 99610-2651
A 19ª FEMODA-MT é a oportunidade ideal para o lojista comprar diretamente das
maiores fábricas do país, conhecer lançamentos, garantir melhores preços e fortalecer
seu negócio em um dos maiores eventos do setor de moda do Brasil.
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