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Especialistas alertam para a conscientização e gestão de segurança da informação nas empresas

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No dia 4 de maio é comemorado o Dia Mundial da Senha, uma data criada para reforçar a importância da segurança de usuários e empresas. Pensando em conscientizar sobre a importância da segurança da informação, a Daryus Consultoria, empresa focada em Continuidade de Negócios, Gestão de Riscos, Segurança e Privacidade da Informação e Cibersegurança, lista alguns pontos e dicas para a gestão de senhas.

“Com as técnicas de espionagem, o crime organizado e o hacktivismo cada vez mais aprimorados, qualquer invasão ou vazamento de dados pode comprometer a reputação da empresa ou prejudicar colaboradores e clientes. É importante desenvolver um trabalho contínuo de conscientização e condicionamento dentro das organizações”, ressalta Jeferson D’Addario, CEO do Grupo Daryus, consultor e especialista no tema com mais de 20 anos de experiência.

A falta de gestão de senhas pode acarretar problemas de curto, médio e longo prazo, no ambiente corporativo. A fragilidade de senhas pode resultar em golpes de phishing, uma técnica de engenharia social usada para enganar usuários e obter informações confidenciais, roubo de dados sensíveis, roubo de identidade ou obter credenciais para acesso as redes da empresa.

De acordo com um relatório da empresa norte-americana, NordPass, divulgado no ano passado, algumas combinações seguem sendo utilizadas pelos internautas brasileiros e de outros países. A senha que lidera o ranking é a sequência numérica 123456, com mais de 13 mil usos e a segunda senha mais utilizada é o nome do país.  Confira as 10 senhas mais utilizadas pelos brasileiros, segundo a pesquisa:

  • 123456: 13.099 usos
  • Brasil: 8.119 usos
  • 123456789: 4.237 usos
  • 102030: 2.325 usos
  • smart2020: 1.756 usos
  • master: 1.603 usos
  • 1234: 1.580 usos
  • 123: 1.383 usos

A divisão de cibersegurança da Daryus Consultoria também cita que em vários trabalhos de teste de invasão (penetration test) e identificação de vulnerabilidades para empresas, muitas vezes identifica o uso de senhas fracas como 123456, 123nomedapessoa, 123nomedaempresa entre outras, o que preocupa muito os consultores e as diretorias responsáveis.

Para D’Addario, senhas frágeis são sempre uma porta de entrada para cibercriminosos. “Cabe às empresas garantir uma política de senhas e monitoramento de acessos, para minimizar esses ataques e proteger a organização. O uso combinado de números, letras e símbolos são alternativas para garantir uma melhor gestão de senhas”.

O especialista ainda afirma que para facilitar a memorização, muitos usuários acabam utilizando as mesmas senhas para contas e serviços diversos. “Isso pode ser prejudicial caso ocorra uma invasão, pois o cibercriminoso pode ter acesso às demais contas utilizando a mesma senha. Apesar da agilidade, é muito importante diferenciar esses acessos e investir em senhas fortes para cada tipo de serviço”, pontua D’Addario.

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Confira algumas dicas para uma gestão de senhas eficaz:

  1. Conscientização e educação contínua das equipes e líderes, dentro e fora da empresa

É importante capacitar e orientar os colaboradores por meio de treinamentos, workshops, jogos, peças teatrais, filmes e outros materiais de apoio, para que eles identifiquem se estão colocando senhas fortes e cuidando adequadamente de suas contas de acesso. É importante que as pessoas entendam para praticar na empresa e em casa, inclusive orientando a família. Na empresa temos políticas de segurança e tecnologias, mas em casa com a família o importante é que compreendam os riscos e benefícios. Muitos executivos e gerentes podem ser alvos de cibercriminosos em suas contas pessoais.

  1. Nunca compartilhe senhas, nem com as pessoas mais próximas

Se uma senha for muito compartilhada ela perderá o seu propósito que é proteger as informações e os dados da empresa. Portanto, as senhas nunca devem ser compartilhadas com outras pessoas, sejam da equipe ou familiares. Senhas são pessoais e intransferíveis. Recomenda-se que cuide das suas contas de acesso e senhas da empresa ou pessoais com muito zelo.

  1. Troque as senhas periodicamente

Trocar senhas é chato! Sabemos disso, mas é preciso. Nas empresas, provavelmente o administrador configura para trocar a cada 3 meses em média, o que é considerado ainda uma prática clássica.

  1. Utilize gerenciadores de senhas

No ambiente corporativo é muito comum administrar diversas contas e senhas. Para auxiliar nesse trabalho, é possível contar com ferramentas para gerenciar esses acessos. O gerenciador de senhas armazena essas informações de forma segura, o usuário só precisa guardar uma senha mestra para acessar o aplicativo. Para uso pessoal, pode-se usar gerenciadores de senhas também, eles são conhecidos como cofres de senhas e alguns tem a opção de assinatura para toda a família.

  1. Usar segundo fator de autenticação

Utilizar fatores adicionais, como tokens físicos ou digitais é uma boa prática. Podem ser definidos pelas empresas, pois, existem várias opções e tecnologias, e pode ser utilizado para uso pessoal.

Outro ponto são os perfis abertos em redes sociais, “que são um grande fator de risco, pois facilita a construção de ‘wordlists’ por parte de hackers que utilizam informações como nomes de cônjuges e familiares, datas de nascimento (que são postadas durante as comemorações), nomes de pets, etc. Por meio de softwares de fácil acesso (como o Kali Linux), eles poderiam utilizar técnicas de força bruta (conhecimento facilmente acessível em tutoriais no YouTube e agora potencializado pelo Chat GPT e outras inteligências artificiais)”, salienta José Medeiros, consultor em segurança da informação e privacidade da Daryus Consultoria.

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De uma maneira tradicional e clássica, estas são as dicas e recomendações básicas. Porém, atualmente grandes empresas de tecnologia, como a Microsoft, já orientam conceitos mais avançados que parecem um contraponto pois as características humanas e de comportamento demonstram que as pessoas vão cometer os mesmos erros.

“Do ponto de vista da pessoa, se ela tiver que trocar a senha periodicamente e de forma obrigatória, ela rapidamente vai pensar em algo óbvio, sequencial, normatizado, o que facilitaria a vida de quem quisesse adivinhar ou decifrar suas senhas. As pessoas costumam facilitar as coisas e tendem a buscar números, datas, palavras fáceis de lembrar, e os cofres de senhas ainda não são tão usados ou difundidos”, explica Pedrita Miranda, consultora e líder da equipe de TI na Daryus Consultoria.

Pedrita complementa que “do ponto de vista da organização, se forçamos a ter uma senha forte seguindo as melhores práticas, por que ela precisa ser obrigatoriamente trocada a cada 30 ou 60 dias? Quanto mais regras de complexidade, maior a tendência dos usuários de normatizar a senha e por consequência, deixá-la mais fraca”.

Outra prática clássica foi posta em xeque, a do cadastro de dica de senha, que era comum e já não é mais recomendada, pois, as pessoas tendem a colocar parte da senha na dica ou uma palavra que é exatamente a senha, o que facilita para os cibercriminosos. “As pessoas tendem a usar dicas do tipo: Qual nome do seu animal de estimação? Informação que é facilmente obtida com uma busca simples nas redes sociais”, salienta Pedrita.

“Existem novas tecnologias como MFA, lista de senhas proibidas, cofre de senhas, leitores biométricos e outras tecnologias que podem fortalecer o login dos usuários e acesso as redes corporativas”, destaca Cristian Souza, consultor em cibersegurança Daryus Consultoria e professor do IDESP.

“As pessoas no dia a dia normal de trabalho sejam remotas ou presenciais, dentro de suas atribuições, projetos e processos de trabalho são a primeira linha de defesa de uma organização. É importante que os líderes entendam que a segurança da informação não é um papel ou uma política publicada na intranet, trata-se de mudança de mentalidade, comportamento e entendimento dos riscos e benefícios”, finaliza D’Addario.

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CIDADES

Mostra Iluminare 2026 transforma casa icônica de Sinop, Mato Grosso, em canteiro criativo

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Obra em ritmo acelerado marca fase decisiva de edição histórica da mostra que movimenta a economia local e coloca cultura, design e decoração em foco.

A casa mais icônica de Sinop que vai receber a Mostra Iluminare 2026, maior mostra de arquitetura, design e decoração do Norte de Mato Grosso, que será realizada de 19 de maio a 15 de agosto, vive dias intensos de obra. Com equipes atuando simultaneamente em diferentes ambientes, o espaço se transforma em um verdadeiro canteiro criativo, onde arquitetura e design acontecem em tempo real.

O ritmo aumentou e diversos profissionais trabalham na instalação de revestimentos, pintura, marcenaria, iluminação e finalização de estruturas que começam a dar forma aos ambientes assinados pelos arquitetos participantes. Cada espaço revela, aos poucos, as escolhas e o nível elevado de primor e detalhe que a mostra propõe para esta edição. Com o tema “Mais do que viver. Sentir.” a proposta da Mostra Iluminare 2026 revela a ligação profunda que o ser humano tem com a casa e em como cada espaço revela o seu morador.

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Segundo a idealizadora, Val Araújo, o conceito ganha ainda mais força porque a mostra, nesta edição, acontece dentro de uma casa real, projetada e construída no século XX, em 1998, pela arquiteta Cátia Matsubara. Um projeto ousado para época em que a cidade tinha um menor número de profissionais qualificados e poucos fornecedores. “Essa casa carrega consigo uma história linda e completa 28 anos, encantando os moradores de Sinop, é uma honra para a Iluminare poder transforma-la e trazer a tona todos os sentidos dos visitantes”, afirma Val.

Val ainda destaca que o projeto da Iluminare passou por uma curadoria minuciosa e um trabalho em conjunto entre os arquitetos e profissionais. “Nós vamos transformar essa casa real e trazer o todo o conceito da mostra à tona. Além disso, vamos destacar produtos, marcas e sensações. Isso exige um nível maior de integração entre os projetos e torna o processo ainda mais dinâmico, com decisões sendo ajustadas diretamente nos espaços, conforme a obra avança, para gerar a conexão da casa, do design e, principalmente, em como cada visitante vai sentir os ambientes”.

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O cenário atual é de transformação constante, o que ontem era estrutura, hoje já começa a se tornar ambiente. Essa movimentação revela a grandiosidade e ousadia do projeto. “Vivemos dias intensos na casa e, olhando para o que está em construção, já temos a indicação do alto padrão que o público vai encontrar durante a mostra”.

A Iluminare 2026 completa 12 anos de história e, nesta edição, reúne 14 escritórios de arquitetura com arquitetos renomados, 43 empresas que são referência em seus segmentos, 21 ambientes e diversos profissionais ligados de maneira direta e indireta.

A mostra abre suas portas, na casa mais icônica da cidade de Sinop, com visitas agendadas, à partir de 19 de maio a 15 de agosto.

Assessoria de Imprensa Iluminare: Gabriela Johnson – (66) 9 9981-9515 Daniela Melhorança – (66) 9 9616-1412

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