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19ª FEMODA-MT reunirá mais de 450 marcas, lançamentos exclusivos, condições especiais de compra e receberá cerca de 1.700 lojistas de todo o Estado

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A contagem regressiva terminou. A partir desta quarta-feira, 22 de julho, Cuiabá será o
centro das atenções do setor da moda em Mato Grosso com o início da 19ª FEMODA-
MT, considerada a maior feira de negócios dos segmentos de calçados, confecções e
acessórios do Centro-Oeste.

O evento será realizado de 22 a 24 de julho, no Centro de Eventos do Pantanal,
reunindo as principais indústrias do país em um ambiente preparado para gerar
negócios, fortalecer o comércio e aproximar lojistas diretamente das grandes fábricas.

Nesta edição, serão mais de 450 marcas expositoras, trazendo os principais
lançamentos das coleções, tendências do mercado e condições comerciais exclusivas
para quem deseja abastecer sua loja com produtos de qualidade e maior rentabilidade.

Evento é exclusivo para lojistas

Diferente das feiras abertas ao público, a FEMODA é um evento totalmente voltado
aos empresários do varejo.

Durante os três dias, cerca de 1.700 lojistas de Mato Grosso e de outros estados
deverão passar pela feira em busca das melhores oportunidades para renovar seus
estoques e programar suas compras para os próximos meses.

Ao negociar diretamente com as fábricas, o lojista consegue acessar condições
diferenciadas de preço, prazos de pagamento, lançamentos exclusivos e uma
variedade muito maior de produtos.

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As maiores fábricas estarão presentes

A FEMODA reúne algumas das maiores indústrias brasileiras dos segmentos de:

Calçados;
Confecções;
Acessórios;
Bolsas;
Artigos de moda.

Além dos produtos, as empresas estarão representadas por diretores comerciais,
gerentes nacionais, representantes de vendas e equipes de marketing, preparados
para apresentar novidades, orientar os lojistas e construir parcerias comerciais de
longo prazo.

O objetivo é oferecer todo o suporte necessário para que o empresário compre
melhor, aumente sua competitividade e impulsione as vendas de sua loja.

Muito mais do que uma feira

Ao longo de suas 19 edições, a FEMODA consolidou-se como um dos principais
encontros de negócios do setor de moda no Brasil e já é reconhecida como a maior
feira de moda do Centro-Oeste.

Mais do que comercializar produtos, o evento promove networking, troca de
experiências, apresentação de tendências e aproxima fabricantes e varejistas,
fortalecendo toda a cadeia produtiva.

A expectativa da organização é superar R$ 70 milhões em negócios durante esta
edição.

Entrada, estacionamento e almoço gratuitos

Pensando em proporcionar conforto e praticidade aos visitantes, a organização
oferecerá uma estrutura completa.

Os lojistas participantes terão direito a:

✅ Entrada gratuita;

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✅ Estacionamento gratuito;

✅ Almoço gratuito durante os três dias de evento, servido por um buffet
especialmente preparado para receber os visitantes;

✅ Ambiente climatizado;

✅ Atendimento direto com fabricantes e representantes comerciais.

Um convite aos lojistas

Para a ASSOREP-MT, realizadora da feira, a FEMODA é uma oportunidade única para
que os empresários ampliem seus negócios, conheçam tendências e fortaleçam suas
empresas.

Em um único local, o lojista encontra centenas de marcas, compara produtos, negocia
diretamente com as fábricas, garante melhores condições comerciais, amplia sua rede
de contatos e conhece as principais tendências que irão movimentar o mercado nos
próximos meses.

Serviço
19ª FEMODA-MT

22 a 24 de julho de 2026

Centro de Eventos do Pantanal – Cuiabá (MT)

Mais de 450 marcas dos segmentos de calçados, confecções e acessórios.

Evento exclusivo para lojistas.

Estacionamento gratuito.

Almoço gratuito para os participantes.

Entrada gratuita.

Mais informações: ASSOREP-MT
(65) 99610-2651

A 19ª FEMODA-MT é a oportunidade ideal para o lojista comprar diretamente das
maiores fábricas do país, conhecer lançamentos, garantir melhores preços e fortalecer
seu negócio em um dos maiores eventos do setor de moda do Brasil.

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O QUE ESTÁ POR TRÁS DA GUERRA POLÍTICA QUE CERCA WANDERLEY EM VG

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Presidente da Câmara registra ocorrência na Polícia Civil, pede auditoria após suspeita de acesso indevido aos sistemas do Legislativo e relata estar sendo seguido e recebendo informações sobre ameaças de morte. O caso ocorre em meio a uma das mais acirradas disputas políticas recentes de Várzea Grande.

O que começou como uma informação recebida por telefone transformou-se em caso de polícia e aumentou ainda mais a temperatura nos bastidores políticos de Várzea Grande.
O presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira (MDB), tornou público um conjunto de episódios que, segundo ele, vem tirando seu sono e causando preocupação também entre seus familiares.
Wanderley afirma ter recebido a informação de que um servidor da própria Câmara teria repassado sua senha de acesso a terceiros e que um suposto hacker poderia ter entrado nos sistemas internos do Legislativo.
A informação teria chegado ao vereador no domingo, 30 de agosto.
Segundo Wanderley, junto com a informação sobre o possível acesso clandestino veio algo ainda mais preocupante: estaria sendo preparado um suposto “dossiê” contra ele, contendo acusações de desvio de aproximadamente R$ 1 milhão em contrato, nepotismo e outras irregularidades.
O presidente nega as acusações e afirma que determinou imediatamente uma auditoria.

O CASO VIROU BOLETIM DE OCORRÊNCIA

A existência do registro policial pode ser comprovada.
Documento obtido pelo SaranNews mostra que Wanderley Cerqueira compareceu à Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso e registrou o Boletim de Ocorrência nº 2026.294721, relacionado aos acontecimentos.
O BO foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia – Centro de Várzea Grande e traz como data do fato 30 de agosto de 2026, às 14h, com comunicação formalizada em 3 de setembro.
Entre as naturezas registradas aparece a possível prática prevista no artigo 154-A do Código Penal, referente à invasão de dispositivo informático. O documento também registra ocorrência relacionada a abuso de autoridade.
Na narrativa apresentada à Polícia Civil, Wanderley informou que recebeu ligação relatando que um servidor da Câmara teria repassado sua senha de acesso aos sistemas internos a terceiros, que supostamente teriam utilizado meios informáticos ilícitos, inclusive acesso por hacker, com o objetivo de obter documentos e informações internas.

Há outro ponto particularmente importante no documento.

Segundo o relato formalizado no BO, esses documentos e informações poderiam estar sendo utilizados para elaboração e eventual divulgação de um suposto dossiê contendo acusações relacionadas a nepotismo, processos licitatórios e outros fatos que, segundo a versão apresentada pelo vereador, poderiam ser manipulados ou forjados para atingir sua imagem e reputação.
O BO registra ainda a informação de que Wanderley teria recebido notícia sobre possível participação de autoridades nesse esquema, algo que, neste momento, permanece apenas como relato do comunicante e precisa ser investigado.

POLÍCIA DEVERÁ APURAR ACESSOS E RESPONSABILIDADES

O próprio documento mostra que Wanderley solicitou providências bastante específicas.
Ele pediu levantamento e identificação dos acessos realizados aos sistemas da Câmara, incluindo, quando tecnicamente possível, data e horário, endereço IP, localização e outros dados técnicos, além da identificação dos responsáveis.
Também solicitou relatório dos servidores que possuem credenciais de acesso aos sistemas, identificação dos respectivos usuários, funções e níveis de permissão.
O registro ainda menciona pedido de apuração sobre a regularidade de procedimentos administrativos e contratos, especialmente os relacionados à área de Recursos Humanos, além da preservação de possíveis evidências digitais e documentais.
Ao final, o BO determina o encaminhamento do caso à 2ª Delegacia de Polícia Cristo Rei, em Várzea Grande.

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O registro policial comprova, portanto, que Wanderley formalizou as suspeitas perante a Polícia Civil.
Mas é fundamental fazer uma distinção: o boletim de ocorrência não comprova que houve invasão, que documentos tenham sido adulterados ou que exista uma organização atuando contra o vereador. Ele registra oficialmente as alegações apresentadas pelo comunicante, que agora dependem de

UM CARRO, SUPOSTA PLACA FRIA E MEDO DE MORRER

O problema, entretanto, segundo Wanderley, não estaria restrito ao mundo digital.
Durante seu pronunciamento, o vereador afirmou ter percebido um Volkswagen Polo de cor escura circulando repetidamente enquanto visitava o filho.
Depois, segundo ele, o mesmo automóvel teria aparecido nas proximidades da residência de sua mãe.
A equipe de segurança que acompanha o presidente teria fotografado o carro e levantado informações sobre a placa. Wanderley afirma ter consultado policiais e recebido a informação de que se trataria de uma “placa fria”.
Essa informação, até o momento, não aparece comprovada no BO disponibilizado ao SaranNews e, portanto, deve ser tratada como declaração do vereador.

Wanderley também afirmou ter recebido informações de que existiriam ameaças de morte contra ele.
“Eu tenho filhos, netos”, declarou ao revelar sua preocupação.
Ele diz andar acompanhado por profissionais de segurança, alguns deles policiais militares aposentados, e afirma que sua esposa também estaria evitando sair de casa diante da situação.

MAS POR QUE WANDERLEY ESTÁ NO CENTRO DESSA TEMPESTADE?

É aqui que o episódio deixa de ser apenas policial e passa a exigir uma análise política.
Wanderley Cerqueira não é apenas mais um vereador de Várzea Grande.
Ele é o presidente da Câmara Municipal e se transformou, nos últimos meses, em um dos principais personagens do confronto político envolvendo o Legislativo e a administração da prefeita Flávia Moretti (PL).
A relação entre os dois poderes deteriorou-se profundamente.
Moretti já acusou Wanderley de tentar chegar à Prefeitura pelo chamado “tapetão”, enquanto o presidente da Câmara passou a fazer duras cobranças à administração municipal.
A situação tornou-se ainda mais sensível depois da renúncia do vice-prefeito Tião da Zaeli.
Sem vice, o presidente da Câmara ganhou peso adicional na linha sucessória do município. Assim, qualquer discussão sobre eventual afastamento definitivo da prefeita passou inevitavelmente a envolver também o nome de Wanderley.
Isso elevou exponencialmente o valor político da Presidência da Câmara.

GAECO, MESA DIRETORA E OUTRA FRENTE DE INVESTIGAÇÃO

O ambiente ficou ainda mais pesado quando denúncias relacionadas aos bastidores da eleição da Mesa Diretora chegaram à esfera investigativa.
O Gaeco passou a apurar denúncias envolvendo episódios relacionados à eleição da direção da Câmara, e vereadores ligados ao grupo de Wanderley foram ouvidos.
As acusações divulgadas naquele contexto eram extremamente graves, mas precisam ser tratadas com cautela: investigação não significa culpa e denúncia não significa condenação.
O episódio, entretanto, colocou a Câmara de Várzea Grande e seu presidente definitivamente sob forte exposição política.

O DAE COLOCOU MAIS COMBUSTÍVEL NA FOGUEIRA

Outro capítulo importante envolve o Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE).
Recentemente, um vídeo envolvendo o vereador Rogerinho da Dakar (PSDB), ex-presidente da autarquia, manuseando dinheiro em espécie voltou ao centro das discussões.
O caso chegou à Câmara e Wanderley encaminhou documentação para análise da Comissão de Ética.
Na sessão de 1º de setembro, Wanderley e Rogerinho protagonizaram uma forte discussão.
Durante o embate, Wanderley levantou questionamentos sobre contrato existente durante a administração de Rogerinho no DAE. Rogerinho contestou as declarações e cobrou apresentação de documentos.

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Há uma coincidência cronológica que chama atenção.

Segundo o BO agora obtido pelo SaranNews, o fato que originou a denúncia sobre eventual acesso ao sistema da Câmara ocorreu em 30 de agosto.
Dois dias depois veio o confronto público envolvendo o DAE.
Não existe, até agora, elemento que permita afirmar que os episódios estejam relacionados.
Mas a proximidade temporal torna legítimo que os fatos sejam observados pelas autoridades durante a investigação.

PERSEGUIÇÃO POLÍTICA OU UMA DISPUTA QUE SAIU DO CONTROLE?

Essa talvez seja a pergunta mais importante.
Seria irresponsável afirmar, neste momento, que existe uma organização criminosa perseguindo Wanderley.
Mas também seria irresponsável ignorar que o presidente de um Poder municipal procurou formalmente a Polícia Civil, registrou ocorrência, pediu preservação de evidências digitais e afirma temer pela própria segurança.
Agora existem caminhos objetivos para descobrir a verdade.
Se houve invasão, os registros eletrônicos podem deixar rastros.
Se alguém utilizou credenciais de servidores, uma auditoria poderá apontar quando e como isso ocorreu.
Se documentos foram copiados ou adulterados, perícia poderá encontrar evidências.
Se houve utilização de placa falsa no veículo mencionado por Wanderley, a Polícia poderá investigar.
E se existe um dossiê, seu conteúdo poderá ser confrontado com contratos, licitações, empenhos, pagamentos, notas fiscais e demais documentos oficiais da Câmara.

DOCUMENTOS CONTRA NARRATIVAS

Durante seu pronunciamento, Wanderley insistiu várias vezes que não teme investigação.
Ele afirmou que a Câmara está aberta à Polícia, Ministério Público e Justiça e declarou que sua residência e empresas também podem ser investigadas.
O vereador também apresentou como argumento de austeridade a devolução de aproximadamente R$ 855 mil aos cofres públicos no encerramento do exercício anterior, além do pagamento de rescisões.
Esses valores, entretanto, devem ser analisados separadamente das acusações envolvendo o suposto dossiê. Devolver recursos economizados pelo Legislativo é informação relevante sobre a gestão orçamentária, mas não constitui, isoladamente, prova capaz de confirmar ou afastar outras acusações.

ONDE TERMINA A POLÍTICA E COMEÇA O CRIME?

O que está acontecendo em Várzea Grande parece ser resultado de uma sucessão de conflitos que foram se acumulando.
Wanderley preside a Câmara.
É um dos principais contrapontos políticos à prefeita.
Controla uma instituição fundamental para aprovação de projetos e fiscalização do Executivo.
Seu grupo atravessou uma turbulenta disputa pela Mesa Diretora.
Seu nome aparece constantemente no embate sobre a sucessão municipal.

A Câmara passou a analisar episódios envolvendo o DAE.

E agora o próprio presidente afirma que alguém pode ter tentado acessar ilegalmente os sistemas do Legislativo para obter ou manipular informações contra ele.
Pela primeira vez nessa nova etapa da crise, entretanto, há um documento policial que materializa oficialmente parte dessas alegações.
Isso não prova a existência da perseguição.
Mas significa que a história deixou de ser apenas uma declaração feita diante das câmeras e passou a exigir uma resposta das autoridades.
Se houve invasão, é preciso descobrir quem entrou.
Se houve manipulação, é preciso descobrir quem manipulou.
Se existe ameaça, é preciso descobrir quem ameaça.
E se existe um dossiê baseado em fatos verdadeiros, seus documentos também precisam ser apresentados e investigados.
Em uma cidade atravessada por uma guerra política cada vez mais intensa, talvez essa seja a pergunta que somente uma investigação independente poderá responder:

onde termina a disputa pelo poder e onde, eventualmente, começa o crime?

SaranNews, informação, análise e compromisso com os fatos.

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