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Galo finaliza atividades para duelo com o Fluminense em Minas Gerais

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O Galo recebe o Fluminense neste sábado (01), às 15h, no Mineirão, em partida válida pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. Ainda na manhã de sexta-feira, na Cidade do Galo, o elenco atleticano finalizou as atividades para o duelo.

Em entrevista coletiva após o treino, o volante Otávio projetou o embate com o tricolor carioca e a importância de somar mais três pontos na tabela de classificação.

“O Fluminense vem fazendo uma grande temporada. É uma equipe que gosta de ficar com a bola e ter posse ofensiva”, analisou. “Precisamos estar concentrados para fazer um grande jogo e voltar a vencer”.

Otávio comentou, também, sobre a dedicação durante as atividades para iniciar uma sequência positiva no Brasileirão.

“Temos criado muitas chances, mas feito poucos gols. Não adianta fazer um grande jogo, se doar em campo, sair exausto e a vitória não vir”, afirmou. “Precisamos colocar os pés nos chão e continuar trabalhando para buscar a vitória e alcançar nosso objetivo”, concluiu.

Retrospecto

A história do confronto é favorável ao Galo. Em 100 partidas disputadas, o Alvinegro levou a melhor em 40, empatou 29 e foi superado em 31. Jogando em Belo Horizonte foram 55 jogos, com 27 triunfos atleticanos, 17 empates e apenas 11 derrotas.

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FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO X FLUMINENSE

Competição: Campeonato Brasileiro

Rodada: 29ª

Data: 01/10/2022

Horário: 15h

Estádio: Mineirão

Cidade: Belo Horizonte (MG)

Transmissão: Globo, Premiere

Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (FIFA) – SP

Assistente: Marcelo Carvalho Van Gasse (FIFA) – SP, Daniel Luis Marques – SP,  Michel Patrick Costa Guimaraes – MG, Eduardo Henrique Vieira Campos – MG

Árbitro de Vídeo: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (VAR-FIFA) – SP,  Vítor Carmona Metestaine – SP

Fonte: Agência Esporte

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CIDADES

Copa do Mundo: controlar ansiedade e evitar excessos ajuda a proteger o coração

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Reunir a família, vestir a camisa, preparar a comida, acompanhar cada lance e comemorar os gols fazem parte da tradição dos brasileiros durante a Copa do Mundo. Mas, em meio ao clima de festa, alguns cuidados não podem ficar em segundo plano. A mudança de rotina, somada a noites mal dormidas, bebida alcoólica, alimentação pesada, cigarro e interrupção de medicamentos, pode sobrecarregar o organismo, especialmente em pessoas que já convivem com fatores de risco cardiovascular.

A orientação dos especialistas é para que a torcida seja vivida com equilíbrio, principalmente por quem tem hipertensão, diabetes, arritmias, colesterol alto, histórico de infarto, obesidade ou sedentarismo.

Segundo o cardiologista do Hospital Santa Rosa, Dr. Leandro Mandaloufas, a expressão “haja coração” tem fundamento do ponto de vista médico, porque momentos de grande emoção provocam respostas reais no corpo.

“Em momentos de grande emoção, o coração realmente trabalha mais. O corpo libera hormônios do estresse, como a adrenalina, que fazem o coração bater mais rápido e com mais força. Em pessoas saudáveis, isso costuma ser bem tolerado. Mas, em quem já tem alguma doença cardíaca, esse ‘esforço extra’ pode representar risco”, explica o médico.

Quando a pessoa fica ansiosa, nervosa ou muito tensa, o corpo entra em um estado de alerta. Nessa reação, há liberação de adrenalina e cortisol, aumento da frequência cardíaca, da pressão arterial e da respiração, além da contração dos vasos sanguíneos. De acordo com o cardiologista, esse mecanismo prepara o organismo para reagir rapidamente, mas também aumenta a carga sobre o sistema cardiovascular.

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Em Mato Grosso, o cuidado com a saúde do coração ganha ainda mais relevância diante do peso das doenças cardiovasculares na mortalidade. O estado registrou 5.277 mortes por doenças do aparelho circulatório em 2023, o que correspondeu a 24,22% do total de óbitos, conforme o Relatório Anual de Gestão da Secretaria de Estado de Saúde.

Para o Dr. Mandaloufas, pessoas com fatores de risco devem redobrar a atenção. Entram nesse grupo pessoas com hipertensão arterial, histórico de infarto ou doença coronariana, arritmias cardíacas, diabetes, colesterol alto, sedentarismo e obesidade.

“Esses grupos já têm maior risco cardiovascular, e situações de estresse intenso podem atuar como gatilho para eventos agudos”, destaca.

Hábitos adotados em períodos de confraternização também podem interferir diretamente na saúde. O consumo de bebida alcoólica, cigarro, alimentos gordurosos, poucas horas de sono e a suspensão de remédios de uso contínuo estão entre os principais pontos de atenção.

“O álcool pode alterar o ritmo cardíaco e aumentar a pressão. O cigarro prejudica a circulação e favorece eventos cardíacos. Alimentos gordurosos podem sobrecarregar o organismo. Dormir mal aumenta o estresse e a pressão arterial. Interromper medicamentos é especialmente perigoso e pode descompensar doenças já existentes”, pontua o médico.

*Quando o sintoma não é só nervosismo*

Em situações de ansiedade ou estresse, é comum que a pessoa sinta o coração acelerar ou perceba algum grau de nervosismo. No entanto, alguns sinais não devem ser atribuídos automaticamente à emoção do momento.

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Dor ou pressão no peito, falta de ar, tontura, desmaio, palpitações intensas ou irregulares, suor frio e náuseas associadas ao mal-estar exigem atenção. Segundo o cardiologista, esses sintomas podem indicar problemas cardíacos e precisam de avaliação médica imediata.

A recomendação é procurar atendimento quando o desconforto é persistente, intenso, aparece de forma repentina ou ocorre em pessoas que já possuem fatores de risco. A avaliação profissional é importante porque sintomas de ansiedade e alterações cardiovasculares podem se confundir.

*Prevenção deve vir antes da emergência*

A principal orientação é manter os cuidados de rotina em dia. Pessoas com fatores de risco, histórico familiar de doença cardíaca ou sintomas, mesmo leves, devem procurar avaliação cardiológica. O check-up também é recomendado de forma periódica a partir dos 40 anos, ou antes, conforme o risco individual.

“A prevenção é sempre o melhor caminho”, reforça o Dr. Mandaloufas.

No Hospital Santa Rosa, o atendimento cardiológico inclui consultas especializadas, exames diagnósticos como eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico e monitorização por Holter, além de urgência e emergência cardiológica, acompanhamento de pacientes com doenças crônicas e orientação para controle de fatores de risco.

“Essa estrutura permite identificar precocemente problemas cardíacos, tratar adequadamente e acompanhar o paciente de forma contínua, promovendo mais segurança e qualidade de vida”, finaliza o médico.

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