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Cuiabá duela com o Goiás na Arena Pantanal pela 33ª rodada do Brasileirão

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Este domingo (23.10) é de mais uma decisão para o Dourado na Série A do Brasileirão, com o duelo diante do Goiás, às 17h (de MT), na Arena Pantanal, pela 33ª rodada. Vindo de empate com o Ceará por 1 a 1, fora de casa, o Cuiabá volta pra casa para somar três pontos e subir na tabela de classificação.

A equipe teve a semana cheia de trabalho e encerrou a preparação com treinamento na Arena Pantanal, palco da partida.

“Cada jogo é uma oportunidade e para nós é mais uma para consolidar o que os jogadores fizeram e bem no último jogo para darmos seguimento que no final vai valer a pena e o Cuiabá vai se manter na elite do futebol brasileiro. É desafiante, não há desafios fáceis no futebol brasileiro, mas é nessa altura que os grupos se brotam. Temos seis oportunidades para fazer e eles sabem a responsabilidade que temos perante a região, aos torcedores, ao clube. Juntos, vamos dar a resposta certa”, disse o técnico António Oliveira.

Para o duelo diante dos goianos, o Dourado tem os desfalques do zagueiro Alan Empereur e do lateral-esquerdo Igor Cariús, suspensos.

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FICHA TÉCNICA

Árbitro: Dyorgines José Padovani de Andrade (ES);

Assistentes: Fabiano da Silva Ramires (ES) e Vanderson Antônio Zanotti (ES);

Quarto árbitro: Leonardo Willers Lorenzatto (MT);

VAR: Rodrigo D’Alonso Ferreira (SC);

PENDURADOS: António Oliveira, Marllon, Joaquim, Denilson, Rafael Gava, Kelvin Osório e Deyverson. 

SUSPENSOS: Alan Empereur e Igor Cariús.

TRANSMISSÃO: Premiere.

CURTINHAS

  • Cuiabá e Goiás já se enfrentaram em sete oportunidades. O Dourado tem uma vitória, além de um empate. O Goiás venceu por cinco vezes.
  • No primeiro turno do Brasileirão de 2022, vitória do Goiás por 1 a 0, no Serrinha, pela 14ª rodada.
  • O técnico português António Oliveira é o primeiro comandante estrangeiro da história do Dourado.
  • António comandou o Cuiabá em vinte e três partidas, com cinco vitórias, oito empates e dez derrotas.
  • Na Série A 2022, o Cuiabá tem quinze jogos em casa, com quatro vitórias, sete empates e quatro derrotas. Como visitante, são três vitórias, três empates e onze derrotas.
  • Rodriguinho e João Lucas são os atletas que mais entraram em campo pelo Cuiabá em 2022. Foram 46 das 55 partidas disputadas.
  • O meia Rodriguinho é o artilheiro do Dourado no ano, com 13 gols. No Brasileirão, são três gols marcados.
  • Deyverson é o artilheiro do Dourado no Brasileirão, com quatro gols marcados.
  • O ataque do Cuiabá marcou 70 gols em 55 jogos em 2022 entre Estadual, Copa do Brasil, Sul-Americana e Série A – média de 1,27 por partida.
  • O Dourado tem 26 jogos como mandante na temporada, com 12 vitórias, 8 empates e 6 derrotas – aproveitamento de 56,4%, com 41 gols marcados e 17 sofridos.
  • Como visitante, o time disputou 29 jogos, com 9 vitórias, 6 empates e 14 derrotas – aproveitamento de 37,9%, com 29 gols marcados e 38 sofridos.
  • O Cuiabá entrou em campo em 55 jogos na temporada 2022, com 21 vitórias, 14 empates e 20 derrotas – aproveitamento de 46,6%.
  • O time mato-grossense está na disputa da segunda Série A de sua história. Na primeira, em 2021, terminou em 15º lugar, com 47 pontos e aproveitamento de 41%.
  • O Cuiabá é o atual Campeão Brasileiro de Aspirantes e também já conquistou por duas vezes a Copa Verde.
  • O Dourado já conquistou 11 títulos do Mato-grossense em 20 anos de história.

Fonte: Agência Esporte

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CIDADES

Copa do Mundo: controlar ansiedade e evitar excessos ajuda a proteger o coração

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Reunir a família, vestir a camisa, preparar a comida, acompanhar cada lance e comemorar os gols fazem parte da tradição dos brasileiros durante a Copa do Mundo. Mas, em meio ao clima de festa, alguns cuidados não podem ficar em segundo plano. A mudança de rotina, somada a noites mal dormidas, bebida alcoólica, alimentação pesada, cigarro e interrupção de medicamentos, pode sobrecarregar o organismo, especialmente em pessoas que já convivem com fatores de risco cardiovascular.

A orientação dos especialistas é para que a torcida seja vivida com equilíbrio, principalmente por quem tem hipertensão, diabetes, arritmias, colesterol alto, histórico de infarto, obesidade ou sedentarismo.

Segundo o cardiologista do Hospital Santa Rosa, Dr. Leandro Mandaloufas, a expressão “haja coração” tem fundamento do ponto de vista médico, porque momentos de grande emoção provocam respostas reais no corpo.

“Em momentos de grande emoção, o coração realmente trabalha mais. O corpo libera hormônios do estresse, como a adrenalina, que fazem o coração bater mais rápido e com mais força. Em pessoas saudáveis, isso costuma ser bem tolerado. Mas, em quem já tem alguma doença cardíaca, esse ‘esforço extra’ pode representar risco”, explica o médico.

Quando a pessoa fica ansiosa, nervosa ou muito tensa, o corpo entra em um estado de alerta. Nessa reação, há liberação de adrenalina e cortisol, aumento da frequência cardíaca, da pressão arterial e da respiração, além da contração dos vasos sanguíneos. De acordo com o cardiologista, esse mecanismo prepara o organismo para reagir rapidamente, mas também aumenta a carga sobre o sistema cardiovascular.

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Em Mato Grosso, o cuidado com a saúde do coração ganha ainda mais relevância diante do peso das doenças cardiovasculares na mortalidade. O estado registrou 5.277 mortes por doenças do aparelho circulatório em 2023, o que correspondeu a 24,22% do total de óbitos, conforme o Relatório Anual de Gestão da Secretaria de Estado de Saúde.

Para o Dr. Mandaloufas, pessoas com fatores de risco devem redobrar a atenção. Entram nesse grupo pessoas com hipertensão arterial, histórico de infarto ou doença coronariana, arritmias cardíacas, diabetes, colesterol alto, sedentarismo e obesidade.

“Esses grupos já têm maior risco cardiovascular, e situações de estresse intenso podem atuar como gatilho para eventos agudos”, destaca.

Hábitos adotados em períodos de confraternização também podem interferir diretamente na saúde. O consumo de bebida alcoólica, cigarro, alimentos gordurosos, poucas horas de sono e a suspensão de remédios de uso contínuo estão entre os principais pontos de atenção.

“O álcool pode alterar o ritmo cardíaco e aumentar a pressão. O cigarro prejudica a circulação e favorece eventos cardíacos. Alimentos gordurosos podem sobrecarregar o organismo. Dormir mal aumenta o estresse e a pressão arterial. Interromper medicamentos é especialmente perigoso e pode descompensar doenças já existentes”, pontua o médico.

*Quando o sintoma não é só nervosismo*

Em situações de ansiedade ou estresse, é comum que a pessoa sinta o coração acelerar ou perceba algum grau de nervosismo. No entanto, alguns sinais não devem ser atribuídos automaticamente à emoção do momento.

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Dor ou pressão no peito, falta de ar, tontura, desmaio, palpitações intensas ou irregulares, suor frio e náuseas associadas ao mal-estar exigem atenção. Segundo o cardiologista, esses sintomas podem indicar problemas cardíacos e precisam de avaliação médica imediata.

A recomendação é procurar atendimento quando o desconforto é persistente, intenso, aparece de forma repentina ou ocorre em pessoas que já possuem fatores de risco. A avaliação profissional é importante porque sintomas de ansiedade e alterações cardiovasculares podem se confundir.

*Prevenção deve vir antes da emergência*

A principal orientação é manter os cuidados de rotina em dia. Pessoas com fatores de risco, histórico familiar de doença cardíaca ou sintomas, mesmo leves, devem procurar avaliação cardiológica. O check-up também é recomendado de forma periódica a partir dos 40 anos, ou antes, conforme o risco individual.

“A prevenção é sempre o melhor caminho”, reforça o Dr. Mandaloufas.

No Hospital Santa Rosa, o atendimento cardiológico inclui consultas especializadas, exames diagnósticos como eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico e monitorização por Holter, além de urgência e emergência cardiológica, acompanhamento de pacientes com doenças crônicas e orientação para controle de fatores de risco.

“Essa estrutura permite identificar precocemente problemas cardíacos, tratar adequadamente e acompanhar o paciente de forma contínua, promovendo mais segurança e qualidade de vida”, finaliza o médico.

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