CUIABÁ

Esportes

Cuiabá chega à metade do Brasileirão na zona de rebaixamento

Publicado em

Por 1 x 0, o Cuiabá perdeu para o Coritiba no estádio Couto Pereira, em jogo realizado ontem. Com esse resultado – os dois times que brigavam para escapar da zona de rebaixamento -, o Dourado retorna para zona de rebaixamento, encerrando a primeira metade do Brasileirão em posição de perigo.

Com 20 pontos, o Cuiabá está ocupando a décima sétima colocação. O gol da vitória foi marcado por Alef Manga aos 39 minutos do primeiro tempo.

O Cuiabá apostou nos contra-ataques para alcançar um resultado positivo no Couto Pereira. Assim que recuperava a bola, muita velocidade para tentar surpreender o sistema defensivo. Um duelo disputado, mas com poucas oportunidades.

A partida caminhava para o empate nos primeiros 45 minutos. Mas, aos 39′, tudo mudou. Alef Manga, que foi alvo de protestos da torcida durante a semana. Em jogada pela direita, a bola ficou viva na área após Régis tentar a finalização. Ligado, Manga aproveitou, mandou um foguete e abriu o placar no Couto Pereira.

Leia Também:  Geração de novas vagas formais aumenta 18% em MT

Atrás no placar, o Cuiabá voltou com uma postura mais agressiva para a segunda etapa, com uma pressão na saída de bola Alviverde. Já o Coxa explorou os corredores para tentar ampliar o placar. Na primeira, Manga acionou o Gamalho na estrada da área. No entanto, o camisa 9 errou no domínio e desperdiçou uma boa chance.

Agora a equipe mato-grossense recebe o Fortaleza no domingo (31), às 17 horas (horário de MT) na Arena Pantanal.

 

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

CIDADES

Copa do Mundo: controlar ansiedade e evitar excessos ajuda a proteger o coração

Published

on

Reunir a família, vestir a camisa, preparar a comida, acompanhar cada lance e comemorar os gols fazem parte da tradição dos brasileiros durante a Copa do Mundo. Mas, em meio ao clima de festa, alguns cuidados não podem ficar em segundo plano. A mudança de rotina, somada a noites mal dormidas, bebida alcoólica, alimentação pesada, cigarro e interrupção de medicamentos, pode sobrecarregar o organismo, especialmente em pessoas que já convivem com fatores de risco cardiovascular.

A orientação dos especialistas é para que a torcida seja vivida com equilíbrio, principalmente por quem tem hipertensão, diabetes, arritmias, colesterol alto, histórico de infarto, obesidade ou sedentarismo.

Segundo o cardiologista do Hospital Santa Rosa, Dr. Leandro Mandaloufas, a expressão “haja coração” tem fundamento do ponto de vista médico, porque momentos de grande emoção provocam respostas reais no corpo.

“Em momentos de grande emoção, o coração realmente trabalha mais. O corpo libera hormônios do estresse, como a adrenalina, que fazem o coração bater mais rápido e com mais força. Em pessoas saudáveis, isso costuma ser bem tolerado. Mas, em quem já tem alguma doença cardíaca, esse ‘esforço extra’ pode representar risco”, explica o médico.

Quando a pessoa fica ansiosa, nervosa ou muito tensa, o corpo entra em um estado de alerta. Nessa reação, há liberação de adrenalina e cortisol, aumento da frequência cardíaca, da pressão arterial e da respiração, além da contração dos vasos sanguíneos. De acordo com o cardiologista, esse mecanismo prepara o organismo para reagir rapidamente, mas também aumenta a carga sobre o sistema cardiovascular.

Leia Também:  No sorteio deu Flamengo; Final da Copa do Brasil será no Maracanã

Em Mato Grosso, o cuidado com a saúde do coração ganha ainda mais relevância diante do peso das doenças cardiovasculares na mortalidade. O estado registrou 5.277 mortes por doenças do aparelho circulatório em 2023, o que correspondeu a 24,22% do total de óbitos, conforme o Relatório Anual de Gestão da Secretaria de Estado de Saúde.

Para o Dr. Mandaloufas, pessoas com fatores de risco devem redobrar a atenção. Entram nesse grupo pessoas com hipertensão arterial, histórico de infarto ou doença coronariana, arritmias cardíacas, diabetes, colesterol alto, sedentarismo e obesidade.

“Esses grupos já têm maior risco cardiovascular, e situações de estresse intenso podem atuar como gatilho para eventos agudos”, destaca.

Hábitos adotados em períodos de confraternização também podem interferir diretamente na saúde. O consumo de bebida alcoólica, cigarro, alimentos gordurosos, poucas horas de sono e a suspensão de remédios de uso contínuo estão entre os principais pontos de atenção.

“O álcool pode alterar o ritmo cardíaco e aumentar a pressão. O cigarro prejudica a circulação e favorece eventos cardíacos. Alimentos gordurosos podem sobrecarregar o organismo. Dormir mal aumenta o estresse e a pressão arterial. Interromper medicamentos é especialmente perigoso e pode descompensar doenças já existentes”, pontua o médico.

*Quando o sintoma não é só nervosismo*

Em situações de ansiedade ou estresse, é comum que a pessoa sinta o coração acelerar ou perceba algum grau de nervosismo. No entanto, alguns sinais não devem ser atribuídos automaticamente à emoção do momento.

Leia Também:  Vídeo: A torcida do Cuiabá deu um show no jogo em que o Cuiabá fez 3x0 ,mas teve um anulado

Dor ou pressão no peito, falta de ar, tontura, desmaio, palpitações intensas ou irregulares, suor frio e náuseas associadas ao mal-estar exigem atenção. Segundo o cardiologista, esses sintomas podem indicar problemas cardíacos e precisam de avaliação médica imediata.

A recomendação é procurar atendimento quando o desconforto é persistente, intenso, aparece de forma repentina ou ocorre em pessoas que já possuem fatores de risco. A avaliação profissional é importante porque sintomas de ansiedade e alterações cardiovasculares podem se confundir.

*Prevenção deve vir antes da emergência*

A principal orientação é manter os cuidados de rotina em dia. Pessoas com fatores de risco, histórico familiar de doença cardíaca ou sintomas, mesmo leves, devem procurar avaliação cardiológica. O check-up também é recomendado de forma periódica a partir dos 40 anos, ou antes, conforme o risco individual.

“A prevenção é sempre o melhor caminho”, reforça o Dr. Mandaloufas.

No Hospital Santa Rosa, o atendimento cardiológico inclui consultas especializadas, exames diagnósticos como eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico e monitorização por Holter, além de urgência e emergência cardiológica, acompanhamento de pacientes com doenças crônicas e orientação para controle de fatores de risco.

“Essa estrutura permite identificar precocemente problemas cardíacos, tratar adequadamente e acompanhar o paciente de forma contínua, promovendo mais segurança e qualidade de vida”, finaliza o médico.

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

CIDADES

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA