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Trailer de “Dark Horse” provoca reação imediata e polarizada nas redes

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O lançamento do primeiro trailer de Dark Horse, filme internacional que retrata a trajetória de Jair Bolsonaro e traz o ator norte-americano Jim Caviezel no papel principal, movimentou o debate político e cultural no Brasil. A prévia, divulgada no último dia 7, mostra cenas que reconstroem momentos marcantes da vida do ex-presidente, incluindo o atentado de 2018. A produção é dirigida por Cyrus Nowrasteh e tem previsão de estreia em 2026.

Logo após a divulgação, o teaser se tornou um dos assuntos mais comentados das redes. Grande parte da repercussão negativa veio de grupos de esquerda, que rapidamente apontaram erros de inglês nas legendas — como “direct by” e “is begin told” — além de críticas à encenação de algumas cenas, consideradas exageradas ou amadoras por esses setores.

Perfis alinhados à esquerda passaram a ironizar o teaser, produzindo memes, comparações com programas humorísticos e questionando a narrativa “heroica” dedicada a Bolsonaro. Esse grupo político, segundo analistas, já demonstra incômodo com o impacto cultural que o filme poderá gerar, especialmente em um momento de forte polarização.

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Da play

Enquanto o trailer repercute, a produção enfrenta denúncias de figurantes e profissionais que trabalharam no set. Entre os relatos aparecem atrasos de pagamento, alimentação inadequada e condições de trabalho precárias — acusações que mobilizaram sindicatos do audiovisual.

“Dark Horse” está sendo produzido em inglês, com filmagens no Brasil e nos Estados Unidos. O projeto tem participação de Mário Frias no roteiro e promete explorar episódios centrais da trajetória política de Bolsonaro, retratando-o sob uma perspectiva épica e dramática.

por Saran News

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AGRO & NEGÓCIOS

Circuito Aprosoja reúne produtores em Alta Floresta e debate endividamento, FETAB e desafios do agro em MT

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A manhã desta segunda-feira (18) foi marcada pela realização do 20º Circuito Aprosoja, em Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso. O encontro reuniu produtores rurais, empresários e lideranças do setor na sede do SIMENORTE, Sindicato dos Madeireiros do Extremo Norte de Mato Grosso.


Representando a Aprosoja-MT, o vice-presidente Luiz Pedro Bier fez um balanço dos últimos anos de atuação da entidade e destacou os principais desafios enfrentados pela agricultura mato-grossense. Entre os temas abordados estiveram o endividamento dos produtores, insegurança jurídica no campo, ameaças de invasão de terras, instabilidades climáticas, restrições ao crédito rural, regularização ambiental, logística e a cobrança do FETAB.


Durante a apresentação, Bier afirmou que o setor produtivo tem enfrentado uma combinação de fatores que pressionam diretamente a atividade no campo. Segundo ele, a queda no preço da soja, o aumento dos custos de produção, os juros elevados, a seca em algumas regiões e o excesso de chuvas em outras criaram um cenário de forte preocupação para os produtores.

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O vice-presidente também destacou a atuação da Aprosoja em pautas como a regularização do CAR, a defesa da propriedade privada, o enfrentamento à moratória da soja e o diálogo com instituições financeiras em busca de alternativas para o endividamento rural.


Outro ponto de destaque foi o FETAB. Bier afirmou que a entidade, junto com outras organizações do setor produtivo, tem trabalhado para evitar novos aumentos e buscar alívio ao produtor rural. Segundo ele, os congelamentos recentes e a possível não reedição do chamado FETAB 2 podem representar uma economia expressiva para o setor.

O ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan, também participou do encontro e falou sobre o impacto do FETAB no bolso do produtor, reforçando a cobrança por medidas que aliviem a carga sobre quem produz em Mato Grosso.

O evento também contou com palestra do professor HOC, que abordou temas ligados à geopolítica e seus reflexos no agronegócio brasileiro, especialmente em um momento de instabilidade econômica, disputas comerciais e mudanças no cenário internacional.


O Circuito Aprosoja em Alta Floresta reforçou a importância do debate regionalizado, ouvindo produtores e levando informações sobre as ações da entidade em defesa do setor produtivo mato-grossense.

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