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MAGIA DO NATAL

Cia Sinfônica apresenta clássicos natalinos em espetáculo inédito no mezanino do Sesc Arsenal

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Iluminação da fachada do prédio histórico será sincronizada com as canções selecionadas pelos musicistas  

Encerrando a programação do evento ‘Sistema Fecomércio apresenta Magia do Natal’, a Cia Sinfônica realiza uma performance inédita, no mezanino do Sesc Arsenal. O espetáculo será promovido nesta quinta-feira (15), às 18h30, e promete emocionar o público com uma seleção de canções inspiradas na data festiva e surpreender os espectadores com a iluminação da fachada do prédio histórico sincronizada com as músicas.

O evento é organizado pelo Sistema Fecomércio-MT, por meio do Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-MT). No último dia do ‘Magia Natal’ também haverá a segunda edição da ‘Feira Cultural e Gastronômica Bulixo’ no estacionamento do Estádio Eurico Gaspar Dutra (Dutrinha) onde será possível provar comidas regionais e adquirir produtos feitos por artesões mato-grossenses.

“A edição desse evento no Sesc Arsenal está com um alto nível de excelência e foi pensada para atender diferentes públicos. Com certeza, é uma programação que imprime uma nova marca do Sesc-MT e que se transformará em tradição, atraindo todos os anos a participação das famílias cuiabanas”, destaca o diretor regional do Sesc-MT, Carlos Rissato.

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Uma arena especial para as crianças será montada no estacionamento do Dutrinha para que os pequenos entrem no clima da comemoração fazendo maquiagens inspiradas em motivos natalinos. No jardim do Sesc Arsenal, a partir das 18h, o público-infantil terá muita diversão com jogos e brincadeiras.

A cantora Wanessa Dias fecha a noite com a apresentação musical ‘Cantos de Natal’, às 19h30, no Bulixo. A intérprete propõe um passeio por canções conhecidas nesse período do ano, convidando os espectadores a revisitarem suas memórias e celebrar com alegria a festividade natalina. Wanessa sobe ao palco com um naipe de violões, baixo acústico, percussão, violino, steel guitar e mandolin.

Caso chova no momento da apresentação, as atividades serão remanejadas para o interior do Sesc Arsenal.

Sesc Natalino 

O Sesc Dr. Meirelles, Sesc Barão de Melgaço, Sesc Rondonópolis, Sesc Alta Floresta e Sesc Cáceres receberam as atividades do ‘Sesc Natalino’. Jogos, gincanas, bingo, oficinas culinárias e apresentações musicais compuseram a programação.

No Sesc Rondonópolis, o ‘Sesc Natalino’ será realizado nos dias 14 e 18 de dezembro. A peça ‘Macbeth e o Reino Sombrio: Shakespeare para Crianças’ abre o cardápio cultural. O espetáculo será encenado no teatro do Sesc Rondonópolis, nesta quarta-feira (14), às 20h. A entrada é gratuita e os ingressos estão disponíveis para retirada na plataforma Sympla.

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O ‘Sesc Natalino’ segue no dia 18 de dezembro com diversas ações, como ‘Educação em Saúde’, no Sesc Rondonópolis, e que também será palco do espetáculo ‘Sons de Natal – Tocata Natalina: Violino Solo e Coral SDS’, a partir das 19h30, na Praça Brasil.

Confira aqui a programação na íntegra: https://bit.ly/natalinorondonopolis

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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Procedimento inédito em MT amplia precisão no tratamento das artérias do coração

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O Hospital Santa Rosa realizou, na última semana o primeiro procedimento em Mato Grosso com tecnologia que combina o ultrassom intracoronário, conhecido como IVUS, e a espectroscopia por infravermelho próximo (NIRS), em uma única avaliação das artérias do coração.

Utilizado durante o cateterismo cardíaco, o sistema permite que o cardiologista observe não apenas o estreitamento da artéria, mas também as características da parede do vaso e a composição das placas de aterosclerose, fornecendo informações adicionais que podem auxiliar no planejamento do tratamento.

O procedimento inaugural foi conduzido pelos cardiologistas intervencionistas Leandro Mandaloufas e Nelson Artur dos Reis, do Hospital Santa Rosa.

Segundo o Dr. Mandaloufas, a associação das duas tecnologias acrescenta informações que não podem ser obtidas somente pela angiografia coronária convencional.

“A angiografia continua sendo fundamental para identificarmos as obstruções, mas mostra principalmente a passagem do contraste pelo interior da artéria, como uma silhueta da circulação. Com o ultrassom intracoronário, conseguimos visualizar a artéria por dentro e avaliar detalhes que não aparecem apenas no raio X”, explica.

Artéria observada por dentro

O ultrassom intracoronário é realizado por meio de um pequeno cateter fino, equipado com um pequeno transdutor de ultrassom em sua extremidade, introduzido nas artérias coronárias durante o cateterismo.

As imagens produzidas permitem analisar o tamanho real da artéria, a quantidade e a extensão das placas de aterosclerose, o grau de calcificação e outras características da parede do vaso. Essas informações são utilizadas tanto na avaliação da doença coronariana quanto no planejamento da angioplastia.

Durante o tratamento de uma obstrução, o IVUS auxilia o cardiologista na escolha do diâmetro e do comprimento mais adequados do stent — pequena estrutura metálica implantada para manter a artéria aberta. Após a implantação, o exame também permite verificar se o stent ficou adequadamente expandido e bem posicionado.

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“Quando conhecemos as dimensões reais da artéria e a extensão da doença, conseguimos planejar melhor o procedimento. O ultrassom ajuda na escolha do stent e permite confirmar se ele ficou corretamente implantado, o que é importante para aumentar a segurança e otimizar o resultado do tratamento”, afirma Mandaloufas.

Embora a angiografia continue sendo o exame padrão para diagnosticar as obstruções das artérias coronárias, os métodos de imagem intracoronária vêm sendo cada vez mais utilizados nos principais centros cardiovasculares do mundo por fornecerem informações adicionais que auxiliam no planejamento e na otimização da angioplastia, especialmente em casos mais complexos.

Infravermelho analisa a placa

O diferencial da plataforma é a associação do ultrassom intracoronário com a espectroscopia no infravermelho próximo (NIRS). Enquanto o IVUS mostra a anatomia da artéria, o NIRS fornece informações sobre a composição da placa de aterosclerose.

é a associação do ultrassom intracoronário com a espectroscopia no infravermelho próximo (NIRS). Enquanto o IVUS mostra a anatomia da artéria, o NIRS fornece informações sobre a composição da placa de aterosclerose.


“O NIRS funciona como uma espécie de scanner da placa. Ele identifica regiões com elevado conteúdo de lipídios que poderiam não ser percebidas apenas pela angiografia. Assim, além de saber onde está a obstrução, conseguimos compreender melhor as características daquela lesão”, explica o cardiologista.

A identificação de uma placa rica em lipídios não significa que o paciente necessariamente sofrerá um infarto. Essa informação deve ser interpretada em conjunto com o quadro clínico, os fatores de risco, os sintomas e os demais exames para auxiliar na avaliação da doença e no planejamento do tratamento.

“Enquanto o ultrassom mostra a estrutura da artéria, o infravermelho revela a composição da placa. A combinação dessas informações nos permite compreender melhor cada caso e individualizar o tratamento de acordo com as características de cada paciente”, acrescenta dr. Mandaloufas.

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Tecnologias são complementares

A utilização conjunta dessas tecnologias não substitui a angiografia coronária. As tecnologias são complementares e podem ser empregadas quando o cardiologista necessita de uma avaliação mais detalhada da lesão ou de informações adicionais para planejar e otimizar a angioplastia.

Além do estreitamento da artéria, a imagem intracoronária permite avaliar a espessura e a extensão da placa, o grau de calcificação, alterações na arquitetura do vaso e o seu diâmetro verdadeiro.

Estudos clínicos randomizados e metanálises demonstram que a angioplastia guiada pelo ultrassom intracoronário proporciona melhor dimensionamento e expansão dos stents e está associada à redução de eventos cardiovasculares, como trombose do stent, necessidade de nova intervenção na mesma artéria e infarto relacionado ao vaso tratado, especialmente em procedimentos mais complexos.

A espectroscopia por infravermelho acrescenta a identificação e a quantificação do conteúdo lipídico das placas, informação utilizada para aprimorar a avaliação do risco e o planejamento do tratamento.

“Não se trata de substituir os exames que já utilizamos, mas de agregar informações. Quanto melhor conhecemos a anatomia da artéria e as características da placa, mais precisas e individualizadas podem ser as decisões sobre o tratamento, sempre considerando o quadro clínico de cada paciente”, conclui Mandaloufas.

O Hospital Santa Rosa reforça seu pioneirismo na cardiologia ao realizar o primeiro procedimento desse tipo em Mato Grosso. A instituição reúne cardiologista no Pronto Atendimento, Unidade Coronariana, Hemodinâmica, Centro Cirúrgico, consultas ambulatoriais e exames cardiológicos, de imagem e laboratoriais, compondo uma linha de cuidado que acompanha o paciente da avaliação inicial aos procedimentos de maior complexidade.

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