CUIABÁ

GUERRA URBANA DECLARADA

“Urgente” Pânico, incêndios e muita gente sem transporte após morte de miliciano, veja vídeo

Publicado em

O Rio de Janeiro está um caos! Mais de 40 ônibus ja foram incendiados nes dia 23 de outubro. A cidade está parada, sem luz, escolas foram fechadas e um total estado de pânico.

Tudo por represália à ação policial que resultou na morte do miliciano conhcido como Faustão.

Os apoiadores e simpatizantes estão nas ruas provocando desespero na população.

Faustão tem um histórico familiar de milicianois. Veja vídeo…

Colaborou: Auzaith Magrão

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Vice-prefeita e secretária de Ação Social Vânia Rosa Garcia assumirá Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá nesta quarta-feira
Advertisement

BRASIL

Published

on

O clima ferveu nos bastidores do Supremo. Alexandre de Moraes e André Mendonça tiveram uma discussão duríssima após diligências no Caso Master chegarem a conversas envolvendo Moraes e Daniel Vorcaro. Segundo apurações publicadas nesta terça-feira (1º), o bate-boca teria sido tão intenso que quase chegou às vias de fato.

Mas a pergunta que fica é maior que a briga: um ministro do Supremo pode ser investigado como qualquer outra autoridade ou tornou-se intocável?Mendonça determinou o aprofundamento das apurações e o material chegou à PGR. Moraes, evidentemente, tem direito à defesa e nenhuma investigação significa condenação. Mas independência judicial também significa investigar sem medo de quem possa aparecer do outro lado da prova.A oposição voltou a pressionar pelo impeachment de Alexandre de Moraes. Caberá ao Senado avaliar juridicamente eventuais pedidos, não às redes sociais antecipar sentença.
O Brasil não precisa de ministros intocáveis. Precisa de instituições fortes, transparência e uma regra simples: a Constituição está acima de todos — inclusive de quem tem a missão de protegê-la.

Leia Também:  CAMPANHAS: A hora do bom marketing

E aí: André Mendonça cumpriu seu dever ou ultrapassou os limites?

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

CIDADES

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA