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O encontro contou com a presença de produtoras rurais que realizaram os cursos do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT), e contaram seus casos de sucesso após a capacitação da instituição parceira do evento.

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O Sistema Famato e o Senar-MT participaram do 16º Encontro das Mulheres Rurais de Chapada dos Guimarães, nesta quinta-feira, 23 de maio, no Salão Paroquial. O evento visa realizar reflexões sobre a situação da mulher na família e sociedade, propondo valorização do trabalho realizado pelas produtoras rurais. O encontro, realizado pela Prefeitura Municipal de Chapada dos Guimarães, ofereceu atividades recreativas e de relaxamento e discutiu temas relacionados ao dia a dia da mulher do campo.

Na oportunidade, as produtoras presentes participaram da palestra “Autoestima e Empoderamento da Mulher Rural”, ministrada pelo master coach Pacífico Júnior, que relatou histórias de superação proporcionando descontração e momentos emocionantes para as 400 produtoras rurais presentes.

Além do sorteio de brindes e a realização do concurso da Rainha da Agricultura Familiar de Chapada dos Guimarães, através do desfile de 21 mulheres de 19 a 70 anos, com trajes representando o artesanato local e várias cadeias produtivas como avicultura e fruticultura das 15 comunidades da região. Venceram o desfile as produtoras das comunidades: Campestre, João Carro, Morro do Bom Jardim e Quilombo Formiga.

A presidente da Comissão Famato Mulher, Luciana Tomain, foi representada por Josiane Vinha, coordenadora do Núcleo Sustentável da referida comissão, bem como pela assessora Marina Mendes. “O objetivo do evento foi valorizar e estimular o protagonismo das Mulheres Rurais, por meio de palestras, além de proporcionar entretenimento e descontração para essas produtoras”, disse Marina.

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O encontro contou com a presença de produtoras rurais que realizaram os cursos do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT), e contaram seus casos de sucesso após a capacitação da instituição parceira do evento.

“É uma troca de experiência e extração de conhecimento entre mulheres da região de Chapada dos Guimarães. Desenvolvo a cadeira de olericultura e comercializo mandioca a vácuo. Graças ao Senar-MT, sou artesã, pois realizei o curso de produção de bonecas de pano e pretendo me capacitar ainda mais”, disse Luana Bezerra da Silva da comunidade João Barro.

Já para Elaine Gonçalves, da comunidade Barra do Ribeirão, o encontro traz engajamento de informações técnicas e autoestima do empoderamento feminino. Ela e o esposo começaram a atividade de apicultura por meio do curso do Senar-MT, e futuramente serão assistidos pela ATeG. A ideia é aumentar a produção de abelhas e vender o mel em Chapada dos Guimarães e fora do município.

 “O evento trouxe conhecimento às mulheres rurais, reunindo 15 comunidades situadas na zona rural. São produtoras que vêm gerando sustentabilidade e movimentando a economia de nossa cidade”, ressaltou o presidente do Sindicato Rural de Chapada dos Guimarães, Alex de Farias.

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O prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Froner, falou sobre a parceria com o Sistema Famato. “É relevante essa união entre a Famato, Senar-MT e  Sindicato Rural junto à prefeitura de Chapada, através dos cursos e palestras oferecidos a essas mulheres. Ou seja, tudo isso enriquece o meio da família rural, principalmente porque as mulheres são uma das maiores protagonistas desse meio”, explicou o prefeito.

O evento contou também com o apoio do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT), Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Câmara Municipal de Chapada dos Guimarães, Sicredi, Sindicato Rural de Chapada dos Guimarães, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Chapada dos Guimarães e o comércio local. Também se fez presente no encontro, o supervisor regional do Senar-MT, Rodrigo Gonçalves e o mobilizador do Sindicato Rural de Chapada dos Guimarães, Alex Humberto Faria Junior.

Da assessoria de comunicação do Senar-MT

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AGRO & NEGÓCIOS

Dubai combate a fome com tecnologia e dignidade: conheça as máquinas que distribuem pão fresco gratuitamente 24 horas por dia

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Enquanto boa parte do mundo ainda enfrenta filas em bancos de alimentos e milhões de pessoas escondem a própria fome por vergonha, Dubai decidiu unir tecnologia e solidariedade para enfrentar um dos maiores problemas da humanidade.

Desde setembro de 2022, o emirado colocou em funcionamento o programa Bread for All (Pão para Todos), uma iniciativa que utiliza máquinas inteligentes capazes de assar e entregar pão fresco gratuitamente, funcionando durante 24 horas por dia.

Mais do que distribuir alimento, o projeto procura preservar aquilo que muitas vezes a pobreza também tira das pessoas: a dignidade.

Uma máquina que entrega mais do que pão

Foto divulgação

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, as máquinas não ficam espalhadas aleatoriamente pelas ruas.

Elas foram instaladas em unidades da rede de supermercados Aswaaq, em bairros estratégicos de Dubai, como Al Mizhar, Mirdif, Al Warqaa, Nad Al Sheba, Al Quoz e Al Badaa.

A escolha desses locais garante segurança, energia elétrica, monitoramento por câmeras e facilidade para o abastecimento.

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Quem precisa apenas faz o pedido e, poucos minutos depois, recebe um pão recém-assado.

Sem filas.

Sem cadastros.

Sem precisar explicar sua condição financeira.

Não existe ninguém entregando o alimento

Foto divulgação

Embora o atendimento seja totalmente automatizado para quem utiliza o equipamento, existe uma equipe trabalhando nos bastidores. Funcionários fazem a reposição dos ingredientes, realizam a limpeza, a manutenção preventiva e monitoram o funcionamento das máquinas.

Toda a operação é acompanhada remotamente, permitindo saber quando uma unidade precisa ser reabastecida ou apresentar algum problema técnico.

Quem paga essa conta?

As máquinas não dependem exclusivamente do governo. Elas recebem recursos de empresas, empresários e cidadãos que fazem doações diretamente no equipamento ou por meios digitais.


Um dos maiores exemplos foi o empresário Khalaf Al Habtoor, que patrocinou a instalação de dez novas máquinas para ampliar o alcance do programa. É uma corrente de solidariedade sustentada pela própria sociedade.

O mundo ainda convive com a fome

Mas existe uma dor que raramente aparece nas estatísticas.

A vergonha.

Muitas famílias deixam de procurar ajuda porque sentem constrangimento em enfrentar filas ou expor sua situação.

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Foi justamente esse aspecto que Dubai decidiu combater.

Ali, ninguém pergunta quem você é. Ninguém exige documentos. A máquina simplesmente entrega o pão. Poderia funcionar no Brasil? Essa talvez seja a pergunta mais importante.

É evidente que máquinas não acabam com a pobreza. Não resolvem desemprego.

Não substituem políticas públicas. Mas mostram que tecnologia pode ser usada para reduzir burocracia, diminuir custos operacionais e preservar a dignidade das pessoas.

Imagine equipamentos semelhantes instalados em hospitais públicos, rodoviárias, centros comunitários ou mercados municipais, oferecendo alimentos básicos durante todo o dia para quem realmente precisa.

Seria uma forma moderna de combater a fome sem expor quem vive esse drama diariamente.

Minha reflexão

Vivemos uma época em que a tecnologia costuma ser lembrada por inteligência artificial, carros autônomos e robôs.

Dubai decidiu utilizá-la para algo muito mais simples, e talvez muito mais importante.

Alimentar pessoas.

Porque combater a fome não significa apenas colocar comida na mesa.

Significa permitir que alguém receba ajuda sem perder a própria dignidade.

Talvez seja justamente essa a maior inovação do projeto Bread for All.

Saran News.

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