CUIABÁ

SESC COMUNIDADE

Atividades na horta visam atender público de todas as idades

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O público do Sesc Dr. Meirelles poderá usufruir dos benefícios provenientes do contato com a terra nas oficinas de bioconstrução e horta, que serão ministradas na unidade nos dias 20 e 27 de fevereiro. As atividades fazem parte do projeto “Sesc Comunidades”, promovido pelo Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) para fortalecer a interação entre as comunidades e seus territórios, e ainda contribui para qualificação profissional dos envolvidos.

A primeira oficina de fevereiro, na próxima terça-feira (20), abordará teoria e prática de plantação e cultivo, com técnicas de compostagem, preparação e manejo do solo. Já no dia 27/2, a oficina tratará da bioconstrução, uma forma de construção focada na sustentabilidade. Na prática, os participantes poderão aprender a técnica de revestimento com argila.

As oficinas são livres para todos os públicos e não é necessário realizar inscrição prévia para participar. As duas edições ocorrerão das 8h às 12h.

“O contato com a terra, plantas e mudas é benéfico e pode acontecer em qualquer idade, estando relacionados com o cuidado, desenvolvimento pessoal e coletivo.  Dessa forma, a realização do projeto na horta do Sesc Dr. Meirelles visa fortalecer a comunidade e estabelecer trocas entre gerações”, destaca Ellen Camargo, diretora de Produtos e Serviços do Sesc-MT.

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A horta do Sesc Dr. Meirelles começou a ser construída em setembro de 2023, com o objetivo de atender toda a comunidade em busca de fortalecer o cuidado com o meio ambiente, promover saúde e bem-estar por meio do contato com a terra. Em novembro, os envolvidos nas atividades de permacultura colheram couves-manteiga, amora, mangas e capim-cidreira.

Sobre o Sesc-MT

O Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) é uma entidade privada, financiada com as contribuições do empresariado, sem ônus para os empregados ou a utilização de recursos públicos. Desde 1947, promove ações de saúde, lazer, educação, cultura e assistência, com o objetivo de fornecer o bem-estar social e a qualidade de vida dos trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo, de seus familiares e da comunidade em geral no estado de Mato Grosso. Atualmente, o Sesc-MT administra 22 unidades fixas no estado e quatro unidades móveis que circulam pelos municípios do interior.

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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SERVIÇO

Sesc Comunidades – Oficina de horta

Quando: Dia 20 de fevereiro (terça-feira), das 8h às 12h

Onde: Sesc Dr. Meirelles (Av. Dr. Meirelles, S/n – São João D’Rei, Cuiabá)  

Atividade gratuita

 

Sesc Comunidades – Oficina de bioconstrução

Quando: Dia 27 de fevereiro (terça-feira), das 8h às 12h

Onde: Sesc Dr. Meirelles (Av. Dr. Meirelles, S/n – São João D’Rei, Cuiabá) 

Atividade gratuita

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AGRO & NEGÓCIOS

Dubai combate a fome com tecnologia e dignidade: conheça as máquinas que distribuem pão fresco gratuitamente 24 horas por dia

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Enquanto boa parte do mundo ainda enfrenta filas em bancos de alimentos e milhões de pessoas escondem a própria fome por vergonha, Dubai decidiu unir tecnologia e solidariedade para enfrentar um dos maiores problemas da humanidade.

Desde setembro de 2022, o emirado colocou em funcionamento o programa Bread for All (Pão para Todos), uma iniciativa que utiliza máquinas inteligentes capazes de assar e entregar pão fresco gratuitamente, funcionando durante 24 horas por dia.

Mais do que distribuir alimento, o projeto procura preservar aquilo que muitas vezes a pobreza também tira das pessoas: a dignidade.

Uma máquina que entrega mais do que pão

Foto divulgação

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, as máquinas não ficam espalhadas aleatoriamente pelas ruas.

Elas foram instaladas em unidades da rede de supermercados Aswaaq, em bairros estratégicos de Dubai, como Al Mizhar, Mirdif, Al Warqaa, Nad Al Sheba, Al Quoz e Al Badaa.

A escolha desses locais garante segurança, energia elétrica, monitoramento por câmeras e facilidade para o abastecimento.

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Quem precisa apenas faz o pedido e, poucos minutos depois, recebe um pão recém-assado.

Sem filas.

Sem cadastros.

Sem precisar explicar sua condição financeira.

Não existe ninguém entregando o alimento

Foto divulgação

Embora o atendimento seja totalmente automatizado para quem utiliza o equipamento, existe uma equipe trabalhando nos bastidores. Funcionários fazem a reposição dos ingredientes, realizam a limpeza, a manutenção preventiva e monitoram o funcionamento das máquinas.

Toda a operação é acompanhada remotamente, permitindo saber quando uma unidade precisa ser reabastecida ou apresentar algum problema técnico.

Quem paga essa conta?

As máquinas não dependem exclusivamente do governo. Elas recebem recursos de empresas, empresários e cidadãos que fazem doações diretamente no equipamento ou por meios digitais.


Um dos maiores exemplos foi o empresário Khalaf Al Habtoor, que patrocinou a instalação de dez novas máquinas para ampliar o alcance do programa. É uma corrente de solidariedade sustentada pela própria sociedade.

O mundo ainda convive com a fome

Mas existe uma dor que raramente aparece nas estatísticas.

A vergonha.

Muitas famílias deixam de procurar ajuda porque sentem constrangimento em enfrentar filas ou expor sua situação.

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Foi justamente esse aspecto que Dubai decidiu combater.

Ali, ninguém pergunta quem você é. Ninguém exige documentos. A máquina simplesmente entrega o pão. Poderia funcionar no Brasil? Essa talvez seja a pergunta mais importante.

É evidente que máquinas não acabam com a pobreza. Não resolvem desemprego.

Não substituem políticas públicas. Mas mostram que tecnologia pode ser usada para reduzir burocracia, diminuir custos operacionais e preservar a dignidade das pessoas.

Imagine equipamentos semelhantes instalados em hospitais públicos, rodoviárias, centros comunitários ou mercados municipais, oferecendo alimentos básicos durante todo o dia para quem realmente precisa.

Seria uma forma moderna de combater a fome sem expor quem vive esse drama diariamente.

Minha reflexão

Vivemos uma época em que a tecnologia costuma ser lembrada por inteligência artificial, carros autônomos e robôs.

Dubai decidiu utilizá-la para algo muito mais simples, e talvez muito mais importante.

Alimentar pessoas.

Porque combater a fome não significa apenas colocar comida na mesa.

Significa permitir que alguém receba ajuda sem perder a própria dignidade.

Talvez seja justamente essa a maior inovação do projeto Bread for All.

Saran News.

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