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Safra atual e próxima, manejo e resultados de pesquisa serão debatidos no XIV Encontro Técnico Algodão

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O XIV Encontro Técnico Algodão da Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT) já tem data marcada. O evento, que reúne cotonicultores, consultores e técnicos junto a pesquisadores e especialistas convidados, vai acontecer de 29 a 31 de agosto, no hotel Gran Odara, em Cuiabá/MT. Serão três dias de programação com o objetivo de debater aspectos da última safra e prover informação técnica imparcial e confiável para o planejamento da próxima.

O Encontro Técnico Algodão volta ao formato presencial nesta edição, mas também será online. As inscrições para os dois formatos já podem ser feitas através do site da instituição, no www.fundacaomt.com.br. Ainda na página, é possível conferir a programação que terá oito painéis. A abertura, no início da tarde do dia 29, será com o tema ‘Desafios da cultura do algodão e tendências para o futuro’, com a participação do presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Júlio Buzatto, do produtor rural, Alexandre Bottan, e moderação da jornalista Renata Maron, do Canal Terraviva.

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O ‘Cenário de pragas na cultura do algodão na safra 21/22 e uso de biotecnologias para controle de lepidópteros’ é o segundo painel, com participação de Guilherme Ohl, da Ceres Consultoria, empresas convidadas e moderação da pesquisadora da Fundação MT, Mariana Ortega. O terceiro painel será baseado em relatos sobre a safra 21/22, com a participação de profissionais que atuam na cultura em diferentes regiões do Estado e da Bahia, com a moderação do profissional Marcio Souza do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt). Já o professor doutor da Esalq/USP, Ederaldo Chiavegatto, vai contribuir com o tema ‘Impactos dos estresses ambientais na safra 21/22’, no painel 4.

Na sequência, o painel 5 traz ‘Manejo de plantas daninhas na cultura do algodão’ e o painel 6 ‘Manejo de doenças na cultura do algodão’, com participações do IMAmr, Embrapa Algodão e Embrapa Sinop. No último dia de evento, dois painéis fecham a programação: ‘Desafios de cultivo de algodão em solos arenosos nas principais regiões produtoras’ e ‘Aphelenchoides Bessey e Rotylenchulus Reniformis – grandes desafios na cultura do algodão’.

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SERVIÇOS – Assim como no Encontro Técnico Soja, realizado em abril, os participantes poderão conhecer os serviços oferecidos pelos laboratórios de Entomologia, Fitopatologia e Nematologia da Fundação MT. As equipes da instituição ainda vão mostrar como funciona o trabalho de consultoria agronômica, com amostragem de solos, planejamento das culturas, recomendação de fertilizantes e corretivos, manejo fitossanitário, o posicionamento de variedades, acompanhamento dos campos, entre outros.

Luís Carlos Oliveira, gerente de marketing da Fundação MT, destaca que o Encontro Técnico é uma oportunidade para todos os profissionais que atuam na cultura do algodão adquirirem mais conhecimento e ainda fortalecerem relacionamentos. É ainda “um excelente momento para projetar novos caminhos para a cotonicultura”, completa. Para dúvidas sobre inscrições ou sobre o evento, está disponível o WhatsApp (66) 9 9995-7814.

 

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Circuito Aprosoja reúne produtores em Alta Floresta e debate endividamento, FETAB e desafios do agro em MT

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A manhã desta segunda-feira (18) foi marcada pela realização do 20º Circuito Aprosoja, em Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso. O encontro reuniu produtores rurais, empresários e lideranças do setor na sede do SIMENORTE, Sindicato dos Madeireiros do Extremo Norte de Mato Grosso.


Representando a Aprosoja-MT, o vice-presidente Luiz Pedro Bier fez um balanço dos últimos anos de atuação da entidade e destacou os principais desafios enfrentados pela agricultura mato-grossense. Entre os temas abordados estiveram o endividamento dos produtores, insegurança jurídica no campo, ameaças de invasão de terras, instabilidades climáticas, restrições ao crédito rural, regularização ambiental, logística e a cobrança do FETAB.


Durante a apresentação, Bier afirmou que o setor produtivo tem enfrentado uma combinação de fatores que pressionam diretamente a atividade no campo. Segundo ele, a queda no preço da soja, o aumento dos custos de produção, os juros elevados, a seca em algumas regiões e o excesso de chuvas em outras criaram um cenário de forte preocupação para os produtores.

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O vice-presidente também destacou a atuação da Aprosoja em pautas como a regularização do CAR, a defesa da propriedade privada, o enfrentamento à moratória da soja e o diálogo com instituições financeiras em busca de alternativas para o endividamento rural.


Outro ponto de destaque foi o FETAB. Bier afirmou que a entidade, junto com outras organizações do setor produtivo, tem trabalhado para evitar novos aumentos e buscar alívio ao produtor rural. Segundo ele, os congelamentos recentes e a possível não reedição do chamado FETAB 2 podem representar uma economia expressiva para o setor.

O ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan, também participou do encontro e falou sobre o impacto do FETAB no bolso do produtor, reforçando a cobrança por medidas que aliviem a carga sobre quem produz em Mato Grosso.

O evento também contou com palestra do professor HOC, que abordou temas ligados à geopolítica e seus reflexos no agronegócio brasileiro, especialmente em um momento de instabilidade econômica, disputas comerciais e mudanças no cenário internacional.


O Circuito Aprosoja em Alta Floresta reforçou a importância do debate regionalizado, ouvindo produtores e levando informações sobre as ações da entidade em defesa do setor produtivo mato-grossense.

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