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Qualivida dá início aos atendimentos da campanha “Outubro Rosa”

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Foto: EQUIPE CRIAÇÃO / ALMT

Outubro é o mês para reforçar a importância do cuidado com a saúde da mulher. Todos os anos, a Supervisão de Qualidade de Vida (Qualivida) realiza exames preventivos de colo do útero e mamografia para as servidoras, dependentes e profissionais das empresas terceirizadas.  Este ano, os procedimentos serão realizados por laboratórios conveniados mediante encaminhamento da equipe de enfermagem do Qualivida. Os atendimentos já estão sendo realizados e vão até o dia 31, mediante agendamento, que deve ser feito pessoalmente ou pelo ramal 6433.

A enfermeira Suem Baron, uma das responsáveis pelos atendimentos, explica que  “o objetivo é reforçar o diagnóstico precoce como a principal ferramenta no combate aos efeitos negativos da doença”. A iniciativa faz parte da campanha “Outubro Rosa” e visa lembrar sobre a importância dos cuidados com a saúde e da realização de exames periódicos para diagnóstico precoce. 

Além de uma avaliação clínica, as pacientes serão orientadas para o autoexame da mama e receberão encaminhamento para realização da coleta de material citopatológico do teste preventivo de colo do útero. Já a liberação de mamografia será feita mediante indicativos da avaliação ambulatorial e de histórico de risco. “Nem todos os casos são indicativos de mamografia, é preciso avaliar se estão dentro do preconiza o protocolo e se há recomendação”, justifica.

Ela justifica: “é um cuidado que faz muita diferença porque esses tipos de cânceres são muito silenciosos, porque demoram a apresentar sintomas. Dai a importância de realizar exames periodicamente. Um tumor pode aparecer de um ano para o outro, e quanto mais cedo for diagnosticado, melhores são os resultados do tratamento”.

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A novidade este ano é o convênio com o laboratório Inac, para a realização do citopatológico e com o MT Mama, para mamografia. “desta vez a campanha do Qualivida para o Outubro Rosa conta com a parceria da Assembleia Social, o que viabilizou o convênio com entidades privadas”, destacou a superintendente do Qualivida Ivana Matos. Para ela, “isso garante mais agilidade na entrega dos resultados e na conclusão dos diagnósticos”.

Ivana destacou ainda a importância da campanha principalmente nessa retomada das rotinas de autocuidado com a saúde que ficou comprometida durante o período da Pandemia. “Muitas mulheres estão há praticamente dois anos sem fazer os exames e essa retomada é importante para o acompanhamento principalmente daquelas com fatores de riscos mais acentuados”, destacou.

Para 2022, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil, são estimados 66.280 casos novos de câncer de mama. Já o câncer do colo do útero é o terceiro tipo com maior incidência entre as mulheres, estimado para 2022 em 16.710 casos novos.
 

Os principais sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama são: caroço (nódulo), geralmente endurecido, fixo e indolor; pele da mama avermelhada ou parecida com casca de laranja, alterações no bico do peito (mamilo) e saída espontânea de líquido de um dos mamilos. Também podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou na região embaixo dos braços (axilas).

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Já o câncer de colo do útero é um tipo que está principalmente relacionado com a infecção pelo vírus HPV, possuindo desenvolvimento lento e que não leva ao aparecimento de sinais ou sintomas, sendo percebido apenas durante a realização de exames ginecológicos. Somente em estágios mais avançados surgem sangramento vaginal fora da menstruação e após a relação sexual, corrimento alterado e dor pélvica constante.

Mamografia

A Sociedade Brasileira de Mastologia indica fazer mamografia, anualmente,  a partir dos 40 anos. Mas de acordo com histórico familiar isso pode mudar. O câncer de mama atinge principalmente mulheres em idade em torno da menopausa (entre 45 e 55 anos). No entanto, em todas as faixas etárias podem aparecer nódulos benignos, que também vão precisar de tratamento.

Os exames de CCO (Papanicolau)

Consiste na coleta de material para detectar possíveis alterações nas células do colo do útero.  Recomenda-se que o exame seja feito pelas mulheres a partir dos 21 anos, exceto nas que ainda não tiveram relações sexuais, até os 64 anos, mesmo nas que não tenham mais vida sexual ativa. Também não é realizado durante a gravidez. O preparo adequado do exame consiste em evitar relação sexual, cremes, duchas e não estar menstruada pelo menos dois dias antes da coleta.

Fonte: ALMT

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Projeto Caju beneficia mais de 100 produtores e distribui 10 mil mudas no semiárido cearense

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Em uma região onde a escassez de água impõe desafios à produção agrícola, encontrar culturas adaptadas às condições locais é um dos caminhos para ampliar as oportunidades de geração de renda no campo. É nesse cenário que o Projeto Caju, desenvolvido pelos Amigos do Bem, organização sem fins lucrativos, com apoio da AGCO Agriculture Foundation, fundação privada que tem como objetivo prevenir e combater a fome por meio do desenvolvimento agrícola sustentável, atua no semiárido cearense. A iniciativa envolve 107 produtores em 15 comunidades, com a distribuição de 10 mil mudas de caju, capacitação técnica e acompanhamento para apoiar a implantação e o desenvolvimento dos pomares.

A escolha do caju considera as características da cultura, que apresenta adaptação ao clima quente e a períodos de menor disponibilidade hídrica. A partir dessa característica, o projeto associa o cultivo ao conhecimento técnico e ao suporte aos agricultores, buscando contribuir para a geração de renda e o fortalecimento da agricultura local.

Dos 107 produtores envolvidos, 63 receberam apoio direto com recursos da AGCO Agriculture Foundation. Entre os participantes, 64% são novos produtores, enquanto 36% já haviam sido apoiados pelo Projeto Caju.

“Os resultados mostram a importância de combinar recursos, conhecimento e acompanhamento técnico para criar oportunidades de desenvolvimento no campo. Em regiões que enfrentam desafios climáticos e socioeconômicos tão grandes, apoiar o produtor significa também contribuir para que ele tenha condições de construir uma fonte de renda mais estável”, afirma Marcelo Traldi, gerente geral da AGCO América Latina.

“Essa iniciativa demonstra como parcerias estratégicas podem gerar impacto positivo no campo. Ao apoiar os produtores com as mudas, capacitação e acompanhamento técnico, o projeto contribui para fortalecer a produção local e gerar renda para famílias em situação de vulnerabilidade no semiárido mais populoso do mundo e um dos contextos mais desafiadores do Brasil: o sertão nordestino”, afirma Alceu Caldeira, Diretor de Desenvolvimento Institucional dos Amigos do Bem.

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Do conhecimento à prática

 

A capacitação é uma das principais frentes da iniciativa. Setenta produtores participaram de treinamento técnico sobre implantação e manejo dos pomares, com orientações sobre seleção de mudas produtivas e adaptadas às condições do semiárido, preparo do solo, espaçamento, fertilização, manejo de plantas daninhas e poda de formação.O conhecimento também foi levado para o campo durante um dia de campo, que reuniu 34 produtores. A atividade permitiu demonstrar técnicas de plantio e manejo das mudas e criou um espaço para troca de experiências, esclarecimento de dúvidas e discussão dos desafios encontrados nas propriedades.

A combinação entre acesso às mudas e orientação técnica é especialmente relevante em uma região sujeita a períodos prolongados de seca. O objetivo é apoiar os agricultores nas primeiras etapas de desenvolvimento dos pomares e contribuir para que adotem práticas adequadas às características do solo, do clima e da cultura.

 

Investimento e acompanhamento

A Fundação AGCO destinou mais de R$ 100 mil ao projeto, recursos aplicados na produção das mudas, apoio aos pequenos produtores, capacitações, monitoramento e gestão da iniciativa.

Com a implantação dos pomares, o Projeto Caju avança para uma etapa de acompanhamento técnico. Estão previstas visitas às propriedades para monitorar o desenvolvimento das plantas e orientar os agricultores ao longo do ciclo produtivo.

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A programação inclui ainda novos treinamentos sobre pré-colheita e pós-colheita, com orientações sobre manejo, fortalecimento dos pomares e preparação dos produtores para as próximas etapas da produção.

O Projeto Caju integra a atuação dos Amigos do Bem no sertão nordestino. A organização atende cerca de 150 mil pessoas em 300 comunidades nos estados de Alagoas, Pernambuco e Ceará, com iniciativas nas áreas de educação, geração de renda, acesso à água, moradia e saúde.

 Sobre a Fundação AGCO

Fundada pela AGCO Corporation (NYSE: AGCO) em 2018, a AGCO Agriculture Foundation é uma fundação privada que tem como visão prevenir e aliviar a fome. A Fundação promove programas de impacto que apoiam a segurança alimentar, o desenvolvimento agrícola sustentável e constroem a infraestrutura agrícola necessária em comunidades rurais marginalizadas. A AAF está sediada em Vaduz, Liechtenstein e as operações são geridas em Duluth, Geórgia, EUA. Para mais informações, acesse https://www.agcofoundation.org/

 Sobre a ONG Amigos do Bem

Há mais de 30 anos, a instituição Amigos do Bem trabalha para transformar vidas no sertão nordestino, uma das regiões mais carentes e isoladas do Brasil. Atende regularmente 150 mil pessoas em 300 povoados com projetos contínuos de educação, trabalho e renda, água, moradia e saúde. Com um Modelo de Desenvolvimento Social Sustentável e diversas iniciativas de impacto positivo, promove inclusão social e desenvolvimento local, contribuindo com 12 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Para mais informações, acesse www.amigosdobem.org.

Flavia Amarante

Executiva de comunicação

Cel.: (16) 99792-2160

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