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MAPFY Shield Geoprotection, plataforma inteligente da GAtec que usa geoprocessamento e inteligência artificial já consolidados em cana-de-açúcar, será a aposta da empresa que também passará a disponibilizar a ferramenta para outras culturas como citros, grãos e algodão

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Os danos decorrentes de pragas e doenças nas lavouras geram prejuízos bilionários todos os anos aos agricultores. Para tentar minimizar essas perdas no campo, a GAtec, especializada no desenvolvimento de ferramentas para a gestão agroindustrial, apresentará durante a Agrishow, em Ribeirão Preto/SP, de 1 a 5 de maio, as novidades do MAPFY Shield Geoprotection, sua ferramenta para manejo inteligente, integrado e sustentável de ameaças.

A plataforma inteligente desenvolvida em parceria com empresas especialistas em Entomologia e com apoio de clientes, que está em uso e consolidada em usinas de cana-de-açúcar, em breve também estará disponível para citros, grãos e algodão. Segundo Fernando Bortolazzo, sócio fundador e CTO da GAtec, a ideia é lançar o MAPFY Shield Geoprotection para outras culturas já no segundo semestre deste ano. “Estamos com novas parcerias e em contato com clientes dessas culturas para nos apoiar nas configurações e adequações e ampliar o uso dessa poderosa tecnologia em diversas áreas”, diz.

Na prática, a solução ajuda na rápida tomada de decisão de forma mais assertiva, por meio de geoprocessamento e inteligência artificial desde o planejamento, monitoramento e controle, com isso, otimiza toda a operação. A tecnologia se destaca por abranger todas as etapas do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), além de permitir a criação de um banco de dados rico em informações e a realização de estudos técnicos e econômicos com base em índices de perdas e efetividade dos controles.

Ainda segundo Bortolazzo, a tecnologia é totalmente isenta de viés comercial no que diz respeito a produtos químicos e biológicos, visando sempre a eficiência operacional e a redução de custos dos produtores. “As sugestões passadas ao produtor é sempre priorizando o manejo mais adequado e sustentável com menor custo, focado na individualidade e características de cada área, levando em consideração o índice de infestação”, destaca.

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Mais destaques na feira

A GAtec também está trabalhando em outras iniciativas. São novos produtos que embora estejam em fase final de validação, já poderão ser apresentados aos visitantes na feira. Uma das novidades é o MAPFY SOIL, plataforma de mapeamento digital de solos que chega para otimizar o levantamento dessas informações e o detalhamento dos mapas.

A nova solução tem como base a combinação das análises de solo com imagens de satélite, dados de relevo, clima e temperatura do solo. De acordo com Bortolazzo, o complexo banco de dados é utilizado para calibrar modelos matemáticos de inteligência artificial a fim de otimizar a coleta e análise de amostras de solo, aumentar a escala dos mapas pedológicos e de atributos, produzir mapas de recomendação e zonas de manejo, adequar o uso de fertilizantes e corretivos, entre outros.

Com isso, o produtor terá acesso a informações mais detalhadas sobre os solos de sua propriedade de maneira rápida, sendo possível adequar a gestão agrícola no nível de detalhe desejado. “A ideia é substituir técnicas simples de interpolação e entregar mapas detalhados e mais realistas, focados em aumento de produtividade”, afirma o especialista.

Outra novidade apresentada será o MAPFY SAT. A ferramenta consiste na utilização e combinação de imagens de satélites e dados para análises especiais e automatizadas das áreas monitoradas. A solução faz um tratamento para análise de biomassa, para identificar se dentro do talhão ou da fazenda a cultura plantada está se desenvolvendo uniformemente, podendo fazer o acompanhamento via NDVI – sigla para Índice de Vegetação da Diferença Normalizada (Normalized Difference Vegetation Index – do inglês).

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Além disso, por meio do machine learning há também o detector de anomalias. “Se tem algo muito fora do padrão, pode ser, por exemplo, excesso de ervas daninhas ou até mesmo a cultura pode ter crescido mais que o esperado naquela área, ou quando o indicador está muito para baixo, pode ser falha, praga, pisoteio ou geada. Esse alerta então é gerado ao produtor ou responsável pela área de que algo está fora do padrão, indicando uma vistoria no local”, diz o especialista.

Ainda durante a Agrishow, os visitantes poderão conhecer também o MAPFY WAY – Rotas no Campo, um aplicativo para dispositivos móveis, baseado na navegação por GPS e que contém informações de usuários e detalhes sobre rotas dos clientes. Diferentemente de outros apps de navegação que utilizam mapas públicos, a ferramenta da GAtec vai mapear as áreas das fazendas.

“Obtemos o mapa da propriedade e aplicamos em um algoritmo que faz o mapeamento de todas as vias e áreas no local, indicando rotas de carro, caminhão ou máquinas pesadas. Após isso, é enviada uma versão do mapa próprio para aplicativos mobile e os usuários podem visualizar as rotas como aquele layout que estamos acostumados para navegação na cidade” destaca o diretor.

Na ferramenta é possível apontar ainda algum risco na via como buracos, pontes, entre outras informações. O motorista também pode ser monitorado quanto ao excesso de velocidade, troca de turno e diversos alertas. Um grande diferencial do MAPFY SAT é que a ferramenta pode trabalhar de forma off-line com os mapas exclusivos do cliente.

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AGRO & NEGÓCIOS

Projeto Caju beneficia mais de 100 produtores e distribui 10 mil mudas no semiárido cearense

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Em uma região onde a escassez de água impõe desafios à produção agrícola, encontrar culturas adaptadas às condições locais é um dos caminhos para ampliar as oportunidades de geração de renda no campo. É nesse cenário que o Projeto Caju, desenvolvido pelos Amigos do Bem, organização sem fins lucrativos, com apoio da AGCO Agriculture Foundation, fundação privada que tem como objetivo prevenir e combater a fome por meio do desenvolvimento agrícola sustentável, atua no semiárido cearense. A iniciativa envolve 107 produtores em 15 comunidades, com a distribuição de 10 mil mudas de caju, capacitação técnica e acompanhamento para apoiar a implantação e o desenvolvimento dos pomares.

A escolha do caju considera as características da cultura, que apresenta adaptação ao clima quente e a períodos de menor disponibilidade hídrica. A partir dessa característica, o projeto associa o cultivo ao conhecimento técnico e ao suporte aos agricultores, buscando contribuir para a geração de renda e o fortalecimento da agricultura local.

Dos 107 produtores envolvidos, 63 receberam apoio direto com recursos da AGCO Agriculture Foundation. Entre os participantes, 64% são novos produtores, enquanto 36% já haviam sido apoiados pelo Projeto Caju.

“Os resultados mostram a importância de combinar recursos, conhecimento e acompanhamento técnico para criar oportunidades de desenvolvimento no campo. Em regiões que enfrentam desafios climáticos e socioeconômicos tão grandes, apoiar o produtor significa também contribuir para que ele tenha condições de construir uma fonte de renda mais estável”, afirma Marcelo Traldi, gerente geral da AGCO América Latina.

“Essa iniciativa demonstra como parcerias estratégicas podem gerar impacto positivo no campo. Ao apoiar os produtores com as mudas, capacitação e acompanhamento técnico, o projeto contribui para fortalecer a produção local e gerar renda para famílias em situação de vulnerabilidade no semiárido mais populoso do mundo e um dos contextos mais desafiadores do Brasil: o sertão nordestino”, afirma Alceu Caldeira, Diretor de Desenvolvimento Institucional dos Amigos do Bem.

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Do conhecimento à prática

 

A capacitação é uma das principais frentes da iniciativa. Setenta produtores participaram de treinamento técnico sobre implantação e manejo dos pomares, com orientações sobre seleção de mudas produtivas e adaptadas às condições do semiárido, preparo do solo, espaçamento, fertilização, manejo de plantas daninhas e poda de formação.O conhecimento também foi levado para o campo durante um dia de campo, que reuniu 34 produtores. A atividade permitiu demonstrar técnicas de plantio e manejo das mudas e criou um espaço para troca de experiências, esclarecimento de dúvidas e discussão dos desafios encontrados nas propriedades.

A combinação entre acesso às mudas e orientação técnica é especialmente relevante em uma região sujeita a períodos prolongados de seca. O objetivo é apoiar os agricultores nas primeiras etapas de desenvolvimento dos pomares e contribuir para que adotem práticas adequadas às características do solo, do clima e da cultura.

 

Investimento e acompanhamento

A Fundação AGCO destinou mais de R$ 100 mil ao projeto, recursos aplicados na produção das mudas, apoio aos pequenos produtores, capacitações, monitoramento e gestão da iniciativa.

Com a implantação dos pomares, o Projeto Caju avança para uma etapa de acompanhamento técnico. Estão previstas visitas às propriedades para monitorar o desenvolvimento das plantas e orientar os agricultores ao longo do ciclo produtivo.

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A programação inclui ainda novos treinamentos sobre pré-colheita e pós-colheita, com orientações sobre manejo, fortalecimento dos pomares e preparação dos produtores para as próximas etapas da produção.

O Projeto Caju integra a atuação dos Amigos do Bem no sertão nordestino. A organização atende cerca de 150 mil pessoas em 300 comunidades nos estados de Alagoas, Pernambuco e Ceará, com iniciativas nas áreas de educação, geração de renda, acesso à água, moradia e saúde.

 Sobre a Fundação AGCO

Fundada pela AGCO Corporation (NYSE: AGCO) em 2018, a AGCO Agriculture Foundation é uma fundação privada que tem como visão prevenir e aliviar a fome. A Fundação promove programas de impacto que apoiam a segurança alimentar, o desenvolvimento agrícola sustentável e constroem a infraestrutura agrícola necessária em comunidades rurais marginalizadas. A AAF está sediada em Vaduz, Liechtenstein e as operações são geridas em Duluth, Geórgia, EUA. Para mais informações, acesse https://www.agcofoundation.org/

 Sobre a ONG Amigos do Bem

Há mais de 30 anos, a instituição Amigos do Bem trabalha para transformar vidas no sertão nordestino, uma das regiões mais carentes e isoladas do Brasil. Atende regularmente 150 mil pessoas em 300 povoados com projetos contínuos de educação, trabalho e renda, água, moradia e saúde. Com um Modelo de Desenvolvimento Social Sustentável e diversas iniciativas de impacto positivo, promove inclusão social e desenvolvimento local, contribuindo com 12 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Para mais informações, acesse www.amigosdobem.org.

Flavia Amarante

Executiva de comunicação

Cel.: (16) 99792-2160

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