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O Daol Incorporador, da Mepel Máquinas e Implementos, representa um conceito inédito na distribuição de dejetos na lavoura, com eficácia na aplicação de cerca de 90%

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Nos últimos anos, a agropecuária tem superado as expectativas de produtividade no campo, porém, o grande desafio é manter todo esse crescimento de maneira sustentável. Por isso, é fundamental que o produtor reaproveite todos os recursos da fazenda, inclusive os dejetos vegetais e de animais para a produção de adubo orgânico. Este subproduto natural, além de ser uma alternativa eficiente, rentável e fácil de nutrir o solo que vai receber a plantação, é uma ferramenta sustentável que contribuirá diretamente para a preservação do meio ambiente.

Com o objetivo de gerar ainda mais eficiência na aplicação destes insumos, a Mepel Máquinas e Implementos desenvolveu o Daol Incorporador, um distribuidor de adubo orgânico líquido. Este representa um novo conceito nesta operação: a incorporação ao solo. Ao contrário dos métodos tradicionais a lanço, no qual o adubo orgânico aplicado é aspergido na atmosfera, com o implemento da Mepel, o produto é injetado diretamente em sulco aberto no solo. Por meio de um distribuidor tipo Manifold, a vazão é mantida constante e é igual em todas as linhas de saída, que terminam em discos sulcadores, garantindo a uniformidade de aplicação e a manutenção do sistema de plantio direto.

Além disso, o equipamento proporciona outros benefícios em relação à aspersão. Entre eles, reduz as perdas de nutrientes, principalmente de nitrogênio (N) e Fósforo (P), por deriva, evaporação, lixiviação e minimiza a contaminação de fontes d’água superficiais com microrganismos patogênicos. “Com o incorporador injetor, aumenta-se a eficiência dos dejetos como fonte de Nitrogênio (N) às culturas, possibilitando reduzir a quantidade de adubo necessária por hectare, ampliando consequentemente a produtividade das culturas. Quando comparada ao método de aspersão, a aplicação incorporada ao solo pode reduzir até 90% da perda N”, destaca Gabriel Boff, engenheiro mecânico e diretor industrial da Mepel.

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Com menor impacto ambiental, dosagem mais precisa e tecnologia de alta confiabilidade, o Daol Incorporador se diferencia por ser de fácil operação e baixo custo de manutenção. Além de incorporar dejetos no solo, funciona também como um distribuidor convencional.

Outro diferencial é que o implemento pode ser equipado de duas formas. Uma é com a bomba a vácuo anel líquido de alta performance, que oferece excelente produtividade e permite serviço ininterrupto (24 horas por dia), ideal para quem trabalha com dejetos mais densos e precisa fazer muitas cargas por dia. Outra opção é a bomba lobular, que, por sua vez, opera com baixa rotação, alta vazão e alta pressão, recomendada para dejetos menos densos (mais líquidos).

Patentes Verdes

Outra solução eficiente da Mepel é o Daol Vácuo Compressor, um distribuidor de adubo orgânico líquido equipado com bomba vácuo compressor de palhetas, que se destaca por possuir o selo Patentes Verdes. Este foi concedido pelo INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial, que é o órgão responsável por registrar e proteger marcas e patentes. A certificação foi concedida graças ao dispositivo desenvolvido e implementado no equipamento para retenção do óleo lubrificante, evitando que ele seja despejado no solo. Ou seja, esse simples e importante aperfeiçoamento garante o menor impacto ambiental.

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O Daol Vácuo Compressor apresenta ao setor diversas outras vantagens: ele se destaca por ser um equipamento versátil, de fácil operação e baixo custo de manutenção. Com sua robustez tem longa vida útil e possui ainda lubrificação das palhetas na carga e descarga.

Segundo Boff, além da distribuição de adubo orgânico líquido de suínos e bovinos, também pode ser usado para diversos tipos de efluentes, como, por exemplo, vinhaça de cana ou qualquer resíduo líquido da agroindústria, e para limpeza de fossas sépticas e sucção de resíduos. “Ou seja, é um distribuidor que funciona muito bem para dejetos mais densos e que complementa bem uma linha que tem foco em eficiência, praticidade e sustentabilidade”, finaliza o profissional. 

 

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AGRO & NEGÓCIOS

Projeto Caju beneficia mais de 100 produtores e distribui 10 mil mudas no semiárido cearense

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Em uma região onde a escassez de água impõe desafios à produção agrícola, encontrar culturas adaptadas às condições locais é um dos caminhos para ampliar as oportunidades de geração de renda no campo. É nesse cenário que o Projeto Caju, desenvolvido pelos Amigos do Bem, organização sem fins lucrativos, com apoio da AGCO Agriculture Foundation, fundação privada que tem como objetivo prevenir e combater a fome por meio do desenvolvimento agrícola sustentável, atua no semiárido cearense. A iniciativa envolve 107 produtores em 15 comunidades, com a distribuição de 10 mil mudas de caju, capacitação técnica e acompanhamento para apoiar a implantação e o desenvolvimento dos pomares.

A escolha do caju considera as características da cultura, que apresenta adaptação ao clima quente e a períodos de menor disponibilidade hídrica. A partir dessa característica, o projeto associa o cultivo ao conhecimento técnico e ao suporte aos agricultores, buscando contribuir para a geração de renda e o fortalecimento da agricultura local.

Dos 107 produtores envolvidos, 63 receberam apoio direto com recursos da AGCO Agriculture Foundation. Entre os participantes, 64% são novos produtores, enquanto 36% já haviam sido apoiados pelo Projeto Caju.

“Os resultados mostram a importância de combinar recursos, conhecimento e acompanhamento técnico para criar oportunidades de desenvolvimento no campo. Em regiões que enfrentam desafios climáticos e socioeconômicos tão grandes, apoiar o produtor significa também contribuir para que ele tenha condições de construir uma fonte de renda mais estável”, afirma Marcelo Traldi, gerente geral da AGCO América Latina.

“Essa iniciativa demonstra como parcerias estratégicas podem gerar impacto positivo no campo. Ao apoiar os produtores com as mudas, capacitação e acompanhamento técnico, o projeto contribui para fortalecer a produção local e gerar renda para famílias em situação de vulnerabilidade no semiárido mais populoso do mundo e um dos contextos mais desafiadores do Brasil: o sertão nordestino”, afirma Alceu Caldeira, Diretor de Desenvolvimento Institucional dos Amigos do Bem.

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Do conhecimento à prática

 

A capacitação é uma das principais frentes da iniciativa. Setenta produtores participaram de treinamento técnico sobre implantação e manejo dos pomares, com orientações sobre seleção de mudas produtivas e adaptadas às condições do semiárido, preparo do solo, espaçamento, fertilização, manejo de plantas daninhas e poda de formação.O conhecimento também foi levado para o campo durante um dia de campo, que reuniu 34 produtores. A atividade permitiu demonstrar técnicas de plantio e manejo das mudas e criou um espaço para troca de experiências, esclarecimento de dúvidas e discussão dos desafios encontrados nas propriedades.

A combinação entre acesso às mudas e orientação técnica é especialmente relevante em uma região sujeita a períodos prolongados de seca. O objetivo é apoiar os agricultores nas primeiras etapas de desenvolvimento dos pomares e contribuir para que adotem práticas adequadas às características do solo, do clima e da cultura.

 

Investimento e acompanhamento

A Fundação AGCO destinou mais de R$ 100 mil ao projeto, recursos aplicados na produção das mudas, apoio aos pequenos produtores, capacitações, monitoramento e gestão da iniciativa.

Com a implantação dos pomares, o Projeto Caju avança para uma etapa de acompanhamento técnico. Estão previstas visitas às propriedades para monitorar o desenvolvimento das plantas e orientar os agricultores ao longo do ciclo produtivo.

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A programação inclui ainda novos treinamentos sobre pré-colheita e pós-colheita, com orientações sobre manejo, fortalecimento dos pomares e preparação dos produtores para as próximas etapas da produção.

O Projeto Caju integra a atuação dos Amigos do Bem no sertão nordestino. A organização atende cerca de 150 mil pessoas em 300 comunidades nos estados de Alagoas, Pernambuco e Ceará, com iniciativas nas áreas de educação, geração de renda, acesso à água, moradia e saúde.

 Sobre a Fundação AGCO

Fundada pela AGCO Corporation (NYSE: AGCO) em 2018, a AGCO Agriculture Foundation é uma fundação privada que tem como visão prevenir e aliviar a fome. A Fundação promove programas de impacto que apoiam a segurança alimentar, o desenvolvimento agrícola sustentável e constroem a infraestrutura agrícola necessária em comunidades rurais marginalizadas. A AAF está sediada em Vaduz, Liechtenstein e as operações são geridas em Duluth, Geórgia, EUA. Para mais informações, acesse https://www.agcofoundation.org/

 Sobre a ONG Amigos do Bem

Há mais de 30 anos, a instituição Amigos do Bem trabalha para transformar vidas no sertão nordestino, uma das regiões mais carentes e isoladas do Brasil. Atende regularmente 150 mil pessoas em 300 povoados com projetos contínuos de educação, trabalho e renda, água, moradia e saúde. Com um Modelo de Desenvolvimento Social Sustentável e diversas iniciativas de impacto positivo, promove inclusão social e desenvolvimento local, contribuindo com 12 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Para mais informações, acesse www.amigosdobem.org.

Flavia Amarante

Executiva de comunicação

Cel.: (16) 99792-2160

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