CUIABÁ

3.500 kits

Crianças e adolescentes em idade escolar recebem kits de material para a volta às aulas

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Valentina Barbosa tem sete anos e está pronta para começar a estudar no segundo ano do Ensino Fundamental em uma escola de Cuiabá. Além da vontade de aprender, a menina também levará para a sala de aula um kit escolar completo doado pela empresa onde o pai Rodrigo trabalha em Mato Grosso.

 

A Bom Futuro distribui anualmente kits escolares para os filhos e as filhas dos colaboradores que têm entre 4 e 14 anos. Em 2023, serão 3.500 kits para as crianças, que contêm mochila, cadernos, canetas, lápis, borracha, apontador, régua, lápis de cor. Os pequenos ainda recebem giz de cera, massa de modelar, tinta guache, pincel e cola. Os adolescentes recebem dicionário de Inglês.

“Eu acho muito legal receber os materiais para levar às aulas, já chego com canetinhas, caderno de desenho e de escrever, várias coisas”, conta a empolgada Valentina. O pai dela, Rodrigo Maciel Barbosa, é piloto executivo e percorre diversas unidades da Bom Futuro durante o período de trabalho.

 

“A gente vê a importância deste kit escolar quando percebe que, muitas vezes, as fazendas são longe das cidades e há uma dificuldade dos pais adquirirem. Então, levar até os alunos é muito bacana, a criançada fica muito alegre ao receber o material. E, como pai, acho o projeto muito importante”, diz.

 

Os kits escolares são distribuídos há oito anos e são uma ação do programa Separô, o braço socioambiental da Bom Futuro, que realiza separação e coleta para reciclagem de resíduos sólidos nas propriedades rurais da empresa.

A gerente ambiental da empresa, Elaine Lourenço, lembra que o Separô começou há 12 anos para orientar e incentivar os colaboradores. “Sempre pensamos que é importante unir o tema ambiental com a educação para que as pessoas tenham consciência das suas ações e que saibam que elas impactam positiva ou negativamente no meio ambiente”.

 

A venda dos materiais gera recursos para diversas atividades do programa, como a aquisição dos kits escolares, que neste ano têm como personagem a mascote Super S, uma heroína que ensina sobre o gerenciamento de resíduos sólidos.

 

O programa traz mudanças significativas para as famílias dos colaboradores da Bom Futuro, em especial para as novas gerações. “É um incentivo para o meu filho, que sempre aguarda ansioso a entrega do kit. Eu fico feliz com a ajuda da empresa e, ainda mais, porque também ensina o valor do estudo e dos cuidados com o meio ambiente”, relata Anderson Souza Moreira, analista de Logística da Bom Futuro.

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AGRO & NEGÓCIOS

Circuito Aprosoja reúne produtores em Alta Floresta e debate endividamento, FETAB e desafios do agro em MT

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A manhã desta segunda-feira (18) foi marcada pela realização do 20º Circuito Aprosoja, em Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso. O encontro reuniu produtores rurais, empresários e lideranças do setor na sede do SIMENORTE, Sindicato dos Madeireiros do Extremo Norte de Mato Grosso.


Representando a Aprosoja-MT, o vice-presidente Luiz Pedro Bier fez um balanço dos últimos anos de atuação da entidade e destacou os principais desafios enfrentados pela agricultura mato-grossense. Entre os temas abordados estiveram o endividamento dos produtores, insegurança jurídica no campo, ameaças de invasão de terras, instabilidades climáticas, restrições ao crédito rural, regularização ambiental, logística e a cobrança do FETAB.


Durante a apresentação, Bier afirmou que o setor produtivo tem enfrentado uma combinação de fatores que pressionam diretamente a atividade no campo. Segundo ele, a queda no preço da soja, o aumento dos custos de produção, os juros elevados, a seca em algumas regiões e o excesso de chuvas em outras criaram um cenário de forte preocupação para os produtores.

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O vice-presidente também destacou a atuação da Aprosoja em pautas como a regularização do CAR, a defesa da propriedade privada, o enfrentamento à moratória da soja e o diálogo com instituições financeiras em busca de alternativas para o endividamento rural.


Outro ponto de destaque foi o FETAB. Bier afirmou que a entidade, junto com outras organizações do setor produtivo, tem trabalhado para evitar novos aumentos e buscar alívio ao produtor rural. Segundo ele, os congelamentos recentes e a possível não reedição do chamado FETAB 2 podem representar uma economia expressiva para o setor.

O ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan, também participou do encontro e falou sobre o impacto do FETAB no bolso do produtor, reforçando a cobrança por medidas que aliviem a carga sobre quem produz em Mato Grosso.

O evento também contou com palestra do professor HOC, que abordou temas ligados à geopolítica e seus reflexos no agronegócio brasileiro, especialmente em um momento de instabilidade econômica, disputas comerciais e mudanças no cenário internacional.


O Circuito Aprosoja em Alta Floresta reforçou a importância do debate regionalizado, ouvindo produtores e levando informações sobre as ações da entidade em defesa do setor produtivo mato-grossense.

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