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Benefício fiscal é prorrogado para as indústrias frigoríficas em MT

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A indústria frigorífica conseguiu a permanência do percentual de benefício fiscal do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic) no submódulo indústria alimentícia de origem animal e vegetal para carne e miudezas comestíveis bovinas.

A medida que está em vigor desde 1º de outubro de 2021, com validade de seis meses, venceu em abril, mas com o novo acordo, foi prorrogada até outubro deste ano, com efeito retroativo a partir de maio.

A decisão foi aprovada, pelo Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (CONDEPRODEMAT), no dia 29 de junho.

De acordo com Paulo Bellincanta, presidente do Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Mato Grosso (SINDIFRIGO MT), explica que, a entidade teve a oportunidade de abrir as planilhas de custo das indústrias frigoríficas junto ao Governo de Mato Grosso, e as secretarias, além da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), na qual todos os envolvidos se preocuparam com a consequência de um possível processo de desemprego que poderia ocorrer com fechamento de empresas.

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“A indústria espremida entre o preço alto de sua matéria prima e um mercado que não consegue consumir seu produto. A arroba tem hoje um custo muito alto para ser produzida e a consequência disto é um preço do quilo de carne é extremamente elevado para o consumidor final”, pontua Bellincanta.

O empresário acrescenta que, “a redução do consumo da carne vermelha e seu alto preço não são segredos nenhum, pelo contrário, tem sido matéria de artigos e reportagens da imprensa. Na concorrência natural do mercado as indústrias enfrentam diferenças entre si ao atingirem mercados diversos e entre legislações estaduais diferentes. A vitória da indústria, ainda que temporária, significa muito para a vida das empresas, o emprego e um alívio nos altos preços do produto final”.

Bellincata finaliza enaltecendo o entendimento dos conselheiros do CONDEPRODEMAT, da Assembleia Legislativa e do Governo do Estado pela causa que vai além do econômico o social.

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Dubai combate a fome com tecnologia e dignidade: conheça as máquinas que distribuem pão fresco gratuitamente 24 horas por dia

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Enquanto boa parte do mundo ainda enfrenta filas em bancos de alimentos e milhões de pessoas escondem a própria fome por vergonha, Dubai decidiu unir tecnologia e solidariedade para enfrentar um dos maiores problemas da humanidade.

Desde setembro de 2022, o emirado colocou em funcionamento o programa Bread for All (Pão para Todos), uma iniciativa que utiliza máquinas inteligentes capazes de assar e entregar pão fresco gratuitamente, funcionando durante 24 horas por dia.

Mais do que distribuir alimento, o projeto procura preservar aquilo que muitas vezes a pobreza também tira das pessoas: a dignidade.

Uma máquina que entrega mais do que pão

Foto divulgação

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, as máquinas não ficam espalhadas aleatoriamente pelas ruas.

Elas foram instaladas em unidades da rede de supermercados Aswaaq, em bairros estratégicos de Dubai, como Al Mizhar, Mirdif, Al Warqaa, Nad Al Sheba, Al Quoz e Al Badaa.

A escolha desses locais garante segurança, energia elétrica, monitoramento por câmeras e facilidade para o abastecimento.

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Quem precisa apenas faz o pedido e, poucos minutos depois, recebe um pão recém-assado.

Sem filas.

Sem cadastros.

Sem precisar explicar sua condição financeira.

Não existe ninguém entregando o alimento

Foto divulgação

Embora o atendimento seja totalmente automatizado para quem utiliza o equipamento, existe uma equipe trabalhando nos bastidores. Funcionários fazem a reposição dos ingredientes, realizam a limpeza, a manutenção preventiva e monitoram o funcionamento das máquinas.

Toda a operação é acompanhada remotamente, permitindo saber quando uma unidade precisa ser reabastecida ou apresentar algum problema técnico.

Quem paga essa conta?

As máquinas não dependem exclusivamente do governo. Elas recebem recursos de empresas, empresários e cidadãos que fazem doações diretamente no equipamento ou por meios digitais.


Um dos maiores exemplos foi o empresário Khalaf Al Habtoor, que patrocinou a instalação de dez novas máquinas para ampliar o alcance do programa. É uma corrente de solidariedade sustentada pela própria sociedade.

O mundo ainda convive com a fome

Mas existe uma dor que raramente aparece nas estatísticas.

A vergonha.

Muitas famílias deixam de procurar ajuda porque sentem constrangimento em enfrentar filas ou expor sua situação.

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Foi justamente esse aspecto que Dubai decidiu combater.

Ali, ninguém pergunta quem você é. Ninguém exige documentos. A máquina simplesmente entrega o pão. Poderia funcionar no Brasil? Essa talvez seja a pergunta mais importante.

É evidente que máquinas não acabam com a pobreza. Não resolvem desemprego.

Não substituem políticas públicas. Mas mostram que tecnologia pode ser usada para reduzir burocracia, diminuir custos operacionais e preservar a dignidade das pessoas.

Imagine equipamentos semelhantes instalados em hospitais públicos, rodoviárias, centros comunitários ou mercados municipais, oferecendo alimentos básicos durante todo o dia para quem realmente precisa.

Seria uma forma moderna de combater a fome sem expor quem vive esse drama diariamente.

Minha reflexão

Vivemos uma época em que a tecnologia costuma ser lembrada por inteligência artificial, carros autônomos e robôs.

Dubai decidiu utilizá-la para algo muito mais simples, e talvez muito mais importante.

Alimentar pessoas.

Porque combater a fome não significa apenas colocar comida na mesa.

Significa permitir que alguém receba ajuda sem perder a própria dignidade.

Talvez seja justamente essa a maior inovação do projeto Bread for All.

Saran News.

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