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SAÚDE

SMS alerta para falta de vacina em unidades básicas da Capital

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O município de Cuiabá está sem o imunizante BCG, vacina administrada nos primeiros dias de vida do bebê e que protege contra a Tuberculose. O Ministério da Saúde encaminhou em 29 de abril o Ofício Circular nº 80/2022/SVS/MS a todos os estados brasileiros justificando a redução das remessas de vacinas BCG devido a dificuldades de aquisição. Um novo Ofício Circular (nº110/2022/SVS/MS) foi enviado pelo Ministério da Saúde em 20 de junho, reiterando o desabastecimento e informando que a regularização na entrega das doses está prevista para meados de setembro.

Conforme orientação passada pela Rede de Frio Estadual / MT, que realiza a distribuição das vacinas enviadas pelo Ministério da Saúde em Mato Grosso, não há mais estoque do imunizante para ser distribuído para a capital. A previsão era que o pequeno quantitativo restante na rede municipal durasse até esta segunda-feira (18).

Foi informado à SMS que, tão logo a situação do estoque nacional da vacina BCG seja regularizada, a Rede de Frio retomará a distribuição do imunizante, conforme a necessidade da rede municipal e um novo cronograma será divulgado.

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CIDADES

Hospital Santa Rosa conquista o Selo Segurança do Paciente 2026 da Epimed e IBSP

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O Hospital Santa Rosa, integrante do Grupo Santa em Cuiabá (MT), conquistou, por mais um ano consecutivo, o Selo Segurança do Paciente 2026. Concedido anualmente pela Epimed Solutions em parceria com o Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente (IBSP), o reconhecimento atesta o elevado padrão de maturidade assistencial e a eficiência da instituição mato-grossense no monitoramento, notificação, investigação e tratamento de incidentes e eventos adversos.

O selo é concedido exclusivamente a instituições de saúde que utilizam a plataforma Epimed Monitor Segurança do Paciente e mantêm desempenho consistente e transparente na gestão de riscos assistenciais, em conformidade com as recomendações da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 36/2013 da Anvisa.

A conquista do Hospital Santa Rosa soma-se ao desempenho do Grupo Santa na região Centro-Oeste, que também teve reconhecidos o Hospital Santa Lúcia Sul (HSLS) e o Hospital Santa Lúcia Taguatinga (HSLT), no Distrito Federal; o Ânima Centro Hospitalar, em Anápolis (GO); e o Hospital do Coração, em Campo Grande (MS).

Para o diretor-geral do Hospital Santa Rosa, Dr. Cervantes Caporossi, a renovação do selo representa a consolidação de um trabalho construído diariamente pelas equipes da instituição.

“Esse reconhecimento demonstra que não apenas notificamos os incidentes, mas utilizamos essas informações de forma estruturada para aprender, revisar processos e tornar a assistência cada vez mais segura. Para os nossos pacientes, significa que existe um compromisso permanente com a prevenção de riscos, com a transparência e com a melhoria contínua”, afirma.

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Métricas e gestão de riscos em Cuiabá

A manutenção do selo pelo Hospital Santa Rosa exige o cumprimento contínuo de metas operacionais e clínicas, mensuradas de maneira automatizada por indicadores da plataforma. Para assegurar a renovação em 2026, a unidade sustentou padrões de maturidade assistencial baseados em três critérios fundamentais:

● Classificação assertiva de eventos: percentual de notificações classificadas na categoria “Outra natureza” menor ou igual a 25%, demonstrando precisão no diagnóstico da causa raiz dos incidentes;
● Detecção precoce de inconformidades: tempo médio para identificação e registro do evento adverso menor ou igual a 7 dias;
● Agilidade na investigação: tempo médio para conclusão do processo de apuração e proposição de planos de ação corretivos menor ou igual a 45 dias.

A manutenção dessas métricas reflete uma cultura organizacional baseada na vigilância ativa e no aprendizado contínuo. A identificação de inconformidades permite revisar fluxos internos, estabelecer ações preventivas e implementar barreiras de proteção para reduzir a possibilidade de recorrência dos eventos.

Segundo Dr. Cervantes, um dos principais avanços está justamente na compreensão de que a notificação deve ser utilizada como ferramenta de aperfeiçoamento da assistência, e não como instrumento de responsabilização individual.

O uso da plataforma Epimed permite produzir informações confiáveis, identificar tendências e definir ações preventivas. Além disso, investimos continuamente na capacitação das equipes, na análise dos eventos, no acompanhamento de indicadores e no envolvimento das lideranças, para que a segurança esteja integrada à rotina assistencial e não seja apenas uma exigência de certificação”, explica.

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Na prática, essa cultura está presente desde a comunicação entre os profissionais até procedimentos rotineiros, como a dupla checagem de informações, a identificação correta dos pacientes e o estímulo para que colaboradores comuniquem situações de risco. Os incidentes identificados também são discutidos pelas equipes com foco no aprendizado e no aprimoramento dos processos.

Padronização assistencial e integração de rede

A certificação simultânea de várias unidades do Grupo Santa no Centro-Oeste evidencia a padronização das práticas de qualidade e segurança do paciente mantidas em diferentes níveis de complexidade. A integração dos sistemas de qualidade e a capacitação contínua das equipes multidisciplinares garantem que o mesmo rigor técnico seja aplicado em centros hospitalares de diferentes estados.

Para a diretora de Práticas Assistenciais do Grupo Santa, Rosana Schneider, o selo valida o empenho corporativo em transformar dados de qualidade em segurança real no leito. “Promovemos uma cultura que estimula a notificação transparente de incidentes para que cada ocorrência seja transformada em oportunidade de aprendizado e aprimoramento dos processos”, destaca. “Essa gestão orientada por indicadores consolida um ambiente hospitalar cada vez mais seguro e resolutivo para cada vida sob nossa responsabilidade.”

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