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Previsão é de movimentação recorde de veículos até dia 22

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) iniciou, na madrugada de hoje (17), a Operação Carnaval 2023, com a expectativa de movimentação recorde nos cerca de 75 mil quilômetros da malha federal onde atuará com ações de monitoramento e fiscalização.

A operação será implementada até o dia 22, com o intuito de promover segurança e diminuir a gravidade os acidentes. Para tanto, aumentará a quantidade de rondas ostensivas e reforçará o policiamento em locais estratégicos, como é o caso de trechos com maior movimentação ou elevado número de infrações de trânsito.

Segundo a PRF, a operação terá “atenção permanente e redobrada nas infrações responsáveis pelos acidentes letais, como excesso de velocidade, ultrapassagens proibidas e a mistura álcool e direção”.

Estradas

A previsão recorde na movimentação das rodovias federais se deve ao fato de este ser o primeiro carnaval após dois anos sem folia, devido às restrições sanitárias e às medidas de isolamento adotadas para o combate à pandemia. Por este motivo, a PRF anunciou que empenhará toda a sua força de trabalho.

Segundo o Ministério do Turismo, cerca de 46 milhões de pessoas devem se movimentar para os “tradicionais destinos carnavalescos” do país.

O aumento de demanda superou as estimativas da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati) para este ano. Prova disso é que o aumento de 30% na oferta de horários extras não foi suficiente, segundo a entidade.

Para os destinos mais procurados, as empresas têm oferecido 50% mais serviços do que em 2020, último ano de carnaval expressivo, o que equivale a um aumento entre 7% e 10% na frota circulante em algumas das localidades.

Em nota, a polícia rodoviária informou que a previsão é de maior movimento nos corredores rodoviários que levam aos destinos preferidos nesta época, como Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco, Paraíba e Ceará.

“Mas não só a faixa litorânea e cidades balneárias atrairão turistas. Também é aguardado fluxo intenso de veículos no sentido oposto. Além das festas tradicionais que ocorrem em várias cidades do interior, muitas pessoas viajam em busca de descanso nos dias de folia.”

A sugestão, aos motoristas, é que dirijam de forma moderada; façam a revisão preventiva do veículo antes da viagem; programem pausas para descanso; e que procurem se informar sobre o estado de conservação das estradas. É também indicado que verifiquem as condições do tempo por onde vai passar.

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Álcool e direção, não!

Segundo a PRF, o combate à embriaguez ao volante, uma das maiores causas de acidentes nas rodovias do país, será um dos principais focos da operação, tanto por meio de ações educativas como de fiscalização.

“É importante lembrar que dirigir sob o efeito do álcool reduz a capacidade de reação do motorista, colocando em risco a segurança de todos os usuários das rodovias. É preciso que toda a sociedade se conscientize de que beber e dirigir são atividades incompatíveis”, informa a PRF.

Monitoramento

A mistura de álcool e direção acaba encorajando motoristas a cometer uma das irregularidades mais perigosas: a ultrapassagem em locais proibidos. “As equipes da estarão equipadas com etilômetros. Qualquer motorista, independentemente da situação, será convidado a passar pelo equipamento.”

As equipes vão observar o uso de cinto de segurança, de capacete, de dispositivos de retenção para crianças e de telefone celular ao volante, e serão feitas fiscalizações específicas de motocicletas e condição de conservação dos veículos.

A partir das centrais de comando e controle (estaduais e nacional), o monitoramento será feito com câmeras, rádios e telefones disponíveis. Segundo a PRF, são ferramentas que permitem acompanhar, em tempo real, “as ocorrências relevantes, com segurança, precisão e velocidade para que a tomada de decisão seja a mais eficiente e acertada possível”.

As ligações feitas para o 191 são atendidas diretamente, sem qualquer interlocutor digital, permitindo aos cidadãos informar ou fazer denúncias de forma célere.

Enfrentamento à criminalidade

As ações de combate ao crime serão intensificadas por meio de “abordagens focadas nas informações do serviço de inteligência e a utilização de ferramentas de comunicação para prender criminosos, recuperar veículos roubados e retirar armas ilegais, drogas e produtos contrabandeados de circulação”.

Também serão foco das ações a fiscalização do tempo de direção e descanso de motoristas profissionais e do exame toxicológico.

Balanço

Está previsto para o dia 23 a divulgação de um balanço final da Operação Carnaval 2023. Ao serem comparados com o balanço divulgado na Operação Carnaval 2022, os dados possibilitarão, a identificação de ações bem-sucedidas, bem como pontos a serem aperfeiçoados, de forma a diminuir os índices de acidentes nas rodovias federais.

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Nos seis dias de operação no carnaval do ano passado, 165.319 pessoas e 132.931 veículos foram fiscalizados nas estradas federais por um efetivo de 16,8 mil policiais.

Ao todo, 77.832 autuações foram registradas: 10.921 por ultrapassagem em local proibido e 8.296 por condutores e passageiros que não utilizavam o cinto de segurança. Foram 2.551 autos de infração para motoristas dirigindo sob a influência de álcool.

Segundo o balanço de 2022, foram registrados 1.160 acidentes nas rodovias federais durante o carnaval do ano passado (entre 25 de fevereiro e 2 de março). Os acidentes resultaram em 107 mortes; 308 feridos graves; e 999 feridos leves e médios.

A PRF divulgou uma lista de orientações voltadas aos foliões que pretendem pegar estrada neste carnaval de 2023.

Vale conferir:

● Antes de viajar, o proprietário do veículo deve verificar as condições do carro. A manutenção deve estar em dia, em especial em relação aos itens de segurança, como sistema de freios, de pneus e sistemas de iluminação e sinalização;

● A viagem deve ser planejada, de modo que o condutor não dirija por mais de quatro horas ininterruptas. Ele deve estar descansado e em condições físicas e psicológicas para conduzir o veículo. Deve haver planejamento para abastecimento e alimentação também;

● O veículo só pode levar até a capacidade máxima de passageiros permitida pelo manual. Todos os ocupantes devem usar o cinto de segurança ou, em caso de crianças, o sistema de retenção equivalente;

● As bagagens devem ser levadas em compartimento próprio, para evitar lesões em caso de envolvimento em acidentes. Se forem levadas em compartimento de passageiros, elas podem se deslocar e machucar os ocupantes do carro;

● Os motoristas devem respeitar a sinalização, a velocidade máxima estabelecida para a via e, em relação às ultrapassagens, devem realizar a manobra somente em locais permitidos e quando houver tempo e distância para concluir a manobra sem colocar o trânsito em risco. Ressalta-se que ultrapassagens mal realizadas são responsáveis por um terço das mortes em rodovias federais;

● Em caso de chuva, a velocidade deve ser reduzida, os faróis devem permanecer acesos e a distância de segurança entre os veículos deve aumentar.

Fonte Agência Brasil

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O QUE ESTÁ POR TRÁS DA GUERRA POLÍTICA QUE CERCA WANDERLEY EM VG

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Presidente da Câmara registra ocorrência na Polícia Civil, pede auditoria após suspeita de acesso indevido aos sistemas do Legislativo e relata estar sendo seguido e recebendo informações sobre ameaças de morte. O caso ocorre em meio a uma das mais acirradas disputas políticas recentes de Várzea Grande.

O que começou como uma informação recebida por telefone transformou-se em caso de polícia e aumentou ainda mais a temperatura nos bastidores políticos de Várzea Grande.
O presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira (MDB), tornou público um conjunto de episódios que, segundo ele, vem tirando seu sono e causando preocupação também entre seus familiares.
Wanderley afirma ter recebido a informação de que um servidor da própria Câmara teria repassado sua senha de acesso a terceiros e que um suposto hacker poderia ter entrado nos sistemas internos do Legislativo.
A informação teria chegado ao vereador no domingo, 30 de agosto.
Segundo Wanderley, junto com a informação sobre o possível acesso clandestino veio algo ainda mais preocupante: estaria sendo preparado um suposto “dossiê” contra ele, contendo acusações de desvio de aproximadamente R$ 1 milhão em contrato, nepotismo e outras irregularidades.
O presidente nega as acusações e afirma que determinou imediatamente uma auditoria.

O CASO VIROU BOLETIM DE OCORRÊNCIA

A existência do registro policial pode ser comprovada.
Documento obtido pelo SaranNews mostra que Wanderley Cerqueira compareceu à Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso e registrou o Boletim de Ocorrência nº 2026.294721, relacionado aos acontecimentos.
O BO foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia – Centro de Várzea Grande e traz como data do fato 30 de agosto de 2026, às 14h, com comunicação formalizada em 3 de setembro.
Entre as naturezas registradas aparece a possível prática prevista no artigo 154-A do Código Penal, referente à invasão de dispositivo informático. O documento também registra ocorrência relacionada a abuso de autoridade.
Na narrativa apresentada à Polícia Civil, Wanderley informou que recebeu ligação relatando que um servidor da Câmara teria repassado sua senha de acesso aos sistemas internos a terceiros, que supostamente teriam utilizado meios informáticos ilícitos, inclusive acesso por hacker, com o objetivo de obter documentos e informações internas.

Há outro ponto particularmente importante no documento.

Segundo o relato formalizado no BO, esses documentos e informações poderiam estar sendo utilizados para elaboração e eventual divulgação de um suposto dossiê contendo acusações relacionadas a nepotismo, processos licitatórios e outros fatos que, segundo a versão apresentada pelo vereador, poderiam ser manipulados ou forjados para atingir sua imagem e reputação.
O BO registra ainda a informação de que Wanderley teria recebido notícia sobre possível participação de autoridades nesse esquema, algo que, neste momento, permanece apenas como relato do comunicante e precisa ser investigado.

POLÍCIA DEVERÁ APURAR ACESSOS E RESPONSABILIDADES

O próprio documento mostra que Wanderley solicitou providências bastante específicas.
Ele pediu levantamento e identificação dos acessos realizados aos sistemas da Câmara, incluindo, quando tecnicamente possível, data e horário, endereço IP, localização e outros dados técnicos, além da identificação dos responsáveis.
Também solicitou relatório dos servidores que possuem credenciais de acesso aos sistemas, identificação dos respectivos usuários, funções e níveis de permissão.
O registro ainda menciona pedido de apuração sobre a regularidade de procedimentos administrativos e contratos, especialmente os relacionados à área de Recursos Humanos, além da preservação de possíveis evidências digitais e documentais.
Ao final, o BO determina o encaminhamento do caso à 2ª Delegacia de Polícia Cristo Rei, em Várzea Grande.

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O registro policial comprova, portanto, que Wanderley formalizou as suspeitas perante a Polícia Civil.
Mas é fundamental fazer uma distinção: o boletim de ocorrência não comprova que houve invasão, que documentos tenham sido adulterados ou que exista uma organização atuando contra o vereador. Ele registra oficialmente as alegações apresentadas pelo comunicante, que agora dependem de

UM CARRO, SUPOSTA PLACA FRIA E MEDO DE MORRER

O problema, entretanto, segundo Wanderley, não estaria restrito ao mundo digital.
Durante seu pronunciamento, o vereador afirmou ter percebido um Volkswagen Polo de cor escura circulando repetidamente enquanto visitava o filho.
Depois, segundo ele, o mesmo automóvel teria aparecido nas proximidades da residência de sua mãe.
A equipe de segurança que acompanha o presidente teria fotografado o carro e levantado informações sobre a placa. Wanderley afirma ter consultado policiais e recebido a informação de que se trataria de uma “placa fria”.
Essa informação, até o momento, não aparece comprovada no BO disponibilizado ao SaranNews e, portanto, deve ser tratada como declaração do vereador.

Wanderley também afirmou ter recebido informações de que existiriam ameaças de morte contra ele.
“Eu tenho filhos, netos”, declarou ao revelar sua preocupação.
Ele diz andar acompanhado por profissionais de segurança, alguns deles policiais militares aposentados, e afirma que sua esposa também estaria evitando sair de casa diante da situação.

MAS POR QUE WANDERLEY ESTÁ NO CENTRO DESSA TEMPESTADE?

É aqui que o episódio deixa de ser apenas policial e passa a exigir uma análise política.
Wanderley Cerqueira não é apenas mais um vereador de Várzea Grande.
Ele é o presidente da Câmara Municipal e se transformou, nos últimos meses, em um dos principais personagens do confronto político envolvendo o Legislativo e a administração da prefeita Flávia Moretti (PL).
A relação entre os dois poderes deteriorou-se profundamente.
Moretti já acusou Wanderley de tentar chegar à Prefeitura pelo chamado “tapetão”, enquanto o presidente da Câmara passou a fazer duras cobranças à administração municipal.
A situação tornou-se ainda mais sensível depois da renúncia do vice-prefeito Tião da Zaeli.
Sem vice, o presidente da Câmara ganhou peso adicional na linha sucessória do município. Assim, qualquer discussão sobre eventual afastamento definitivo da prefeita passou inevitavelmente a envolver também o nome de Wanderley.
Isso elevou exponencialmente o valor político da Presidência da Câmara.

GAECO, MESA DIRETORA E OUTRA FRENTE DE INVESTIGAÇÃO

O ambiente ficou ainda mais pesado quando denúncias relacionadas aos bastidores da eleição da Mesa Diretora chegaram à esfera investigativa.
O Gaeco passou a apurar denúncias envolvendo episódios relacionados à eleição da direção da Câmara, e vereadores ligados ao grupo de Wanderley foram ouvidos.
As acusações divulgadas naquele contexto eram extremamente graves, mas precisam ser tratadas com cautela: investigação não significa culpa e denúncia não significa condenação.
O episódio, entretanto, colocou a Câmara de Várzea Grande e seu presidente definitivamente sob forte exposição política.

O DAE COLOCOU MAIS COMBUSTÍVEL NA FOGUEIRA

Outro capítulo importante envolve o Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE).
Recentemente, um vídeo envolvendo o vereador Rogerinho da Dakar (PSDB), ex-presidente da autarquia, manuseando dinheiro em espécie voltou ao centro das discussões.
O caso chegou à Câmara e Wanderley encaminhou documentação para análise da Comissão de Ética.
Na sessão de 1º de setembro, Wanderley e Rogerinho protagonizaram uma forte discussão.
Durante o embate, Wanderley levantou questionamentos sobre contrato existente durante a administração de Rogerinho no DAE. Rogerinho contestou as declarações e cobrou apresentação de documentos.

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Há uma coincidência cronológica que chama atenção.

Segundo o BO agora obtido pelo SaranNews, o fato que originou a denúncia sobre eventual acesso ao sistema da Câmara ocorreu em 30 de agosto.
Dois dias depois veio o confronto público envolvendo o DAE.
Não existe, até agora, elemento que permita afirmar que os episódios estejam relacionados.
Mas a proximidade temporal torna legítimo que os fatos sejam observados pelas autoridades durante a investigação.

PERSEGUIÇÃO POLÍTICA OU UMA DISPUTA QUE SAIU DO CONTROLE?

Essa talvez seja a pergunta mais importante.
Seria irresponsável afirmar, neste momento, que existe uma organização criminosa perseguindo Wanderley.
Mas também seria irresponsável ignorar que o presidente de um Poder municipal procurou formalmente a Polícia Civil, registrou ocorrência, pediu preservação de evidências digitais e afirma temer pela própria segurança.
Agora existem caminhos objetivos para descobrir a verdade.
Se houve invasão, os registros eletrônicos podem deixar rastros.
Se alguém utilizou credenciais de servidores, uma auditoria poderá apontar quando e como isso ocorreu.
Se documentos foram copiados ou adulterados, perícia poderá encontrar evidências.
Se houve utilização de placa falsa no veículo mencionado por Wanderley, a Polícia poderá investigar.
E se existe um dossiê, seu conteúdo poderá ser confrontado com contratos, licitações, empenhos, pagamentos, notas fiscais e demais documentos oficiais da Câmara.

DOCUMENTOS CONTRA NARRATIVAS

Durante seu pronunciamento, Wanderley insistiu várias vezes que não teme investigação.
Ele afirmou que a Câmara está aberta à Polícia, Ministério Público e Justiça e declarou que sua residência e empresas também podem ser investigadas.
O vereador também apresentou como argumento de austeridade a devolução de aproximadamente R$ 855 mil aos cofres públicos no encerramento do exercício anterior, além do pagamento de rescisões.
Esses valores, entretanto, devem ser analisados separadamente das acusações envolvendo o suposto dossiê. Devolver recursos economizados pelo Legislativo é informação relevante sobre a gestão orçamentária, mas não constitui, isoladamente, prova capaz de confirmar ou afastar outras acusações.

ONDE TERMINA A POLÍTICA E COMEÇA O CRIME?

O que está acontecendo em Várzea Grande parece ser resultado de uma sucessão de conflitos que foram se acumulando.
Wanderley preside a Câmara.
É um dos principais contrapontos políticos à prefeita.
Controla uma instituição fundamental para aprovação de projetos e fiscalização do Executivo.
Seu grupo atravessou uma turbulenta disputa pela Mesa Diretora.
Seu nome aparece constantemente no embate sobre a sucessão municipal.

A Câmara passou a analisar episódios envolvendo o DAE.

E agora o próprio presidente afirma que alguém pode ter tentado acessar ilegalmente os sistemas do Legislativo para obter ou manipular informações contra ele.
Pela primeira vez nessa nova etapa da crise, entretanto, há um documento policial que materializa oficialmente parte dessas alegações.
Isso não prova a existência da perseguição.
Mas significa que a história deixou de ser apenas uma declaração feita diante das câmeras e passou a exigir uma resposta das autoridades.
Se houve invasão, é preciso descobrir quem entrou.
Se houve manipulação, é preciso descobrir quem manipulou.
Se existe ameaça, é preciso descobrir quem ameaça.
E se existe um dossiê baseado em fatos verdadeiros, seus documentos também precisam ser apresentados e investigados.
Em uma cidade atravessada por uma guerra política cada vez mais intensa, talvez essa seja a pergunta que somente uma investigação independente poderá responder:

onde termina a disputa pelo poder e onde, eventualmente, começa o crime?

SaranNews, informação, análise e compromisso com os fatos.

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