CUIABÁ

POLÍCIA

Polícia Civil realiza 4ª edição do projeto CGP Itinerante na região de Cáceres

Publicado em

A Delegacia Regional de Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá), foi a nova região contemplada pelo projeto “CGP Itinerante”, desenvolvido pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Coordenadora de Gestão de Pessoas.

A 4ª edição da ação voltada para o bem-estar dos servidores, foi realizada na sexta-feira (24.06), e atendeu policiais civis lotados nas Delegacias de Polícia dos municípios de Mirassol D’Oeste, São José do Quatro Marcos e Cáceres.

Conforme o gestor da Coordenadoria de Gestão de Pessoas, delegado Fabiano Pitoscia, um dos objetivos do projeto é a aproximação do setor de recursos humanos, com os profissionais atuantes no interior, levando informações acerca dos produtos, serviços e ações de Prevenção à Saúde e Segurança no Trabalho.

Durante o evento a equipe da Coordenadoria de Gestão de Pessoas Itinerante apresentou o Workshop de Atenção à Saúde Mental, e outras atividades de trabalho de sensibilização sobre a importância da saúde física.

Em Cáceres os serviços de prevenção à saúde ocorreram através da parceria com a com a Faculdade Estácio do Pantanal de Cáceres (FAPAN), sendo feitas avaliações físicas de Bioimpedância com orientações nutricionais e orientações ergonômicas e fisioterapêuticas e com a Secretaria Municipal de Cáceres, que ofertou a vacina contra Covid19.

Leia Também:  Sesc-MT realiza ‘Corrida Funcional’ em Cuiabá e Poxoréu

Também oferecidos serviços de terapias integrativas como massagens relaxante e reike, realizados por duas profissionais autônomas: Luziléia Carlos e Maria Célia.

Mais uma vez a Polícia Civil, através da Coordenadoria de Gestão de Pessoas, agradece a todos os profissionais envolvidos no projeto, em especial os parceiros como FAPAN e a Secretária Municipal de Saúde, indispensáveis para a realização do evento.

Fonte: PJC MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

CIDADES

BOMBA NA SAÚDE PÚBLICA DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE: SAMU À BEIRA DO COLAPSO?

Published

on

Uma denúncia grave, feita por uma fonte anônima ligada diretamente ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acende um alerta vermelho na saúde pública da Baixada Cuiabana. Segundo relato obtido pelo SaranNews, uma reunião realizada nesta terça-feira (24) teria confirmado o desligamento de 56 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e condutores. O impacto vai além dos números: cinco bases do SAMU devem ser desativadas, sendo três em Várzea Grande e duas em Cuiabá.


A consequência? Menos viaturas nas ruas, aumento no tempo de resposta e, possivelmente, vidas em risco. “Quem vai sofrer com esse desmonte é a população”, relatou a fonte.

SUCATEAMENTO PROGRAMADO?

De acordo com a denúncia, o cenário levanta suspeitas ainda mais graves. Profissionais afirmam que houve recentemente um termo de cooperação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros, que, na prática, deveria fortalecer o atendimento pré-hospitalar.

Mas o que estaria acontecendo é o oposto.

“Desde esse acordo, o SAMU só vem sendo sucateado”, afirma a fonte. Sem reposição de pessoal, contratos sendo encerrados e bases sendo fechadas, cresce a percepção interna de que o serviço pode estar sendo enfraquecido propositalmente.

Leia Também:  Homem é preso por porte ilegal de arma de fogo e polícia apreende 40 munições

PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

  • Quem ganha com o enfraquecimento do SAMU?
  • Por que desligar profissionais sem abrir novos processos seletivos?
  • Em uma região que cresce rapidamente, faz sentido fechar bases de emergência?
  • Estariam preparando o terreno para que outra instituição assuma totalmente o serviço?

A suspeita levantada é preocupante: primeiro sucateia, depois aponta a falha… e então substitui.


“Daqui a pouco vão dizer que o SAMU não funciona mais e justificar que só o bombeiro assuma”, disse a fonte.

IMPACTO DIRETO NA POPULAÇÃO

Hoje, entre Cuiabá e Várzea Grande, existem 12 bases operacionais. Com a possível desativação de cinco, o sistema perderia quase metade da sua estrutura ativa.
Isso significa: Mais demora no atendimento, Menor cobertura nas regiões periféricas, Risco real de aumento de mortes evitáveis
Em casos de urgência, minutos salvam vidas. E cada base fechada pode representar tempo perdido entre a vida e a morte.


Diante da gravidade da situação, uma comissão de profissionais deve ir até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (25), em busca de apoio político e respostas.

Leia Também:  Governador Mauro Mendes entrega nova sede do 24º Batalhão da PM nesta quarta-feira (29)

A pergunta agora é: o poder público vai agir antes que o sistema entre em colapso?
POSICIONAMENTO OFICIAL
A reportagem do SaranNews buscou posicionamento junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A tenente-coronel Poliana Simões, responsável pela BM5 (setor de comunicação) informou que solicitou o envio de um e-mail formal para encaminhamento da demanda aos setores competentes.
O e-mail já foi enviado pela reportagem, e a expectativa é de que uma resposta oficial e qualificada seja encaminhada nesta quarta-feira (25).
Até o momento, não houve manifestação oficial sobre as possíveis demissões e desativações de bases. Se confirmado, o que está em curso pode não ser apenas uma reestruturação… mas sim um dos maiores desmontes do atendimento de urgência da história recente da Baixada Cuiabana.
E quando o socorro não chega a tempo, não tem discurso que resolva.

Colaborou: Luiz Henrique Menezes

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

CIDADES

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA