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Polícia Civil prende traficante, apreende droga e cumpre prisão contra mulher em Rondonópolis

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Seis tabletes inteiros e mais outros pedaços de maconha, foram apreendidos pela Polícia Civil, na segunda-feira (24.10), em Rondonópolis, região sul do Estado, durante ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.

Um suspeito de 29 anos foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, após ser surpreendido praticando a venda ilícita no bairro Rondônia.

Em diligências visando o combate e repressão aos crimes patrimoniais e tráfico de entorpecentes, os policiais civis da Derf identificaram um indivíduo, que utilizava vários locais como ponto de venda de maconha.

Com base nos indícios ele passou a ser monitorado pela equipe, quando na tarde de segunda-feira (24), o suspeito foi abordado assim que saiu de uma residência. Durante revista pessoal foram localizadas diversas porções de maconha.

Em seguida foi realizada busca no imóvel e apreendias seis tabletes inteiros e várias porções de maconha, além de balanças de precisão, anotações referentes ao tráfico e objetos usados para embalar a droga.

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Diante do flagrante, o suspeito foi conduzido até a Derf de Rondonópolis, interrogado e autuado por tráfico de drogas. Após a confecção dos autos, o preso foi colocado à disposição da Justiça.

Outra Prisão

Uma foragida da Justiça foi presa pelos policiais civis da Derf de Rondonópolis, na segunda-feira (24), em cumprimento de mandado judicial.

A procurada de 44 anos possui extensa ficha criminal, e estava com a prisão preventiva decretada pelos crimes de tráfico ilícito de drogas, roubo e porte ilegal de arma de fogo.

Ao ser abordada no bairro Vila Birigui, a mulher foi conduzida para cumprimento da ordem de prisão, e posteriormente apresentada à Justiça.

Fonte: PJC MT

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PL 3574/2024 endurece punições para motoristas alcoolizados, mas enfrenta desafios jurídicos para sair do papel

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O Projeto de Lei 3574/2024, de autoria do deputado Gilvan Maximo, reacende um debate sensível no país: o endurecimento das punições para motoristas que dirigem sob efeito de álcool e provocam acidentes com vítimas. A proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, amplia significativamente as sanções administrativas e financeiras nesses casos, prevendo multas elevadas, suspensão prolongada da CNH e responsabilização direta pelos custos das vítimas.

Pelo texto, condutores que causarem morte ao volante sob efeito de álcool poderão sofrer multa multiplicada em até 100 vezes e perder o direito de dirigir por até 10 anos. Em situações de invalidez permanente, a penalidade também é rigorosa, com multa elevada e suspensão da habilitação por cinco anos. Além disso, o projeto estabelece que o infrator deverá arcar com despesas médicas e indenizações durante o período de recuperação da vítima. A proposta encontra respaldo em um forte apelo social. Em um país onde acidentes de trânsito ainda figuram entre as principais causas de morte, o endurecimento das regras é visto por muitos como resposta à sensação de impunidade. Especialistas apontam que medidas mais severas podem ter efeito pedagógico e contribuir para a redução de condutas de risco, sobretudo quando associadas à fiscalização eficiente. No entanto, o projeto também apresenta fragilidades jurídicas que podem comprometer sua efetividade. Um dos principais pontos de atenção está na forma como a responsabilização financeira é descrita. Trechos que tratam de indenizações vinculadas à renda ou à previdência do infrator levantam dúvidas quanto à constitucionalidade e à viabilidade prática de execução. Há ainda o risco de sobreposição com normas já existentes no Código de Trânsito Brasileiro e na legislação penal, o que pode gerar conflitos de interpretação e judicialização.

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Outro desafio é garantir que o endurecimento das penalidades não se limite ao papel. Sem fiscalização consistente e estrutura adequada para aplicação das sanções, há o risco de a proposta se tornar mais um dispositivo de difícil implementação, sem impacto real na redução dos acidentes. Em análise geral, o PL 3574/2024 surge como uma resposta política alinhada ao clamor popular por mais rigor no trânsito. No entanto, seu avanço dependerá de ajustes técnicos que assegurem segurança jurídica e aplicabilidade. O equilíbrio entre punição efetiva e viabilidade legal será determinante para que a proposta deixe de ser apenas simbólica e se transforme em instrumento concreto de prevenção.

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