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Polícia Civil prende homem com arma de fogo após ameaça contra vítima em Ribeirão Cascalheira

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Um homem suspeito dos crimes de ameaça e posse ilegal de arma de fogo e munições foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na segunda-feira (07.11), em ação da Delegacia de Ribeirão Cascalheira (900 km a leste de Cuiabá). 

A prisão do suspeito, de 51 anos, ocorreu após a vítima procurar a delegacia relatando que foi ameaçado depois de cobrar o pagamento de um valor, relacionado a uma mudança que havia feito para ele. 

Durante a discussão, o suspeito agrediu verbalmente e ameaçou a vítima dizendo:“vou encher a sua cara de bala”. A vítima relatou que temia por sua vida, uma vez que tinha conhecimento que o suspeito possuía duas armas que carregava em seu veículo. 

Os policiais civis foram até a residência do suspeito, porém ele não foi localizado. Durante as diligências em busca do suspeito, os policiais foram novamente acionados, de que ele havia ido até a casa da vítima e estava arrastando um facão no portão com intuito de amedrontá-la. 

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A vítima e os seus familiares também teriam ouvidos o som de dois disparos de arma de fogo nas proximidades da residência. Diante dos fatos, os policiais retornaram a residência do suspeito, sendo apreendido com ele um revólver calibre 38, com três munições intactas e duas deflagradas. 

Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Ribeirão Cascalheira, onde após ser interrogado foi autuado em flagrante por ameaça, posse ilegal de arma de fogo e munições.

Fonte: PJC MT

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BOMBA NA SAÚDE PÚBLICA DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE: SAMU À BEIRA DO COLAPSO?

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Uma denúncia grave, feita por uma fonte anônima ligada diretamente ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acende um alerta vermelho na saúde pública da Baixada Cuiabana. Segundo relato obtido pelo SaranNews, uma reunião realizada nesta terça-feira (24) teria confirmado o desligamento de 56 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e condutores. O impacto vai além dos números: cinco bases do SAMU devem ser desativadas, sendo três em Várzea Grande e duas em Cuiabá.


A consequência? Menos viaturas nas ruas, aumento no tempo de resposta e, possivelmente, vidas em risco. “Quem vai sofrer com esse desmonte é a população”, relatou a fonte.

SUCATEAMENTO PROGRAMADO?

De acordo com a denúncia, o cenário levanta suspeitas ainda mais graves. Profissionais afirmam que houve recentemente um termo de cooperação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros, que, na prática, deveria fortalecer o atendimento pré-hospitalar.

Mas o que estaria acontecendo é o oposto.

“Desde esse acordo, o SAMU só vem sendo sucateado”, afirma a fonte. Sem reposição de pessoal, contratos sendo encerrados e bases sendo fechadas, cresce a percepção interna de que o serviço pode estar sendo enfraquecido propositalmente.

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PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

  • Quem ganha com o enfraquecimento do SAMU?
  • Por que desligar profissionais sem abrir novos processos seletivos?
  • Em uma região que cresce rapidamente, faz sentido fechar bases de emergência?
  • Estariam preparando o terreno para que outra instituição assuma totalmente o serviço?

A suspeita levantada é preocupante: primeiro sucateia, depois aponta a falha… e então substitui.


“Daqui a pouco vão dizer que o SAMU não funciona mais e justificar que só o bombeiro assuma”, disse a fonte.

IMPACTO DIRETO NA POPULAÇÃO

Hoje, entre Cuiabá e Várzea Grande, existem 12 bases operacionais. Com a possível desativação de cinco, o sistema perderia quase metade da sua estrutura ativa.
Isso significa: Mais demora no atendimento, Menor cobertura nas regiões periféricas, Risco real de aumento de mortes evitáveis
Em casos de urgência, minutos salvam vidas. E cada base fechada pode representar tempo perdido entre a vida e a morte.


Diante da gravidade da situação, uma comissão de profissionais deve ir até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (25), em busca de apoio político e respostas.

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A pergunta agora é: o poder público vai agir antes que o sistema entre em colapso?
POSICIONAMENTO OFICIAL
A reportagem do SaranNews buscou posicionamento junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A tenente-coronel Poliana Simões, responsável pela BM5 (setor de comunicação) informou que solicitou o envio de um e-mail formal para encaminhamento da demanda aos setores competentes.
O e-mail já foi enviado pela reportagem, e a expectativa é de que uma resposta oficial e qualificada seja encaminhada nesta quarta-feira (25).
Até o momento, não houve manifestação oficial sobre as possíveis demissões e desativações de bases. Se confirmado, o que está em curso pode não ser apenas uma reestruturação… mas sim um dos maiores desmontes do atendimento de urgência da história recente da Baixada Cuiabana.
E quando o socorro não chega a tempo, não tem discurso que resolva.

Colaborou: Luiz Henrique Menezes

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