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Polícia Civil cumpre 4 mandados judiciais contra envolvidos em homicídio em Barra do Garças

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Duas pessoas envolvidas em um homicídio ocorrido em Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), foram presas pela Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Polícia do município, na manhã de quinta-feira (20.10).

A ação foi deflagrada para cumprimento de quatro mandados judiciais, sendo duas ordens de prisão e duas de busca e apreensão domiciliar. Além da prisão dos dois suspeitos, foram apreendidas uma arma de fogo e cerca de 2 quilos de drogas.

No dia 03 de agosto, no bairro Santo Antônio, a vítima Lucas Rezende Rocha, de 28 anos, foi atingida por disparos de arma de fogo, efetuados por dois indivíduos em uma motocicleta. Lucas trabalhava em uma lanchonete, onde aconteceu o crime e foi a óbito no local.

Durante investigação apurou-se que o homicídio foi cometido por uma associação criminosa, a qual queria comercializar entorpecentes na região de forma “exclusiva”. No entanto, a vítima estava vendendo substâncias ilícitas que não era fornecida pela associação.

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Os indícios apontam que os investigados planejaram e organizaram o crime, razão pela qual respondem pelo homicídio como partícipes. Em um dos endereços alvos, foi encontrada uma pistola, 1 quilo de cocaína, 1 quilo de maconha, além de outros objetos usados para praticar crimes.

Em checagem foi verificado que a arma de fogo (pistola) apreendida, pertence ao Estado de Mato Grosso, bem como havia sido roubada de um policial em Cuiabá, no dia 15 de janeiro de 2021.

Diante dos fatos, os dois suspeitos foram encaminhados até a delegacia, onde foi dado cumprimento as prisões. Os conduzidos também foram autuados em flagrante por posse ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e receptação.

Após a confecção dos autos, os presos foram apresentados e colocados à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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BOMBA NA SAÚDE PÚBLICA DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE: SAMU À BEIRA DO COLAPSO?

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Uma denúncia grave, feita por uma fonte anônima ligada diretamente ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acende um alerta vermelho na saúde pública da Baixada Cuiabana. Segundo relato obtido pelo SaranNews, uma reunião realizada nesta terça-feira (24) teria confirmado o desligamento de 56 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e condutores. O impacto vai além dos números: cinco bases do SAMU devem ser desativadas, sendo três em Várzea Grande e duas em Cuiabá.


A consequência? Menos viaturas nas ruas, aumento no tempo de resposta e, possivelmente, vidas em risco. “Quem vai sofrer com esse desmonte é a população”, relatou a fonte.

SUCATEAMENTO PROGRAMADO?

De acordo com a denúncia, o cenário levanta suspeitas ainda mais graves. Profissionais afirmam que houve recentemente um termo de cooperação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros, que, na prática, deveria fortalecer o atendimento pré-hospitalar.

Mas o que estaria acontecendo é o oposto.

“Desde esse acordo, o SAMU só vem sendo sucateado”, afirma a fonte. Sem reposição de pessoal, contratos sendo encerrados e bases sendo fechadas, cresce a percepção interna de que o serviço pode estar sendo enfraquecido propositalmente.

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PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

  • Quem ganha com o enfraquecimento do SAMU?
  • Por que desligar profissionais sem abrir novos processos seletivos?
  • Em uma região que cresce rapidamente, faz sentido fechar bases de emergência?
  • Estariam preparando o terreno para que outra instituição assuma totalmente o serviço?

A suspeita levantada é preocupante: primeiro sucateia, depois aponta a falha… e então substitui.


“Daqui a pouco vão dizer que o SAMU não funciona mais e justificar que só o bombeiro assuma”, disse a fonte.

IMPACTO DIRETO NA POPULAÇÃO

Hoje, entre Cuiabá e Várzea Grande, existem 12 bases operacionais. Com a possível desativação de cinco, o sistema perderia quase metade da sua estrutura ativa.
Isso significa: Mais demora no atendimento, Menor cobertura nas regiões periféricas, Risco real de aumento de mortes evitáveis
Em casos de urgência, minutos salvam vidas. E cada base fechada pode representar tempo perdido entre a vida e a morte.


Diante da gravidade da situação, uma comissão de profissionais deve ir até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (25), em busca de apoio político e respostas.

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A pergunta agora é: o poder público vai agir antes que o sistema entre em colapso?
POSICIONAMENTO OFICIAL
A reportagem do SaranNews buscou posicionamento junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A tenente-coronel Poliana Simões, responsável pela BM5 (setor de comunicação) informou que solicitou o envio de um e-mail formal para encaminhamento da demanda aos setores competentes.
O e-mail já foi enviado pela reportagem, e a expectativa é de que uma resposta oficial e qualificada seja encaminhada nesta quarta-feira (25).
Até o momento, não houve manifestação oficial sobre as possíveis demissões e desativações de bases. Se confirmado, o que está em curso pode não ser apenas uma reestruturação… mas sim um dos maiores desmontes do atendimento de urgência da história recente da Baixada Cuiabana.
E quando o socorro não chega a tempo, não tem discurso que resolva.

Colaborou: Luiz Henrique Menezes

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