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Desembargadora Maria Erotides recebe reconhecimento do Senado com Diploma Bertha Lutz pela atuação em defesa das mulheres

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Em uma manhã marcada por reconhecimento e emoção, a magistratura mato-grossense testemunhou a entrega de uma das mais altas honrarias do Poder Legislativo brasileiro. Nesta quinta-feira (16 de abril), a Desembargadora Maria Erotides Kneip foi homenageada com o Diploma Mulher-Cidadã Bertha Lutz, em cerimônia realizada na Sala de Reuniões da Presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

A honraria, concedida pelo Senado Federal, coroa uma trajetória de 41 anos dedicada ao Judiciário, com destaque para a atuação incansável da magistrada na defesa dos direitos das mulheres e no enfrentamento à violência doméstica à frente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher).

Ao receber a distinção, a Desembargadora Maria Erotides fez questão de dividir o mérito com todos os atores que compõem a rede de proteção no Estado. “Esse diploma é em virtude de um trabalho feito por todas aquelas e aqueles que têm por meta a proteção dos direitos humanos das mulheres. Se fosse somente o meu trabalho, não seria justo”, afirmou a magistrada.

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Maria Erotides destacou os avanços educacionais alcançados, como o projeto A Escola Ensina, a Mulher agradece, e o crescimento expressivo das redes de proteção no Estado, que saltaram de pouco mais de 20 para 110 unidades, com meta de atingir 130 até o final de maio. Prestes a se aposentar, ela garantiu que a luta não se encerra com a atuação na magistratura.
“Vou continuar atuando. Vou escolher uma função onde eu possa estar sempre trabalhando pelas mulheres vulneráveis, especialmente vítimas de violência doméstica.”

A indicação da homenagem partiu da Senadora Margareth Buzetti, que ressaltou o privilégio de agraciar uma figura tão atuante. “Homenagear uma grande desembargadora que trabalhou e trabalha de verdade contra a violência à mulher é um privilégio. Bertha Lutz foi um exemplo no Senado, e precisamos dar continuidade a esse legado como cidadãs”, pontuou a senadora.

O Senador Jayme Campos também esteve presente e reforçou o impacto da carreira da homenageada. “Além de ser uma grande magistrada, fez muito pela Justiça do Estado de Mato Grosso durante esses 41 anos”.

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O Presidente do TJMT, Desembargador José Zuquim Nogueira, anfitrião da solenidade, expressou o orgulho institucional pela conquista. “Essa homenagem consagra uma caminhada marcada pelo trabalho sério, pela sensibilidade humana e pela coragem. Maria Erotides engrandece a magistratura mato-grossense e o Poder Judiciário brasileiro”, declarou o presidente.

A presidente da Associação Mato-Grossense de Magistrados (AMAM), juíza Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli, parabeniza a Desembargadora Maria Erotides Kneip por esta justa e histórica distinção. “A desembargadora Maria Erotides é um exemplo e inspira toda a magistratura com seu trabalho firme, dedicado e generoso, que busca proteger de forma ampla os direitos das mulheres, garantindo espaços de acolhimento e a presença ativa do Poder Judiciário na sociedade”.

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CIDADES

Vivo e Starlink avançam em testes para levar sinal de satélite diretamente ao celular no Brasil

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Nome “Vivo Starlink” começa a aparecer em smartphones enquanto operadora testa tecnologia capaz de conectar celulares diretamente a satélites, sem necessidade da tradicional antena da Starlink

Uma mudança discreta percebida por usuários de telefonia móvel nos últimos dias pode ser o sinal de uma transformação importante na forma como os brasileiros se conectam. O nome “Vivo Starlink” começou a aparecer na identificação de rede de alguns aparelhos, justamente no momento em que a Telefônica Brasil, dona da Vivo, avança nos testes de comunicação direta entre smartphones e satélites.
A tecnologia é conhecida como Direct-to-Device, ou D2D, e permite que determinados celulares se comuniquem diretamente com satélites em órbita, sem depender exclusivamente de uma torre convencional de telefonia próxima e sem a necessidade de instalar a conhecida antena externa utilizada atualmente pelos clientes da internet residencial da Starlink. (Tecnoblog)
O SaranNews verificou a informação e confirmou que existe, de fato, uma autorização da Agência Nacional de Telecomunicações, Anatel para que a Telefônica Brasil realize testes da tecnologia em território nacional.
Segundo informações publicadas pelo setor especializado em telecomunicações, o Ato nº 9.095, publicado no Diário Oficial da União em 15 de julho, autorizou experimentos entre 19 de julho e 22 de outubro de 2026, envolvendo até 50 terminais móveis. (TeleSíntese)
Embora o documento da Anatel não identifique formalmente a companhia responsável pelo segmento espacial do experimento, informações de mercado apontam para negociações entre a Vivo e a SpaceX, empresa de Elon Musk responsável pela constelação Starlink. (TeleSíntese)
Nos últimos dias, o avanço ficou ainda mais evidente. Clientes começaram a registrar em seus aparelhos a identificação “Vivo Starlink”, e fontes ouvidas pelo Tecnoblog indicam que as empresas estão caminhando para uma parceria estratégica que poderá resultar na oferta comercial do serviço nos próximos meses. Vivo e Starlink, entretanto, ainda não divulgaram oficialmente os detalhes de um eventual contrato. (Tecnoblog)
O celular vira uma espécie de “antena de satélite”
Na prática, a proposta é fazer com que os próprios satélites funcionem como torres de telefonia no espaço.
Em uma região com cobertura convencional de 4G ou 5G, nada muda: o aparelho continua conectado às antenas terrestres da operadora. Mas, ao chegar a uma fazenda, estrada, região de mata ou qualquer outro ponto sem cobertura convencional, um aparelho compatível poderá procurar o sinal do satélite.
É justamente aí que está o potencial da tecnologia.
Em um país continental como o Brasil, onde há enormes áreas rurais e extensos trechos de rodovias sem cobertura de telefonia, o D2D poderá reduzir significativamente os chamados “buracos de sinal”.
A própria Anatel vem estudando a comunicação direta entre dispositivos móveis e satélites há alguns anos. Em 2024, a agência já havia autorizado os primeiros experimentos de D2D no país, apontando a tecnologia como uma alternativa capaz de ampliar futuramente a cobertura dos sistemas móveis brasileiros. (Serviços e Informações do Brasil)
Não significa internet Starlink liberada para todos
É justamente neste ponto que algumas publicações nas redes sociais precisam ser interpretadas com cautela.
Ver a identificação “Vivo Starlink” no telefone não significa que todos os clientes da Vivo já tenham acesso à internet da Starlink.
O serviço continua em fase experimental e detalhes importantes ainda são desconhecidos, entre eles os modelos de celulares definitivamente compatíveis, planos que terão acesso, preço, velocidade e quais serviços serão disponibilizados inicialmente.
A tendência internacional é que a conexão por satélite comece com funções mais simples, sobretudo mensagens e comunicações emergenciais, antes da expansão para serviços mais pesados de dados.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a T-Mobile já opera comercialmente um serviço baseado na Starlink para comunicação direta com celulares. A tecnologia é considerada principalmente um complemento à rede terrestre, e não uma substituição do 4G, 5G, das fibras ópticas ou das atuais torres de telefonia. (Tecnoblog)
Uma mudança especialmente importante para o interior

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Para Mato Grosso e outros estados com extensas áreas rurais, a tecnologia pode ter um impacto ainda maior.
Rodovias, propriedades rurais, áreas de produção agrícola, comunidades isoladas, regiões de fronteira e locais distantes dos grandes centros ainda convivem com ausência ou instabilidade de sinal.
Uma comunicação direta entre celular e satélite poderia representar não apenas comodidade, mas também segurança.
Um motorista com o veículo quebrado em uma estrada sem cobertura, uma ocorrência policial em área remota, equipes de saúde, produtores rurais ou pessoas envolvidas em situações de emergência poderiam, no futuro, ter uma alternativa de comunicação justamente onde hoje aparece no celular a temida mensagem: “sem serviço”.
Por enquanto, ainda estamos diante de testes.
Mas o surgimento da identificação “Vivo Starlink” nos aparelhos mostra que aquela ideia que poucos anos atrás parecia distante, apontar um celular comum para o céu e conseguir comunicação por meio de um satélite, está cada vez mais próxima de fazer parte do cotidiano brasileiro.

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A tecnologia é conhecida como Direct-to-Device, ou D2D, e permite que determinados celulares se comuniquem diretamente com satélites em órbita, sem depender exclusivamente de uma torre convencional de telefonia próxima e sem a necessidade de instalar a conhecida antena externa utilizada atualmente pelos clientes da internet residencial da Starlink. (Tecnoblog)
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Segundo informações publicadas pelo setor especializado em telecomunicações, o Ato nº 9.095, publicado no Diário Oficial da União em 15 de julho, autorizou experimentos entre 19 de julho e 22 de outubro de 2026, envolvendo até 50 terminais móveis. (TeleSíntese)
Embora o documento da Anatel não identifique formalmente a companhia responsável pelo segmento espacial do experimento, informações de mercado apontam para negociações entre a Vivo e a SpaceX, empresa de Elon Musk responsável pela constelação Starlink. (TeleSíntese)
Nos últimos dias, o avanço ficou ainda mais evidente. Clientes começaram a registrar em seus aparelhos a identificação “Vivo Starlink”, e fontes ouvidas pelo Tecnoblog indicam que as empresas estão caminhando para uma parceria estratégica que poderá resultar na oferta comercial do serviço nos próximos meses. Vivo e Starlink, entretanto, ainda não divulgaram oficialmente os detalhes de um eventual contrato. (Tecnoblog)
O celular vira uma espécie de “antena de satélite”
Na prática, a proposta é fazer com que os próprios satélites funcionem como torres de telefonia no espaço.
Em uma região com cobertura convencional de 4G ou 5G, nada muda: o aparelho continua conectado às antenas terrestres da operadora. Mas, ao chegar a uma fazenda, estrada, região de mata ou qualquer outro ponto sem cobertura convencional, um aparelho compatível poderá procurar o sinal do satélite.
É justamente aí que está o potencial da tecnologia.
Em um país continental como o Brasil, onde há enormes áreas rurais e extensos trechos de rodovias sem cobertura de telefonia, o D2D poderá reduzir significativamente os chamados “buracos de sinal”.
A própria Anatel vem estudando a comunicação direta entre dispositivos móveis e satélites há alguns anos. Em 2024, a agência já havia autorizado os primeiros experimentos de D2D no país, apontando a tecnologia como uma alternativa capaz de ampliar futuramente a cobertura dos sistemas móveis brasileiros. (Serviços e Informações do Brasil)

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A tendência internacional é que a conexão por satélite comece com funções mais simples, sobretudo mensagens e comunicações emergenciais, antes da expansão para serviços mais pesados de dados.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a T-Mobile já opera comercialmente um serviço baseado na Starlink para comunicação direta com celulares. A tecnologia é considerada principalmente um complemento à rede terrestre, e não uma substituição do 4G, 5G, das fibras ópticas ou das atuais torres de telefonia. (Tecnoblog)
Uma mudança especialmente importante para o interior
Para Mato Grosso e outros estados com extensas áreas rurais, a tecnologia pode ter um impacto ainda maior.
Rodovias, propriedades rurais, áreas de produção agrícola, comunidades isoladas, regiões de fronteira e locais distantes dos grandes centros ainda convivem com ausência ou instabilidade de sinal.
Uma comunicação direta entre celular e satélite poderia representar não apenas comodidade, mas também segurança.
Um motorista com o veículo quebrado em uma estrada sem cobertura, uma ocorrência policial em área remota, equipes de saúde, produtores rurais ou pessoas envolvidas em situações de emergência poderiam, no futuro, ter uma alternativa de comunicação justamente onde hoje aparece no celular a temida mensagem: “sem serviço”.

Por enquanto, ainda estamos diante de testes.

Mas o surgimento da identificação “Vivo Starlink” nos aparelhos mostra que aquela ideia que poucos anos atrás parecia distante, apontar um celular comum para o céu e conseguir comunicação por meio de um satélite, está cada vez mais próxima de fazer parte do cotidiano brasileiro.

SaranNews — Informação com responsabilidade. Informação com responsabilidade.

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