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Polícia Civil incinera mais de meia tonelada de drogas apreendidas na Regional de Cáceres

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Mais de meia tonelada de entorpecentes, entre cocaína e pasta base de cocaína, apreendidas em diversas ações das Forças de Segurança na Regional de Cáceres (228 km a oeste de Cuiabá), foi incinerada pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (25.10), em uma empresa de grãos no bairro Jardim Industrial, em Cuiabá.

A grande quantidade de entorpecente corresponde ao montante apreendido em ações policiais realizadas em diversos anos, nas cidades de Cáceres, Mirassol D’Oeste, São José dos Quatro Marcos, Porto Esperidião e Rio Branco, e que estavam armazenadas na Delegacia de Cáceres.

Para incineração da droga, a delegada regional, Alessandrah Marquez Alecrim, montou uma força-tarefa para organização, catalogação e demais procedimentos necessários para que fosse requisitada ao Judiciário a autorização para queima da droga.

“Foi realizado um mutirão para dar início a queima da droga, fruto de apreensões antigas realizadas pela Polícia Civil e Militar em Cáceres e demais cidades da Regional, e que resultaram na retirada de circulação de mais de meia tonelada de entorpecentes”, disse a delegada.

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A incineração aconteceu em Cuiabá, contando com a autuação de 23 policiais civis para o transporte da droga.

Participaram do evento de destruição da droga, o diretor de Interior, Walfrido Franklim do Nascimento, diretor de Atividades Especiais, Fernando Vaco Spinelli Pigozzi, a delegada titular da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecente (DRE), Juliana Chiquita Palhares, e da delegada Regional de Cáceres, Alessandrah Marquez Alecrim, além dos delegados das cidades da Regional.

Fonte: PJC MT

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BOMBA NA SAÚDE PÚBLICA DE CUIABÁ E VÁRZEA GRANDE: SAMU À BEIRA DO COLAPSO?

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Uma denúncia grave, feita por uma fonte anônima ligada diretamente ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acende um alerta vermelho na saúde pública da Baixada Cuiabana. Segundo relato obtido pelo SaranNews, uma reunião realizada nesta terça-feira (24) teria confirmado o desligamento de 56 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e condutores. O impacto vai além dos números: cinco bases do SAMU devem ser desativadas, sendo três em Várzea Grande e duas em Cuiabá.


A consequência? Menos viaturas nas ruas, aumento no tempo de resposta e, possivelmente, vidas em risco. “Quem vai sofrer com esse desmonte é a população”, relatou a fonte.

SUCATEAMENTO PROGRAMADO?

De acordo com a denúncia, o cenário levanta suspeitas ainda mais graves. Profissionais afirmam que houve recentemente um termo de cooperação entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros, que, na prática, deveria fortalecer o atendimento pré-hospitalar.

Mas o que estaria acontecendo é o oposto.

“Desde esse acordo, o SAMU só vem sendo sucateado”, afirma a fonte. Sem reposição de pessoal, contratos sendo encerrados e bases sendo fechadas, cresce a percepção interna de que o serviço pode estar sendo enfraquecido propositalmente.

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PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

  • Quem ganha com o enfraquecimento do SAMU?
  • Por que desligar profissionais sem abrir novos processos seletivos?
  • Em uma região que cresce rapidamente, faz sentido fechar bases de emergência?
  • Estariam preparando o terreno para que outra instituição assuma totalmente o serviço?

A suspeita levantada é preocupante: primeiro sucateia, depois aponta a falha… e então substitui.


“Daqui a pouco vão dizer que o SAMU não funciona mais e justificar que só o bombeiro assuma”, disse a fonte.

IMPACTO DIRETO NA POPULAÇÃO

Hoje, entre Cuiabá e Várzea Grande, existem 12 bases operacionais. Com a possível desativação de cinco, o sistema perderia quase metade da sua estrutura ativa.
Isso significa: Mais demora no atendimento, Menor cobertura nas regiões periféricas, Risco real de aumento de mortes evitáveis
Em casos de urgência, minutos salvam vidas. E cada base fechada pode representar tempo perdido entre a vida e a morte.


Diante da gravidade da situação, uma comissão de profissionais deve ir até a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (25), em busca de apoio político e respostas.

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A pergunta agora é: o poder público vai agir antes que o sistema entre em colapso?
POSICIONAMENTO OFICIAL
A reportagem do SaranNews buscou posicionamento junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso. A tenente-coronel Poliana Simões, responsável pela BM5 (setor de comunicação) informou que solicitou o envio de um e-mail formal para encaminhamento da demanda aos setores competentes.
O e-mail já foi enviado pela reportagem, e a expectativa é de que uma resposta oficial e qualificada seja encaminhada nesta quarta-feira (25).
Até o momento, não houve manifestação oficial sobre as possíveis demissões e desativações de bases. Se confirmado, o que está em curso pode não ser apenas uma reestruturação… mas sim um dos maiores desmontes do atendimento de urgência da história recente da Baixada Cuiabana.
E quando o socorro não chega a tempo, não tem discurso que resolva.

Colaborou: Luiz Henrique Menezes

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