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Polícia Civil abre inscrições para 10ª Corrida De Cara Limpa contra as Drogas

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A Polícia Civil de Mato Grosso abre nesta segunda-feira (24.10) as inscrições para a 10ª edição da Corrida de Cara Limpa Contra as Drogas. O evento será realizado no dia 04 de dezembro, em Cuiabá, com um percurso de oito quilômetros de prova.

Serão ofertadas mil vagas para a corrida e as inscrições devem ser feitas no site http://www.morro-mt.com.br. O valor é R$ 50,00 e dois litros de leite longa vida.

A competição é organizada pela Polícia Comunitária, da Polícia Civil, e tem supervisão da Federação de Atletismo de Mato Grosso. O evento conta com patrocínio da Aprosoja-MT e apoio da Assembleia Legislativa, Água Puríssima, Prefeitura de Cuiabá e Terra Securitizadora de Créditos.

A corrida integra as ações do programa De Cara Limpa Contra as Drogas, que trabalha a sensibilização e conscientização à sociedade de que a prevenção ao uso de drogas e a repressão e comercialização ao tráfico de substâncias ilícitas não é apenas dever da polícia, mas responsabilidade também de todo cidadão. “Neste contexto a corrida de rua se insere como uma ação eficiente, promovendo a prática esportiva e congregando num mesmo evento, policiais civis e a sociedade em geral”, destaca a comissão organizadora.

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Percurso e categorias

A Corrida De Cara Limpa contra as Drogas terá largada e chegada na frente do pátio de vistoria do Detran-MT, no Centro Político Administrativo. Os participantes farão o percurso pelas ruas do Centro Político passando pelo Parque das Águas, TRT e seguindo pela Assembleia Legislativa, Palácio Paiaguás, Praça das Bandeiras, OAB. Depois seguiraão até o Centro de Reabilitação Dom Aquino Corrêa e retorna pela Assembleia Legislativa, Parque das Águas e finaliza com a chegada no pátio de vistoria do Detran.

A corrida terá três categorias de inscrições: geral, estudantes de escola pública (acima de 16 a 18 anos) e policial civil.

Premiações

O primeiro lugar na categorias geral e estudante de escola pública receberão um prêmio de R$ 300,00, além de medalha e troféu. O segundo o prêmio de 200,00, o terceiro de 150,00, seguindo até o quinto lugar.

A categoria estudante de escola pública receberá premiação de 300,00, 200,00 e 150,00 nos três primeiros lugares, mais troféu e medalha.

Todos os participantes que completarem o percurso receberão medalhas. As faixas etárias 18 a 29, 30 a 39, 40 a 49, 50 a 59, e 60 a 99 receberão medalhas e troféus para os três primeiros lugares.

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A categoria Policial Civil receberá prêmios de 300,00, 200,00 e 150,00 para os três primeiros lugares.

A retirada do Kit do Atleta (número de peito, chip descartável para aferição do tempo individual de percurso e camiseta) será nos dias 02 e 03 de dezembro, das 12 às 20 horas, na loja Adidas, no Shopping Estação Cuiabá. Os participantes deverão levar um documento oficial com foto.

Fonte: PJC MT

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PL 3574/2024 endurece punições para motoristas alcoolizados, mas enfrenta desafios jurídicos para sair do papel

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O Projeto de Lei 3574/2024, de autoria do deputado Gilvan Maximo, reacende um debate sensível no país: o endurecimento das punições para motoristas que dirigem sob efeito de álcool e provocam acidentes com vítimas. A proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, amplia significativamente as sanções administrativas e financeiras nesses casos, prevendo multas elevadas, suspensão prolongada da CNH e responsabilização direta pelos custos das vítimas.

Pelo texto, condutores que causarem morte ao volante sob efeito de álcool poderão sofrer multa multiplicada em até 100 vezes e perder o direito de dirigir por até 10 anos. Em situações de invalidez permanente, a penalidade também é rigorosa, com multa elevada e suspensão da habilitação por cinco anos. Além disso, o projeto estabelece que o infrator deverá arcar com despesas médicas e indenizações durante o período de recuperação da vítima. A proposta encontra respaldo em um forte apelo social. Em um país onde acidentes de trânsito ainda figuram entre as principais causas de morte, o endurecimento das regras é visto por muitos como resposta à sensação de impunidade. Especialistas apontam que medidas mais severas podem ter efeito pedagógico e contribuir para a redução de condutas de risco, sobretudo quando associadas à fiscalização eficiente. No entanto, o projeto também apresenta fragilidades jurídicas que podem comprometer sua efetividade. Um dos principais pontos de atenção está na forma como a responsabilização financeira é descrita. Trechos que tratam de indenizações vinculadas à renda ou à previdência do infrator levantam dúvidas quanto à constitucionalidade e à viabilidade prática de execução. Há ainda o risco de sobreposição com normas já existentes no Código de Trânsito Brasileiro e na legislação penal, o que pode gerar conflitos de interpretação e judicialização.

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Outro desafio é garantir que o endurecimento das penalidades não se limite ao papel. Sem fiscalização consistente e estrutura adequada para aplicação das sanções, há o risco de a proposta se tornar mais um dispositivo de difícil implementação, sem impacto real na redução dos acidentes. Em análise geral, o PL 3574/2024 surge como uma resposta política alinhada ao clamor popular por mais rigor no trânsito. No entanto, seu avanço dependerá de ajustes técnicos que assegurem segurança jurídica e aplicabilidade. O equilíbrio entre punição efetiva e viabilidade legal será determinante para que a proposta deixe de ser apenas simbólica e se transforme em instrumento concreto de prevenção.

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