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PM apreende menor e pistola de brinquedo no bairro Bosque da Saúde

Publicado em

Rafaela Siqueira

PMMT

Nesta terça-feira (04.01) por volta das 21h30min, policiais militares da Companhia de Polícia Comunitária do Bosque da Saúde prenderam um adolescente de 15 anos por roubo e apreenderam uma pistola de brinquedo utilizada durante ao assalto atrás do Hospital São Mateus.

Durante rondas nas imediações do roubo os pms avistaram o suspeito saindo da Av. Jurumirim em direção à Avenida das Torres, que ao perceber a aproximação da PM tentou pular o muro de uma residência no bairro Bosque da Saúde 2. No local a guarnição localizou a pistola de brinquedo idêntica a uma arma de verdade.

Com o apoio de outras viaturas e dos moradores, os militares conseguiram localizar e prender o suspeito nos fundos de outra residência. O adolescente foi reconhecido pelo casal e informou que tinha jogado a bolsa da vítima no trajeto. A guarnição conseguiu localizar a bolsa juntamente com os pertences.

O menor foi conduzido para a Delegacia de Polícia para lavratura do flagrante de ato-infracional.

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O Comandante da Companhia de Polícia Comunitária Bosque da Saúde, Cap PM Wilson Campos Martins que é subordinado ao 3º Batalhão de Polícia Militar, ressaltou que os policiais da área têm intensificado as rondas e abordagens na região para coibir esse tipo de delito e tirar de circulação esses delinquentes.

Fonte: PM MT

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PL 3574/2024 endurece punições para motoristas alcoolizados, mas enfrenta desafios jurídicos para sair do papel

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O Projeto de Lei 3574/2024, de autoria do deputado Gilvan Maximo, reacende um debate sensível no país: o endurecimento das punições para motoristas que dirigem sob efeito de álcool e provocam acidentes com vítimas. A proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, amplia significativamente as sanções administrativas e financeiras nesses casos, prevendo multas elevadas, suspensão prolongada da CNH e responsabilização direta pelos custos das vítimas.

Pelo texto, condutores que causarem morte ao volante sob efeito de álcool poderão sofrer multa multiplicada em até 100 vezes e perder o direito de dirigir por até 10 anos. Em situações de invalidez permanente, a penalidade também é rigorosa, com multa elevada e suspensão da habilitação por cinco anos. Além disso, o projeto estabelece que o infrator deverá arcar com despesas médicas e indenizações durante o período de recuperação da vítima. A proposta encontra respaldo em um forte apelo social. Em um país onde acidentes de trânsito ainda figuram entre as principais causas de morte, o endurecimento das regras é visto por muitos como resposta à sensação de impunidade. Especialistas apontam que medidas mais severas podem ter efeito pedagógico e contribuir para a redução de condutas de risco, sobretudo quando associadas à fiscalização eficiente. No entanto, o projeto também apresenta fragilidades jurídicas que podem comprometer sua efetividade. Um dos principais pontos de atenção está na forma como a responsabilização financeira é descrita. Trechos que tratam de indenizações vinculadas à renda ou à previdência do infrator levantam dúvidas quanto à constitucionalidade e à viabilidade prática de execução. Há ainda o risco de sobreposição com normas já existentes no Código de Trânsito Brasileiro e na legislação penal, o que pode gerar conflitos de interpretação e judicialização.

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Outro desafio é garantir que o endurecimento das penalidades não se limite ao papel. Sem fiscalização consistente e estrutura adequada para aplicação das sanções, há o risco de a proposta se tornar mais um dispositivo de difícil implementação, sem impacto real na redução dos acidentes. Em análise geral, o PL 3574/2024 surge como uma resposta política alinhada ao clamor popular por mais rigor no trânsito. No entanto, seu avanço dependerá de ajustes técnicos que assegurem segurança jurídica e aplicabilidade. O equilíbrio entre punição efetiva e viabilidade legal será determinante para que a proposta deixe de ser apenas simbólica e se transforme em instrumento concreto de prevenção.

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