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Escola Estadual Militar Tiradentes realiza formatura de 420 alunos de Cuiabá e Várzea Grande nesta quarta (07)

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A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio da Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa (Deip), realiza solenidade de formatura das Escolas Estaduais Militares Tiradentes das cidades de Cuiabá e Várzea Grande, nesta quarta-feira (07.12). O evento ocorre a partir das 18h, no pátio do Quartel do Comando-Geral da PMMT.

Na cerimônia, serão entregues os certificados de conclusão do Ensino Médio para 120 alunos de Cuiabá e 60 de Várzea Grande. Também serão entregues os certificados de conclusão do 9º ano do Ensino Fundamental para 120 alunos de Cuiabá e 120 alunos de Várzea Grande.

A solenidade ainda apresenta a troca de fiel para os que encerraram a educação fundamental e estão ingressando no primeiro ano do Ensino Médio. O fiel é o cordão distintivo fixado ao uniforme, sobre o ombro do aluno, diferenciando o ciclo em que está matriculado e representando a lealdade, compromisso e outros valores.

Serviço

Formatura de 420 alunos da Escola Estadual Militar Tiradentes

Data: 07/12 (quarta-feira)

Horário: 18h

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Local: Quartel do Comando-Geral da PMMT, avenida Historiador Rubens de Mendonça, bairro Jardim Novo Paraíso, nº 6135, Cuiabá-MT

Fonte: PM MT

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PL 3574/2024 endurece punições para motoristas alcoolizados, mas enfrenta desafios jurídicos para sair do papel

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O Projeto de Lei 3574/2024, de autoria do deputado Gilvan Maximo, reacende um debate sensível no país: o endurecimento das punições para motoristas que dirigem sob efeito de álcool e provocam acidentes com vítimas. A proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, amplia significativamente as sanções administrativas e financeiras nesses casos, prevendo multas elevadas, suspensão prolongada da CNH e responsabilização direta pelos custos das vítimas.

Pelo texto, condutores que causarem morte ao volante sob efeito de álcool poderão sofrer multa multiplicada em até 100 vezes e perder o direito de dirigir por até 10 anos. Em situações de invalidez permanente, a penalidade também é rigorosa, com multa elevada e suspensão da habilitação por cinco anos. Além disso, o projeto estabelece que o infrator deverá arcar com despesas médicas e indenizações durante o período de recuperação da vítima. A proposta encontra respaldo em um forte apelo social. Em um país onde acidentes de trânsito ainda figuram entre as principais causas de morte, o endurecimento das regras é visto por muitos como resposta à sensação de impunidade. Especialistas apontam que medidas mais severas podem ter efeito pedagógico e contribuir para a redução de condutas de risco, sobretudo quando associadas à fiscalização eficiente. No entanto, o projeto também apresenta fragilidades jurídicas que podem comprometer sua efetividade. Um dos principais pontos de atenção está na forma como a responsabilização financeira é descrita. Trechos que tratam de indenizações vinculadas à renda ou à previdência do infrator levantam dúvidas quanto à constitucionalidade e à viabilidade prática de execução. Há ainda o risco de sobreposição com normas já existentes no Código de Trânsito Brasileiro e na legislação penal, o que pode gerar conflitos de interpretação e judicialização.

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Outro desafio é garantir que o endurecimento das penalidades não se limite ao papel. Sem fiscalização consistente e estrutura adequada para aplicação das sanções, há o risco de a proposta se tornar mais um dispositivo de difícil implementação, sem impacto real na redução dos acidentes. Em análise geral, o PL 3574/2024 surge como uma resposta política alinhada ao clamor popular por mais rigor no trânsito. No entanto, seu avanço dependerá de ajustes técnicos que assegurem segurança jurídica e aplicabilidade. O equilíbrio entre punição efetiva e viabilidade legal será determinante para que a proposta deixe de ser apenas simbólica e se transforme em instrumento concreto de prevenção.

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