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Animação e integração entre policiais marcam 10ª edição dos Jogos da Polícia Civil

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Animação contagiante e a vontade de vencer das equipes das unidades da Capital e do interior do estado marcaram a 10ª edição dos Jogos Internos da Polícia Civil. Durante seis dias de competição e integração com os colegas, os atletas deram o melhor de si para conseguir o resultado em diferentes modalidades esportivas, encerrando a disputa no sábado (12.11) com a prova de Tiro Policial, a mais esperada da competição.

Na competição, foram disputadas 13 modalidades esportivas sendo, arremesso de peso, futebol society, voleibol de quadra, voleibol de areia, natação, xadrez, tênis de mesa, tênis de quadra, futsal, atletismo, ciclismo MTB, basquetebol e tiro policial, sendo a equipe da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), consagrada como campeã na somatória dos pontos.

Entre as cinco primeiras colocadas também estão as equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE). Delegacia de Nova Mutum, e Diretoria de Execução Estratégica (DEE).

Para a escrivã da GCCO, Daniela Pandim Gandini, o evento que motiva o esporte e a integração entre os colegas é essencial para trazer mais qualidade de vida, principalmente para os policiais que têm uma rotina muito estressante. “Nós policiais precisamos ter mais esse cuidado com a nossa saúde, alimentação, e também com a nossa mente. Um evento como esse que alia o esporte à integração com os colegas é muito bacana, pois mesmo com a rivalidade nas competições, o clima é de brincadeira, de animação e de amizade”, disse.

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Campeão da corrida de 3.000l metros masculino, o investigador Cleberson da Silva Lima, destacou que foi um prazer correr novamente e marcar sua participação nos jogos. “Até que em fim podemos dizer que a pandemia chegou ao fim e podemos reunir com nossos amigos e colegas nesse grande evento que é as olimpíadas da Polícia Civil de Mato Grosso”, destacou.

A escrivã da Derf Cuiabá, Carla Grapiúna lotada na Derf Cuiabá, destacou que o evento desperta nos policiais novamente o interesse pela prática de atividades físicas. “Muitas vezes, entramos na profissão e diante da rotina acabamos estagnando, deixando de treinar e de cuidar do corpo. A oportunidade de ter esse momento de interagir com os colegas, manter contato com outras equipes, conversar e reencontrar amigos é um grande incentivo para participar dos jogos e voltar para a fazer atividade física”, disse.

Para o coordenador e organizador dos Jogos Internos da Polícia Civil, investigador e professor, Claudinei Farina, mesmo após dois anos sem a realização em decorrência da pandemia, o evento está crescendo e a cada ano mais servidores se sentem motivados a participar.

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“ O objetivo dos jogos de proporcionar ao policial o bem-estar, aptidão física, desenvolvimento motor, criatividade, integração social, contribuindo para a uma vida saudável foi alcançado. A cada edição, o evento vem pegando mais corpo e os policias, tanto investigadores, escrivães e delegados, estão aprendendo a gostar do esporte, melhorando a qualidade de vida deles também”, disse Claudinei.

Claudinei agradeceu os patrocinadores, Sindicato dos Investigadores de Polícia (Sinpol), Sindicato dos Escrivães (Sindepojuc), Associação Matogrossense de Delegados de Polícia (Amdepol), Clube de Tiro Prático e Esportivo de Várzea Grande (CTPEVG), Águas Puríssima, Petroluz, Prata Factoring, Lojas Martinello, Calibre Brasil, BioVida, e os apoiadores do evento,  Prefeitura de Cuiabá,  Secretaria Estadual de Esporte, Associação Atlética do Banco do Brasil,  Diretoria da PJC e Faculdade de Educação Física da Unic.

Fonte: PJC MT

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PL 3574/2024 endurece punições para motoristas alcoolizados, mas enfrenta desafios jurídicos para sair do papel

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O Projeto de Lei 3574/2024, de autoria do deputado Gilvan Maximo, reacende um debate sensível no país: o endurecimento das punições para motoristas que dirigem sob efeito de álcool e provocam acidentes com vítimas. A proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, amplia significativamente as sanções administrativas e financeiras nesses casos, prevendo multas elevadas, suspensão prolongada da CNH e responsabilização direta pelos custos das vítimas.

Pelo texto, condutores que causarem morte ao volante sob efeito de álcool poderão sofrer multa multiplicada em até 100 vezes e perder o direito de dirigir por até 10 anos. Em situações de invalidez permanente, a penalidade também é rigorosa, com multa elevada e suspensão da habilitação por cinco anos. Além disso, o projeto estabelece que o infrator deverá arcar com despesas médicas e indenizações durante o período de recuperação da vítima. A proposta encontra respaldo em um forte apelo social. Em um país onde acidentes de trânsito ainda figuram entre as principais causas de morte, o endurecimento das regras é visto por muitos como resposta à sensação de impunidade. Especialistas apontam que medidas mais severas podem ter efeito pedagógico e contribuir para a redução de condutas de risco, sobretudo quando associadas à fiscalização eficiente. No entanto, o projeto também apresenta fragilidades jurídicas que podem comprometer sua efetividade. Um dos principais pontos de atenção está na forma como a responsabilização financeira é descrita. Trechos que tratam de indenizações vinculadas à renda ou à previdência do infrator levantam dúvidas quanto à constitucionalidade e à viabilidade prática de execução. Há ainda o risco de sobreposição com normas já existentes no Código de Trânsito Brasileiro e na legislação penal, o que pode gerar conflitos de interpretação e judicialização.

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Outro desafio é garantir que o endurecimento das penalidades não se limite ao papel. Sem fiscalização consistente e estrutura adequada para aplicação das sanções, há o risco de a proposta se tornar mais um dispositivo de difícil implementação, sem impacto real na redução dos acidentes. Em análise geral, o PL 3574/2024 surge como uma resposta política alinhada ao clamor popular por mais rigor no trânsito. No entanto, seu avanço dependerá de ajustes técnicos que assegurem segurança jurídica e aplicabilidade. O equilíbrio entre punição efetiva e viabilidade legal será determinante para que a proposta deixe de ser apenas simbólica e se transforme em instrumento concreto de prevenção.

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