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Inscrições para concurso audiovisual em Rondonópolis terminam dia 30

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Terminam dia 30 de julho as inscrições para o 1º Concurso Audiovisual e Educação Socioambiental, promovido pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e da Ordem Urbanística de Rondonópolis, em parceria com a Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), representada pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) “Estamira Gomes de Sousa”. Com o tema “Por um grito, eu canto: alternativas socioambientais para Rondonópolis”, a iniciativa premiará nove produções locais de curtas-metragens amadores. 

O objetivo do concurso é incentivar a sociedade rondonopolitana a refletir sobre agravos ambientais e construir, sob um olhar original, propostas práticas de curto, médio e longo prazos, que influenciem iniciativas voltadas à despoluição e proteção dos rios e córregos urbanos, preservação de nascentes, que alerte para os perigos da deposição irregular de lixo, queimadas urbanas, supressão irregular de vegetação, maus-tratos e abandono de animais, terrenos baldios, poluição em todas as suas formas, inclusive visuais etc.

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O edital (acesse aqui) tem como foco a realização de curtas-metragens amadores autorais, que tratem do tema Educação Socioambiental. A ideia é propor ações, alternativas de enfrentamento, soluções ou ampliações comprometidas com a defesa do direito de bem-viver da coletividade e com a transformação de Rondonópolis em um município com destacadas práticas voltadas para a melhoria da qualidade de vida de sua população.

As inscrições podem ser individuais ou coletivas, com até cinco integrantes. Os vídeos devem ser produzidos com o celular, na modalidade documentário e/ou ficção, com duração mínima de dois minutos e máxima de dez minutos, gênero livre. Os interessados em participar devem residir em Rondonópolis e pertencer a uma das três categorias: I – Sociedade Civil e Professor de Educação Básica; II- Estudantes do Ensino Médio ou III- Estudantes Universitários. São R$150 mil em prêmios, sendo R$ 30 mil para o primeiro lugar de cada categoria, R$ 15 mil para o segundo e R$ 5 mil para o terceiro. 

Mais informações – Para saber mais acompanhe o perfil no Instagram @concursoaudiovisual.roo, que traz orientações diárias sobre a iniciativa, ou entre em contato pelo e-mail [email protected]

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(Com informações da UFR)

Fonte: MP MT

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CIDADES

Cartilha “Torcida Fica Esperta” é lançada em Cuiabá para promover paz e cidadania nos estádios

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Na manhã desta quinta-feira (21), o auditório da Escola Estadual Militar Dom Pedro II (antigo Médici), em Cuiabá, foi palco do lançamento da cartilha “Torcida Fica Esperta”, uma iniciativa do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) em parceria com os humoristas Nico e Lau. Voltado para estudantes e torcedores, o material busca conscientizar sobre direitos e deveres previstos na Lei Geral do Esporte (Lei nº 14.597/2023), promovendo respeito, segurança e harmonia nas arenas esportivas.

Arte, humor e cidadania

A cartilha é ilustrada com personagens da dupla Nico e Lau, que assumem diferentes papéis para explicar, de forma lúdica e acessível, os principais pontos da legislação esportiva. Para o ator J. Astrevo (Lau), o projeto ganha força justamente por dialogar com os jovens:

“A lei trata de direitos e deveres do torcedor, como a segurança, a compra antecipada de ingressos e o combate a crimes como o racismo. É fundamental levar esse debate à juventude, que representa a nova geração de torcedores, para que aprendam a viver a emoção do futebol de forma pacífica.”

Seu parceiro, Lioniê Vitório (Nico), destacou que o humor tem papel pedagógico:

“O trabalho gráfico do designer Rick Milp trouxe uma linguagem leve e clara. Isso ajuda torcedores e torcedoras a compreenderem melhor seus deveres e direitos, principalmente em tempos de intolerância nos estádios.”

O olhar das instituições

Para o promotor de Justiça André Luiz de Almeida, idealizador do projeto, a cartilha reforça o papel do esporte como espaço de convivência cidadã:

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“O objetivo é mostrar ao torcedor seus direitos, mas também os deveres que evitam conflitos. Nico e Lau são ícones em Mato Grosso e, com humor, conseguem traduzir o que a lei prevê de forma lúdica e acessível.”

O Procurador-Geral de Justiça Paulo Prado ressaltou a importância da parceria entre Ministério Público e cultura:

“Queremos orientar, prevenir e esclarecer. E nada melhor do que contar com artistas que há 30 anos encantam o público com humor pedagógico.”

Já o coronel Sandro dos Santos Caillava, diretor da Escola Dom Pedro II, avaliou que a cartilha chega em um momento necessário:

“Vivemos numa sociedade tensionada. O esporte e o humor ajudam a diminuir conflitos. A cartilha é objetiva, colorida e atraente, alcançando diferentes idades. Além da versão impressa, também poderá ser digitalizada, ampliando o alcance.”

A voz da juventude

Os estudantes presentes também reconheceram a importância do material. Júlia Heloísa, do 1º ano, disse que a experiência trouxe consciência:

“Percebi que nossos atos têm consequências. O show e a palestra foram incríveis e ensinaram lições que levarei para a vida.”

Já Gabriel Miranda, do 2º ano, destacou a relevância do combate ao racismo nos estádios:

“É importante ter uma cartilha que nos lembre sempre de fazer o certo e não praticar discriminação.”

Para Isaac Paulo, também do 2º ano, a iniciativa pode ir além das escolas:

“Esse projeto incentiva a não praticar bullying e a levar a paz também para outros espaços da cidade.”

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Educação e esporte caminhando juntos

Durante a palestra, Paulo Prado reforçou que a escola não deve ser apenas espaço de conhecimento formal, mas também de convivência e cidadania:

“Quando aliada a práticas inclusivas, a educação estimula o respeito à diversidade, fortalece a autonomia e prepara as pessoas para a vida em sociedade.”

Direitos e deveres do torcedor

A cartilha sintetiza os principais pontos da Lei Geral do Esporte:

  • Direitos: ingressos numerados, segurança antes e depois dos jogos, transporte organizado, acessibilidade, higiene das instalações e alimentos em boas condições.
  • Deveres: não portar objetos perigosos, não entoar cânticos ofensivos, não invadir o campo e não praticar ou incitar violência.

Também reforça o combate aos crimes de racismo, cambismo, falsificação de produtos e tumultos em arenas. O torcedor que infringir a lei poderá ser punido com sanções civis e penais, além de restrições de acesso a eventos esportivos.

Distribuição estadual

Com tiragem inicial de 2 mil exemplares, a cartilha será distribuída gratuitamente em escolas e nas sacolas oficiais do estado de Mato Grosso. Além da versão impressa, haverá disponibilização digital nas redes sociais e no site do Ministério Público.

O lançamento foi marcado por palestras, apresentações culturais e muito humor, mostrando que cidadania, esporte e cultura podem caminhar juntos para transformar a experiência do torcedor e promover a paz nos estádios.

Colaborou, Luiz Henrique Menezes

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