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Sine MT oferta 3,1 mil vagas de emprego em 27 municípios

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O Sistema Nacional de Emprego de Mato Grosso (Sine-MT) disponibiliza 3.180 novas oportunidades de empregos para profissionais que queiram ingressar no mercado de trabalho. As vagas estão disponíveis em 27 municípios do Estado, inclusive em Cuiabá e Várzea Grande. Há vagas também para pessoas com deficiência (PCD).

As vagas são para as cidades de: Cuiabá e Várzea Grande (242); Água Boa (59); Alta Floresta (64); Alto Araguaia (31); Alto Taquari (20); Barra do Garças (55); Brasnorte (13); Cáceres (23); Campo Novo do Parecis (181); Campo Verde (94); Canarana (42); Colíder (142); Confresa (02); Diamantino (05); Guarantã do Norte (31); Juara (115); Juscimeira (02); Lucas do Rio Verde (124); Nova Mutum (59); Pontes e Lacerda (90); Primavera do Leste (433); Rondonópolis (204); Sapezal (414); Sinop (387); Sorriso (260); Tangará da Serra (63).

O trabalhador também pode verificar as vagas ofertadas acessando o portal http://empregabrasil.mte.gov.br/

Inscrição

Os interessados devem procurar a unidade do Sine mais próxima de sua residência, com os documentos pessoais.

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Estas oportunidades podem ser preenchidas ou alteradas a qualquer momento e sem nenhum aviso prévio.

Confira relação das vagas de emprego aqui e aqui

Fonte: GOV MT

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CIDADES

27º Encontro Maçônico reúne famílias, tradição, cultura e fraternidade em Rondonópolis

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Evento reuniu cerca de 400 pessoas no Thermas Cidade de Pedra e celebrou a integração da família maçônica da Região Sul de Mato Grosso, com confraternização, gastronomia, atividades recreativas e apresentações de Nico e Lau e Kaline e Carol


O sábado (22) foi de reencontros, abraços, alegria e, principalmente, de celebração à família em Rondonópolis. O 27º Encontro Maçônico da Região Sul de Mato Grosso, realizado no Thermas Cidade de Pedra, reuniu maçons, esposas, filhos, netos e convidados em uma programação que misturou fraternidade, tradição, cultura, gastronomia e diversão.


Mais do que uma reunião entre integrantes da Maçonaria, o encontro mostrou uma de suas características mais presentes nas falas de quem participou: a valorização da família e o fortalecimento dos laços de amizade e fraternidade.

Segundo os organizadores, aproximadamente 400 pessoas participaram desta edição, representando cerca de 27 lojas e diferentes cidades da região, entre elas Rondonópolis, Pedra Preta, Guiratinga, Poxoréu, Primavera do Leste, Jaciara, Juscimeira, Dom Aquino, Campo Verde e Alto Araguaia.


O organizador José Márcio Guedes destacou justamente esse espírito de integração.

“A Maçonaria vive da integração, da união dos irmãos, das cunhadas e dos sobrinhos, para que a gente possa efetivamente viver em harmonia e fazer com que essa harmonia se espelhe e reflita na construção de toda a sociedade.”

Para ele, a proposta da instituição passa pelo aprimoramento individual e pela contribuição de cada integrante para uma sociedade melhor.

“É uma alegria enorme juntar esses valorosos irmãos, cunhadas e sobrinhos para confraternizar. A Maçonaria é uma entidade que visa melhorar as pessoas, para que elas possam contribuir para uma humanidade melhor”, afirmou.

Uma tradição retomada e fortalecida

O encontro também carrega uma história construída ao longo dos anos. Milton Fernandes Lima, de Alto Araguaia, lembrou que a realização do evento sofreu uma interrupção durante o período da pandemia e destacou a importância de sua retomada.

Alto Araguaia sediou a 26ª edição, no ano passado, passando agora a responsabilidade para Rondonópolis.

“Pelo número de irmãos e da família maçônica presentes, nós entendemos que realmente está sendo resgatado o Encontro Maçônico da Região Sul”, afirmou Milton.

E ele próprio representava bem o espírito familiar do evento: estava acompanhado de esposa, filhos, netos e genro.

Para Milton, os princípios cultivados dentro da Maçonaria acabam ultrapassando seus espaços de reunião.

“Ela influi inclusive dentro da nossa própria casa. A Maçonaria acaba transportando a nossa vivência para dentro dos nossos lares.”

 

55 anos de Maçonaria e uma vida de aprendizados Entre tantas histórias reunidas em Rondonópolis estava a de Paulo José Lemos, autônomo, integrante da Maçonaria há 55 anos, desde 1971. Ao falar sobre o que a instituição representa em sua trajetória, Paulo resumiu sua experiência em algumas palavras: humildade, respeito, união e simplicidade.

“A Maçonaria sempre deixou a gente com humildade no trabalho, na sociedade e com os amigos. Nós precisamos de muita humildade”, afirmou.

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Questionado sobre o que esses 55 anos trouxeram para sua família, respondeu:


“Trouxe tudo que há de bom: humildade, respeito, união e um pouco de simplicidade junto a todos os amigos.”

 

Outra trajetória de décadas é a do empresário Luiz Fernando Homem de Carvalho, iniciado na Maçonaria em 1993 e participante do encontro desde sua primeira edição. Mesmo tendo alcançado o 33º grau, ele fez questão de destacar que o aprendizado nunca termina.

“Nós sempre dizemos que o maçom é um eterno aprendiz. Apesar de ter o 33º grau da Maçonaria, continuo sendo um eterno aprendiz”, disse.

Diversão para todas as idades

 

Presidente da comissão organizadora, o empresário Getúlio Andrelino da Rocha destacou que a programação foi preparada justamente para proporcionar um dia inteiro de convivência. Além do café da manhã, solenidade de apresentação das lojas e almoço com churrasco e carneiro, o público participou de torneios de sinuca, bozó, truco, pesca e até do tradicional torneio de estilingue.

“Esse encontro representa a união da família, a fraternidade maçônica. É estreitar os laços de amizade que nos unem como pessoas, como verdadeiros irmãos, e aprender coisas boas para contribuir com a sociedade”, explicou Getúlio.

 

O cirurgião-dentista Luiz Antônio Abreu Coelho, de Pedra Preta, também definiu o encontro como um dos momentos mais importantes para a integração regional. “Representa o fortalecimento da união entre todos os irmãos, cunhadas e sobrinhos. O Encontro Maçônico é o evento mais importante da Maçonaria da Região Sul”, afirmou.


A força feminina e a Estrela do Oriente

A presença das mulheres também ganhou destaque. A empresária Sandra Rodrigues, integrante do Capítulo Estrela do Pantanal, da Ordem Paramaçônica Estrela do Oriente, explicou o papel da instituição e fez questão de diferenciar a ordem da chamada Maçonaria Feminina.


Segundo Sandra, a Estrela do Oriente é uma ordem paramaçônica mista, embora tenha forte participação feminina, formada por pessoas que possuem vínculo regular com a Maçonaria dentro das regras da própria instituição.

A ordem possui seus próprios rituais, estudos, palestras, ações sociais e atividades de fraternidade.

“Assim como os irmãos se lapidam, nós também estudamos, temos nossas pautas e fazemos ações sociais de fraternidade”, explicou.

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Para Sandra, porém, um dos aspectos mais bonitos está justamente na possibilidade de aproximar ainda mais os integrantes de uma mesma família.

“Ali você está junto com a esposa, de repente está junto com seu filho ou sua filha dentro do templo. Para nós é maravilhoso. Ela vem para unir a família maçônica.”


Nico e Lau levam humor e a cultura mato-grossense ao encontro
E confraternização também combina com boas risadas.
Uma das atrações mais aguardadas foi o show da dupla Nico e Lau, que levou ao palco seu conhecido humor inspirado no jeito de falar, nos costumes e nas histórias de Mato Grosso.
A apresentação fez parte do Projeto Raízes, que busca aproximar manifestações culturais do público e preservar elementos da identidade regional.


Para J. Astrevo, o Lau, estar no encontro significou muito mais do que apresentar um espetáculo.

“Viemos fazer esse entrelaçamento de ideias, de culturas e de iniciativas importantes para a sociedade, porque aqui a gente encontra a família e pessoas que têm uma preocupação social”, afirmou.
Segundo ele, o Projeto Raízes chega aos eventos justamente com a missão de “propagar e fortalecer a cultura do nosso Estado”.


Nico também destacou a conexão entre a cultura cuiabana e as famílias vindas de diferentes municípios.

“É muito bom estar novamente em Rondonópolis, principalmente quando você começa a dialogar com toda a Região Sul nesse encontro maravilhoso dos maçons. A gente traz um pouco da Cuiabania, um pouco das raízes da cultura popular”, disse.

E não faltaram referências à boa mesa.

Entre churrasco, gastronomia pantaneira e mato-grossense, Nico resumiu o ingrediente que cabia à dupla acrescentar à festa: bom humor.


A apresentação contou ainda com a participação dos intérpretes de Libras Genival e Rosemeire, que não ficaram restritos à tradução e também participaram das atividades no palco, ampliando a proposta de inclusão do espetáculo.

Caline e Carol: música encontra as raízes

A programação musical ganhou ainda mais diversidade com Caline e Carol, que participaram pela primeira vez do Projeto Raízes ao lado de Nico e Lau.


Com um repertório versátil, passando pelo sertanejo, música internacional, xote e forró, as artistas ajudaram a transformar o encontro em uma grande celebração musical.
Para elas, dividir o projeto com Nico e Lau teve um significado especial.
“Estar com Nico e Lau é uma oportunidade única. É o primeiro trabalho que fazemos com eles e é uma honra muito grande”, disseram.
Além da música, elas chamaram a atenção para a necessidade de preservar manifestações culturais que, com o passar das gerações, podem acabar esquecidas.

“A cultura, a música, a dança, o teatro, o cinema, tudo que fala de cultura tem que ser muito mais valorizado. Nico e Lau são uma lenda e representam uma raiz que Mato Grosso tem”, destacou Kaline.


A defesa dessa identidade também apareceu nas palavras de Luiz Antônio Abreu Coelho.

“Nós temos que preservar a cultura mato-grossense. Nico e Lau fazem parte da história de Mato Grosso”, afirmou.

Uma grande família reunida


Ao final, entre estandartes, brincadeiras, música, humor, comida e muitas conversas, talvez o maior resultado do 27º Encontro Maçônico não possa ser medido apenas pelo número de participantes.
Ele estava nos reencontros.
Nos pais acompanhados dos filhos. Nos avós cercados pelos netos. Nas esposas participando das atividades. Nos irmãos que viajaram de diferentes cidades simplesmente para estarem juntos novamente.
Em uma época em que a rotina, as distâncias e até a tecnologia muitas vezes reduzem o tempo dedicado à convivência, encontros como esse resgatam algo essencial: a importância de pertencer, conviver e compartilhar.


A fraternidade não se constrói apenas dentro dos templos ou por meio de discursos. Ela se fortalece quando princípios como respeito, humildade, solidariedade e amizade chegam à mesa de casa e são transmitidos às próximas gerações.
Foi essa a mensagem deixada em Rondonópolis.
Porque instituições são formadas por pessoas, mas famílias são fortalecidas pela presença, pelo exemplo e pela união. E quando fraternidade e família caminham juntas, seus valores ultrapassam qualquer instituição e alcançam toda a sociedade.

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