CUIABÁ

SOLIDARIEDADE

Em média, são doadas 70 toneladas por mês a entidades sociais que atendem famílias em situação de vulnerabilidade

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De janeiro a outubro de 2023, foram distribuídos, diariamente, 2.320 quilos de alimentos não perecíveis pelo ‘Sesc Mesa Brasil’ em Mato Grosso. O projeto, realizado pelo Sistema Fecomércio-MT, por meio do Serviço Social do Comércio (Sesc-MT), arrecadou 80,5 toneladas durante o mês de outubro, onde fez parte da FEIRACON-EXPO 2023, em Cuiabá, e do circuito de eventos ‘Prepara Varejo’ no interior do estado, por meio da entrada solidária.

“O Sesc Mesa Brasil completa 20 anos em Mato Grosso impactando a vida de milhares de pessoas.Os números positivos são resultado da conscientização de empresários e de toda a comunidade, que realizam doações não apenas de alimentos, mas também de produtos de higiene de limpeza. Em outubro, por exemplo, foram doados 3.734,4 quilos desses materiais”, destaca o presidente do Sistema Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior.

O projeto ‘Sesc Mesa Brasil’ conecta as empresas mato-grossenses às instituições sociais que recebem integralmente as doações. As entidades filantrópicas associadas promovem o atendimento sistemático à população em situação de risco e vulnerabilidade social e são selecionadas de acordo com o regulamento do Departamento Nacional do Sesc.

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Atualmente, a principal forma de arrecadação do ‘Sesc Mesa Brasil’ é por meio da coleta implementada pelo Sistema Fecomércio-MT em pontos comerciais parceiros, como centros de distribuição, supermercados e hortifrútis. Aqueles que desejam contribuir, podem realizar doações a qualquer momento do ano, entregando os produtos nas unidades Sesc-MT e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-MT).

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

 

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Cuiabá antecipou entendimento da Justiça e fortaleceu a PGM

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A Procuradoria Geral do Município (PGM) de Cuiabá consolidou, em 2024, um avanço institucional decisivo ao estabelecer que o cargo de procurador-geral seja ocupado unicamente por membro estável da carreira. Incorporada à Lei Orgânica do Município pela Emenda nº 47, a medida colocou a capital mato-grossense à frente na valorização da advocacia pública, prevendo uma tendência de fortalecimento dos quadros concursados que ganha repercussão em decisões recentes de Tribunais de Justiça pelo país, como o de São Paulo (TJSP), cuja recente decisão reforça o modelo atualmente adotado na capital mato-grossense.

A proposta, encaminhada pelo Executivo Municipal e aprovada pela Câmara Municipal de Cuiabá em julho de 2024, inseriu na Lei Orgânica dispositivos que reconhecem a PGM como instituição essencial à administração pública . A norma determina expressamente que o chefe do órgão seja nomeado pelo prefeito entre os procuradores efetivos do município.

A alteração da Lei Orgânica representou um marco para a Procuradoria Geral do Município de Cuiabá, instituição que completa 75 anos de história em 31 de julho de 2026.

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A regra foi respeitada pela nova gestão na transição do cenário político na capital, permanecendo decisiva para resguardar a estabilidade da instituição.

“A decisão paulista reforça a posição já adotada por Cuiabá, desde 2024 e que permanece hoje, demonstrando também o reconhecimento e credibilidade da instituição junto ao Executivo da capital, reafirmando que a representação judicial e a consultoria são funções técnicas típicas de Estado”, declarou o Procurador geral do Município, Luiz Antônio Araújo Junior.

“A criação e posterior manutenção da norma garantiram a posição institucional indispensável à condução da PGM, para que garantias conquistadas pela advocacia pública sejam cada vez mais fortalecidas”, afirmou a procuradora e presidente da União dos Procuradores do Município de Cuiabá (Uniproc), Georgia Fajuri Gebara.

Ainda, a escolha adotada em Cuiabá tem respaldo em entendimentos consolidados no Poder Judiciário e vai ao encontro de posição recentemente proferida pelo Órgão Especial do TJSP, respaldada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou inconstitucional nomeação de comissionados à chefia da advocacia pública em municípios com Procuradoria estruturada, determinando que o cargo seja restrito a servidores efetivos.

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