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Seduc fará reforma geral na Escola Estadual Liceu Cuiabano

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Patrimônio histórico de Mato Grosso desde 1985, a Escola Estadual Liceu Cuiabano Maria de Arruda Muller, localizada em Cuiabá, passará por reforma geral que prevê a revitalização da infraestrutura e instalações do espaço.

A obra é discutida pelas Secretarias de Estado de Educação (Seduc) e de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), que finalizam o projeto arquitetônico da reforma no mês de janeiro, e a previsão é que a licitação seja lançada em maio.

“O projeto da reforma geral garante a efetivação das normas previstas na legislação vigente e preservação das características arquitetônicas do edifício principal e dos anexos. É um grande presente à escola, que irá completar 144 anos de história”, afirma o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

No início de dezembro já foi iniciado projeto de modernização das instalações, com a atualização do sistema de segurança contra incêndios, seguindo a legislação vigente.

A ordem de serviço, autorizada pela Seduc, determina manutenção predial e das instalações elétricas da parte administrativa e da quadra poliesportiva, sendo que nesta última o início da reforma já está autorizado.

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Também foram autorizadas a troca de todos os transformadores, com investimento de R$ 237,1 mil, e a adequação das instalações elétricas e da climatização das salas de aula – investimento de R$ 166,3 mil, por meio do Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE Climatização).

Para Alan Porto, esses investimentos resultam em mais qualidade no ensino e no bem-estar da comunidade escolar.

“O Governo do Estado iniciou um amplo programa de investimento no Liceu Cuiabano, que se consolidará em 2023, e que vai estabelecer um novo marco na qualidade da infraestrutura e na segurança predial da escola”, avalia o secretário.

Alan lembra ainda que, em 2021, o Liceu Cuiabano recebeu recursos descentralizados, na ordem de R$ 94,8 mil, para reforma no Complexo de Atletismo e no refeitório. Ele ainda destaca que o Plano de Trabalho Anual de 2023 também já contempla a escola nas demandas de licitação para novas benfeitorias.

Fonte: GOV MT

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Circuito Aprosoja reúne produtores em Alta Floresta e debate endividamento, FETAB e desafios do agro em MT

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A manhã desta segunda-feira (18) foi marcada pela realização do 20º Circuito Aprosoja, em Alta Floresta, no extremo norte de Mato Grosso. O encontro reuniu produtores rurais, empresários e lideranças do setor na sede do SIMENORTE, Sindicato dos Madeireiros do Extremo Norte de Mato Grosso.


Representando a Aprosoja-MT, o vice-presidente Luiz Pedro Bier fez um balanço dos últimos anos de atuação da entidade e destacou os principais desafios enfrentados pela agricultura mato-grossense. Entre os temas abordados estiveram o endividamento dos produtores, insegurança jurídica no campo, ameaças de invasão de terras, instabilidades climáticas, restrições ao crédito rural, regularização ambiental, logística e a cobrança do FETAB.


Durante a apresentação, Bier afirmou que o setor produtivo tem enfrentado uma combinação de fatores que pressionam diretamente a atividade no campo. Segundo ele, a queda no preço da soja, o aumento dos custos de produção, os juros elevados, a seca em algumas regiões e o excesso de chuvas em outras criaram um cenário de forte preocupação para os produtores.

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O vice-presidente também destacou a atuação da Aprosoja em pautas como a regularização do CAR, a defesa da propriedade privada, o enfrentamento à moratória da soja e o diálogo com instituições financeiras em busca de alternativas para o endividamento rural.


Outro ponto de destaque foi o FETAB. Bier afirmou que a entidade, junto com outras organizações do setor produtivo, tem trabalhado para evitar novos aumentos e buscar alívio ao produtor rural. Segundo ele, os congelamentos recentes e a possível não reedição do chamado FETAB 2 podem representar uma economia expressiva para o setor.

O ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan, também participou do encontro e falou sobre o impacto do FETAB no bolso do produtor, reforçando a cobrança por medidas que aliviem a carga sobre quem produz em Mato Grosso.

O evento também contou com palestra do professor HOC, que abordou temas ligados à geopolítica e seus reflexos no agronegócio brasileiro, especialmente em um momento de instabilidade econômica, disputas comerciais e mudanças no cenário internacional.


O Circuito Aprosoja em Alta Floresta reforçou a importância do debate regionalizado, ouvindo produtores e levando informações sobre as ações da entidade em defesa do setor produtivo mato-grossense.

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