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Polícia Militar de Mato Grosso é aprovada por 89,5% dos cuiabanos

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A Polícia Militar de Mato Grosso tem a aprovação de 89,5% da população que mora em Cuiabá, Capital do Estado, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo instituto Percent Brasil, na quarta-feira (07.12). 

A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 26 de novembro, com 600 entrevistas presenciais em Cuiabá e nos distritos da Guia, Coxipó do Ouro, Rio dos Peixes e Sucuri. Segundo o levantamento do instituto, 66% dos cuiabanos acreditam que a atuação da PMMT é boa, 7,7% ótima e 15,8% regular. 

Para o comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Corrêa Mendes, a pesquisa ressalta a confiança da população com o trabalho da Polícia Militar, além do âmbito do policiamento preventivo e ostensivo das ruas e da integração com a sociedade cuiabana.

“A Polícia Militar é um braço forte da sociedade e do Estado. Nós, policiais militares, trabalhamos para levar a segurança pública de qualidade a todos os municípios e essa pesquisa nos anima a continuar assim, sabendo que estamos no caminho certo. Em Cuiabá, estamos presentes com batalhões em todas as regiões, desenvolvendo também trabalhos sociais com jovens e adolescentes, valorizando toda a população”, afirma o coronel Mendes.

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O comandante também destacou a atuação do Governo de Mato Grosso em investimentos e na valorização dos profissionais de segurança. “O Governo tem desempenhado um papel fantástico, proporcionando investimentos em tecnologia, equipamentos e, agora, com a homologação do concurso público. Com certeza, estaremos ampliando ainda mais o nosso alcance na Capital e em todo o Estado”, finalizou.

Com intervalo de confiança de 95%, a pesquisa tem margem de erro de 3% para mais ou para menos.

Fonte: GOV MT

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Cuiabá antecipou entendimento da Justiça e fortaleceu a PGM

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A Procuradoria Geral do Município (PGM) de Cuiabá consolidou, em 2024, um avanço institucional decisivo ao estabelecer que o cargo de procurador-geral seja ocupado unicamente por membro estável da carreira. Incorporada à Lei Orgânica do Município pela Emenda nº 47, a medida colocou a capital mato-grossense à frente na valorização da advocacia pública, prevendo uma tendência de fortalecimento dos quadros concursados que ganha repercussão em decisões recentes de Tribunais de Justiça pelo país, como o de São Paulo (TJSP), cuja recente decisão reforça o modelo atualmente adotado na capital mato-grossense.

A proposta, encaminhada pelo Executivo Municipal e aprovada pela Câmara Municipal de Cuiabá em julho de 2024, inseriu na Lei Orgânica dispositivos que reconhecem a PGM como instituição essencial à administração pública . A norma determina expressamente que o chefe do órgão seja nomeado pelo prefeito entre os procuradores efetivos do município.

A alteração da Lei Orgânica representou um marco para a Procuradoria Geral do Município de Cuiabá, instituição que completa 75 anos de história em 31 de julho de 2026.

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A regra foi respeitada pela nova gestão na transição do cenário político na capital, permanecendo decisiva para resguardar a estabilidade da instituição.

“A decisão paulista reforça a posição já adotada por Cuiabá, desde 2024 e que permanece hoje, demonstrando também o reconhecimento e credibilidade da instituição junto ao Executivo da capital, reafirmando que a representação judicial e a consultoria são funções técnicas típicas de Estado”, declarou o Procurador geral do Município, Luiz Antônio Araújo Junior.

“A criação e posterior manutenção da norma garantiram a posição institucional indispensável à condução da PGM, para que garantias conquistadas pela advocacia pública sejam cada vez mais fortalecidas”, afirmou a procuradora e presidente da União dos Procuradores do Município de Cuiabá (Uniproc), Georgia Fajuri Gebara.

Ainda, a escolha adotada em Cuiabá tem respaldo em entendimentos consolidados no Poder Judiciário e vai ao encontro de posição recentemente proferida pelo Órgão Especial do TJSP, respaldada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou inconstitucional nomeação de comissionados à chefia da advocacia pública em municípios com Procuradoria estruturada, determinando que o cargo seja restrito a servidores efetivos.

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