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“Oposição articulando.” Senador Wellington Fagundes (PL) esta na lista das lideranças

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Após o Lula definir as lideranças no Senado Federal, o PL, de Valdemar Costa neto e Bolsonaro, também se movimenta para articular os senadores que encabeçarão a oposição.

O favorito do PL é o senador Flávio Bolsonaro (RJ), para liderar a bancada que tem 14, o maior número na Casa.

O ex-líder de Bolsonaro no Senado Carlos Portinho (RJ) tem o nome cotado para ser o líder da oposição a Lula, enquanto o senador Wellington Fagundes (MT) deve ocupar a liderança da minoria no Senado.

No governo Bolsonaro, as lideranças eram representadas, pelos senadores Wellington Fagundes (PL-MT), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Jean Paul Prates (PT-RN). Na nova gestão, caberá a Randolfe representar o novo governo na Casa; lembrando que Prates presidirá a Petrobras.

 

O PL bateu o martelo sobre quem será o senador do partido a tentar presidir a Casa. O ex-ministro de Bolsonaro Rogério Marinho (RN).

Marinho disputará o posto com o atual presidente da Casa e candidato à reeleição, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O senador mineiro é o favorito na corrida para se manter no cargo.

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Cuiabá antecipou entendimento da Justiça e fortaleceu a PGM

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A Procuradoria Geral do Município (PGM) de Cuiabá consolidou, em 2024, um avanço institucional decisivo ao estabelecer que o cargo de procurador-geral seja ocupado unicamente por membro estável da carreira. Incorporada à Lei Orgânica do Município pela Emenda nº 47, a medida colocou a capital mato-grossense à frente na valorização da advocacia pública, prevendo uma tendência de fortalecimento dos quadros concursados que ganha repercussão em decisões recentes de Tribunais de Justiça pelo país, como o de São Paulo (TJSP), cuja recente decisão reforça o modelo atualmente adotado na capital mato-grossense.

A proposta, encaminhada pelo Executivo Municipal e aprovada pela Câmara Municipal de Cuiabá em julho de 2024, inseriu na Lei Orgânica dispositivos que reconhecem a PGM como instituição essencial à administração pública . A norma determina expressamente que o chefe do órgão seja nomeado pelo prefeito entre os procuradores efetivos do município.

A alteração da Lei Orgânica representou um marco para a Procuradoria Geral do Município de Cuiabá, instituição que completa 75 anos de história em 31 de julho de 2026.

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A regra foi respeitada pela nova gestão na transição do cenário político na capital, permanecendo decisiva para resguardar a estabilidade da instituição.

“A decisão paulista reforça a posição já adotada por Cuiabá, desde 2024 e que permanece hoje, demonstrando também o reconhecimento e credibilidade da instituição junto ao Executivo da capital, reafirmando que a representação judicial e a consultoria são funções técnicas típicas de Estado”, declarou o Procurador geral do Município, Luiz Antônio Araújo Junior.

“A criação e posterior manutenção da norma garantiram a posição institucional indispensável à condução da PGM, para que garantias conquistadas pela advocacia pública sejam cada vez mais fortalecidas”, afirmou a procuradora e presidente da União dos Procuradores do Município de Cuiabá (Uniproc), Georgia Fajuri Gebara.

Ainda, a escolha adotada em Cuiabá tem respaldo em entendimentos consolidados no Poder Judiciário e vai ao encontro de posição recentemente proferida pelo Órgão Especial do TJSP, respaldada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou inconstitucional nomeação de comissionados à chefia da advocacia pública em municípios com Procuradoria estruturada, determinando que o cargo seja restrito a servidores efetivos.

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