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Batalhão de Trânsito da PM fiscaliza 1,3 mil veículos e prende 13 pessoas durante feriado prolongado

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O Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário da Polícia Militar de Mato Grosso (BPMTran) fiscalizou 1.308 veículos e prendeu 13 pessoas em flagrante, durante a Operação República, deflagrada entre os dias 11 e 15 de novembro. Durante o feriado prolongado, foram registrados, ao todo, 876 Autos de Infração de Trânsito (AIT).

No período, os policiais militares aplicaram 297 testes de etilômetro, que resultaram na prisão de sete condutores pelo crime de alcoolemia. Além disso, 17 motoristas foram autuados pela infração de alcoolemia e outros seis autuados por se recusarem a realizar o teste de etilômetro e estarem em visível estado de embriaguez.

Ainda, entre as principais aplicações de AIT, 251 foram por falta de uso de cinto de segurança (Art. 167); 84 por situação irregular com a carteira de habilitação (Art. 162-I); 77 pelo uso de celular ao volante (Art. 252); 71 por ultrapassagens em locais proibidos (Art. 191 e 293-V); e 30 pelo transporte irregular de crianças (Art. 168).

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Ao longo da operação, o policiamento foi realizado com 67 pontos de barreiras e bloqueios, e 108 pontos demonstrativos do BPMTran, nas rodovias Emanuel Pinheiro (MT-251), que liga a Capital à Chapada dos Guimarães; Helder Cândia (MT-010/Estrada da Guia); Palmiro Paes de Barros (MT-040), que liga Cuiabá ao município de Santo Antônio do Leverger); e ainda na rodovia MT-130, no entroncamento entre as cidades de Primavera do Leste e Rondonópolis. 

Entre as medidas restritivas aplicadas estão 14 remoções de veículos, 12 recolhimentos de Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV) e sete recolhimentos de Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs).

Além das prisões por alcoolemia, os policiais militares do Batalhão de Trânsito também realizaram prisões em ocorrências de tráfico de drogas, porte ilegal de armas, entre outros.

A equipe do Batalhão de Trânsito também registrou seis acidentes, sendo quatro deles com vítimas, que sofreram apenas ferimentos, e outros dois onde os veículos envolvidos apenas sofreram danos materiais.

Fonte: GOV MT

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Cuiabá antecipou entendimento da Justiça e fortaleceu a PGM

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A Procuradoria Geral do Município (PGM) de Cuiabá consolidou, em 2024, um avanço institucional decisivo ao estabelecer que o cargo de procurador-geral seja ocupado unicamente por membro estável da carreira. Incorporada à Lei Orgânica do Município pela Emenda nº 47, a medida colocou a capital mato-grossense à frente na valorização da advocacia pública, prevendo uma tendência de fortalecimento dos quadros concursados que ganha repercussão em decisões recentes de Tribunais de Justiça pelo país, como o de São Paulo (TJSP), cuja recente decisão reforça o modelo atualmente adotado na capital mato-grossense.

A proposta, encaminhada pelo Executivo Municipal e aprovada pela Câmara Municipal de Cuiabá em julho de 2024, inseriu na Lei Orgânica dispositivos que reconhecem a PGM como instituição essencial à administração pública . A norma determina expressamente que o chefe do órgão seja nomeado pelo prefeito entre os procuradores efetivos do município.

A alteração da Lei Orgânica representou um marco para a Procuradoria Geral do Município de Cuiabá, instituição que completa 75 anos de história em 31 de julho de 2026.

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A regra foi respeitada pela nova gestão na transição do cenário político na capital, permanecendo decisiva para resguardar a estabilidade da instituição.

“A decisão paulista reforça a posição já adotada por Cuiabá, desde 2024 e que permanece hoje, demonstrando também o reconhecimento e credibilidade da instituição junto ao Executivo da capital, reafirmando que a representação judicial e a consultoria são funções técnicas típicas de Estado”, declarou o Procurador geral do Município, Luiz Antônio Araújo Junior.

“A criação e posterior manutenção da norma garantiram a posição institucional indispensável à condução da PGM, para que garantias conquistadas pela advocacia pública sejam cada vez mais fortalecidas”, afirmou a procuradora e presidente da União dos Procuradores do Município de Cuiabá (Uniproc), Georgia Fajuri Gebara.

Ainda, a escolha adotada em Cuiabá tem respaldo em entendimentos consolidados no Poder Judiciário e vai ao encontro de posição recentemente proferida pelo Órgão Especial do TJSP, respaldada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou inconstitucional nomeação de comissionados à chefia da advocacia pública em municípios com Procuradoria estruturada, determinando que o cargo seja restrito a servidores efetivos.

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