CUIABÁ

EDITAL

As instituições, sem fins lucrativos, irão receber doações de alimentos e ações socioeducativas durante o ano de 2025 

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O Sesc-MT publicou o edital de credenciamento de instituições sociais, sem fins lucrativos, para participação no Programa Sesc Mesa Brasil em Mato Grosso. O objetivo é firmar parcerias com entidades sem fins lucrativos a fim de contribuir para a promoção da Segurança Alimentar e Nutricional de pessoas em situação de vulnerabilidade, por meio da doação de alimentos e produtos diversos, além do desenvolvimento de ações socioeducativas.
De janeiro a novembro deste ano, o Sesc Mesa Brasil distribuiu aproximadamente 953 mil quilos de alimentos para instituições socioassistenciais em Mato Grosso. Implantado há 21 anos em Mato Grosso, nas cidades de Cuiabá e Rondonópolis, o Sesc Mesa Brasil é a maior rede privada de bancos de alimentos da América Latina.
O credenciamento é gratuito e os documentos solicitados deverão ser enviados via e-mail em até 24 horas após o preenchimento do formulário da inscrição. A primeira análise documentação será divulgada a partir do dia 8 de janeiro de 2025, e as atualizações dos resultados serão publicadas a cada 90 dias. O formulário de inscrição ficará aberto durante todo o ano de 2025.
As doações entregues pelo Sesc Mesa Brasil são oriundas de parceiros doadores e de eventos de arrecadação de alimentos, como por exemplo o Congresso de Educação – Fecomércio, Sesc e Senac; a Expoagro; o Braseiro; o Prepara Varejo e o Supera Varejo.
Poderão participar do credenciamento as instituições sem fins lucrativos localizadas nos municípios que fazem parte do perímetro das ações do Sesc Mesa Brasil em Mato Grosso. São eles: Água Boa, Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Campo Verde, Canarana, Colíder, Cuiabá, Lucas do Rio Verde, Matupá, Nossa Senhora do Livramento, Nova Mutum, Poconé, Pontes e Lacerda, Poxoréu, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santo Antônio do Leverger, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra e Várzea Grande, desde que atendam aos requisitos estabelecidos no edital.
Confira mais informações no Edital clicando aqui.
Para acessar o formulário de inscrição, clique aqui.
Sobre o Sesc-MT       
O Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) é uma entidade privada, financiada com as contribuições do empresariado, sem ônus para os empregados, ou a utilização de recursos públicos. Desde 1947, promove ações de saúde, lazer, educação, cultura e assistência, com o objetivo de fornecer o bem-estar social e a qualidade de vida dos trabalhadores do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, de seus familiares e da comunidade em geral no estado de Mato Grosso. Atualmente, o Sesc-MT administra 22 unidades fixas no estado e quatro unidades móveis que circulam pelos municípios do interior.
O Sistema S do Comércio é presidido pelo empresário José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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AGRO & NEGÓCIOS

Dubai combate a fome com tecnologia e dignidade: conheça as máquinas que distribuem pão fresco gratuitamente 24 horas por dia

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Enquanto boa parte do mundo ainda enfrenta filas em bancos de alimentos e milhões de pessoas escondem a própria fome por vergonha, Dubai decidiu unir tecnologia e solidariedade para enfrentar um dos maiores problemas da humanidade.

Desde setembro de 2022, o emirado colocou em funcionamento o programa Bread for All (Pão para Todos), uma iniciativa que utiliza máquinas inteligentes capazes de assar e entregar pão fresco gratuitamente, funcionando durante 24 horas por dia.

Mais do que distribuir alimento, o projeto procura preservar aquilo que muitas vezes a pobreza também tira das pessoas: a dignidade.

Uma máquina que entrega mais do que pão

Foto divulgação

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, as máquinas não ficam espalhadas aleatoriamente pelas ruas.

Elas foram instaladas em unidades da rede de supermercados Aswaaq, em bairros estratégicos de Dubai, como Al Mizhar, Mirdif, Al Warqaa, Nad Al Sheba, Al Quoz e Al Badaa.

A escolha desses locais garante segurança, energia elétrica, monitoramento por câmeras e facilidade para o abastecimento.

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Quem precisa apenas faz o pedido e, poucos minutos depois, recebe um pão recém-assado.

Sem filas.

Sem cadastros.

Sem precisar explicar sua condição financeira.

Não existe ninguém entregando o alimento

Foto divulgação

Embora o atendimento seja totalmente automatizado para quem utiliza o equipamento, existe uma equipe trabalhando nos bastidores. Funcionários fazem a reposição dos ingredientes, realizam a limpeza, a manutenção preventiva e monitoram o funcionamento das máquinas.

Toda a operação é acompanhada remotamente, permitindo saber quando uma unidade precisa ser reabastecida ou apresentar algum problema técnico.

Quem paga essa conta?

As máquinas não dependem exclusivamente do governo. Elas recebem recursos de empresas, empresários e cidadãos que fazem doações diretamente no equipamento ou por meios digitais.


Um dos maiores exemplos foi o empresário Khalaf Al Habtoor, que patrocinou a instalação de dez novas máquinas para ampliar o alcance do programa. É uma corrente de solidariedade sustentada pela própria sociedade.

O mundo ainda convive com a fome

Mas existe uma dor que raramente aparece nas estatísticas.

A vergonha.

Muitas famílias deixam de procurar ajuda porque sentem constrangimento em enfrentar filas ou expor sua situação.

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Foi justamente esse aspecto que Dubai decidiu combater.

Ali, ninguém pergunta quem você é. Ninguém exige documentos. A máquina simplesmente entrega o pão. Poderia funcionar no Brasil? Essa talvez seja a pergunta mais importante.

É evidente que máquinas não acabam com a pobreza. Não resolvem desemprego.

Não substituem políticas públicas. Mas mostram que tecnologia pode ser usada para reduzir burocracia, diminuir custos operacionais e preservar a dignidade das pessoas.

Imagine equipamentos semelhantes instalados em hospitais públicos, rodoviárias, centros comunitários ou mercados municipais, oferecendo alimentos básicos durante todo o dia para quem realmente precisa.

Seria uma forma moderna de combater a fome sem expor quem vive esse drama diariamente.

Minha reflexão

Vivemos uma época em que a tecnologia costuma ser lembrada por inteligência artificial, carros autônomos e robôs.

Dubai decidiu utilizá-la para algo muito mais simples, e talvez muito mais importante.

Alimentar pessoas.

Porque combater a fome não significa apenas colocar comida na mesa.

Significa permitir que alguém receba ajuda sem perder a própria dignidade.

Talvez seja justamente essa a maior inovação do projeto Bread for All.

Saran News.

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