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Com lançamento previsto para janeiro de 2025, iniciativa é dedicada aos conteúdos culturais da Amazônia 

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A cultura amazônica vai ganhar um espaço exclusivo para reunir diferentes tipos de conteúdo audiovisual e um marketplace totalmente dedicado aos produtos e temas da região. A SOMMOS AMAZÔNIA é a primeira plataforma global dedicada à distribuição digital dos conteúdos culturais da Amazônia e à difusão de informação e conhecimento sobre a região. Com previsão de lançamento para janeiro de 2025, a iniciativa será apresentada em um pré-lançamento, no dia 27 de Novembro, durante o Matapi, evento do mercado audiovisual da região amazônica, que será realizado, entre 26 e 29 de novembro, em Manaus.

A plataforma apresenta oito verticais de conteúdos diversos, que incluem filmes, música, livros, artes, alimentação, notícias e parceiros, além de um marketplace de produtos físicos. O acervo da SOMMOS AMAZÔNIA é formado pelo licenciamento constante de conteúdos, com especial foco na produção de uma ampla rede de parceiros locais, composta por artistas e produtores independentes; pequenas e médias empresas; instituições culturais e socioambientais; e agências de notícias, e poderão ser acessados através de uma única assinatura, em um único app.

A plataforma será lançada em protuguês, inglês e espanhol e a expectativa é que já estejam disponíveis cerca de 300 filmes, 25 mil músicas, 200 obras de artistas visuais e mais de 2 mil livros. O acesso será feito através de uma assinatura fixa, no valor de R$ 9,90, que dará direito a todos os conteúdos de forma ilimitada.

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“Queremos promover a cultura amazônica no Brasil e no mundo. A criação da SOMMOS AMAZÔNIA é resultado da percepção da escassez na mídia de espaços dedicados à difusão digital de conteúdo cultural da Amazônia. Além disso, a plataforma parte do princípio de que a Cultura é um pilar estrutural para o desenvolvimento sustentável e geração de renda para a população da região e que, ao viabilizar a permanência das populações em seus territórios originais, contribui para o enfrentamento da emergência climática”, explica Ricardo Ribenboim, sócio e diretor de Planejamento e Operações da SOMMOS AMAZÔNIA.

“A nossa missão é reposicionar a Amazônia no mercado global da economia criativa, gerando receita e visibilidade para seus produtores e artistas. Além disso, estamos trabalhando para ser a principal referência para pesquisa, promoção e comercialização dos produtos culturais da Amazônia”, afirma Alexandre Agra, sócio fundador da SOMMOS AMAZÔNIA.

“A plataforma vem para somar e difundir ainda mais as produções amazônicas, abrindo espaço para mais uma possibilidade de visualização e reverberação de artistas e obras importantes para nossa região. O Matapi segue acreditando em novas iniciativas e fortalecendo o crescimento do nosso segmento”, disse Carlos Barbosa, um dos organizadores do Matapi.

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Desenvolvida pela SOMMOS Arte e Cultura Brasileira S.A., empresa especializada em distribuição digital de conteúdos culturais com especial foco na cultura brasileira, a plataforma é liderada por Alexandre Agra, Ricardo Ribenboim, Roberto Nunes, Mariana Dupas e Yeda Oliveira.

Sobre o Matapi

Em sua 7ª edição, o marcado do Matapi acontece de 26 a 29 de novembro e traz como tema a internacionalização das produções, juntamente com nomes de relevância nacional e internacional. O Mercado é um projeto contemplado pela Lei Paulo Gustavo – Chamamento Público para Ações na Área do Audiovisual, do Conselho Estadual de Cultura, Secretaria de Estado de Cultura e Economia do Amazonas, Governo do Amazonas, Ministério da Cultura e Governo Federal. Tem realização da Leão do Norte e Casa Ninja Amazônia, co-realização com o Instituto Audiovisual Em Todos os Eixos, e apoio do Projeto Paradiso, Ibis Styles Sebrae Amazonas, Cinema do Brasil e Brazilian Content.

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O clima ferveu nos bastidores do Supremo. Alexandre de Moraes e André Mendonça tiveram uma discussão duríssima após diligências no Caso Master chegarem a conversas envolvendo Moraes e Daniel Vorcaro. Segundo apurações publicadas nesta terça-feira (1º), o bate-boca teria sido tão intenso que quase chegou às vias de fato.

Mas a pergunta que fica é maior que a briga: um ministro do Supremo pode ser investigado como qualquer outra autoridade ou tornou-se intocável?Mendonça determinou o aprofundamento das apurações e o material chegou à PGR. Moraes, evidentemente, tem direito à defesa e nenhuma investigação significa condenação. Mas independência judicial também significa investigar sem medo de quem possa aparecer do outro lado da prova.A oposição voltou a pressionar pelo impeachment de Alexandre de Moraes. Caberá ao Senado avaliar juridicamente eventuais pedidos, não às redes sociais antecipar sentença.
O Brasil não precisa de ministros intocáveis. Precisa de instituições fortes, transparência e uma regra simples: a Constituição está acima de todos — inclusive de quem tem a missão de protegê-la.

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E aí: André Mendonça cumpriu seu dever ou ultrapassou os limites?

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